Mostrando postagens com marcador Bolsas Mundiais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Bolsas Mundiais. Mostrar todas as postagens

23/12/2013

Rapidinhas - 23/12/2013

A presidente da PETROBRAS (PETR4), Maria das Graças Foster, foi apontada pela publicação britânica Lloyd's List como uma das cem pessoas mais influentes na indústria naval, na décima posição...

A EZTEC (EZTC3) anunciou na última sexta-feira que atingiu a sua programação de lançamentos para 2013, com R$ 1,35 bilhão em valor geral de vendas...

A CTEEP - COMPANHIA DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA PAULISTA (TRPL4) aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio no valor de R$ 200 milhões, correspondente a R$ 1,310088 por ação...

O dólar comercial registrou forte ajuste na última sexta-feira, registrando alta de 1,6%, cotado a R$ 2,3875, após a alteração na política monetária nos EUA e redução no programa de intervenção cambial pelo Banco Central no Brasil....

Um estudo da consultoria de investimentos Wealth-X, aponta Warren Buffett como a pessoa que mais ganhou dinheiro no mundo em 2013, adicionando US$ 37 milhões à sua fortuna todos os dias...

As ações da canadense BLACKBERRY (TSX:BB) registraram alta de 16% na última sexta-feira após a companhia anunciar uma parceria estratégica com a fabricante taiuanesa de produtos eletrônicos Foxconn, para a fabricação de um novo aparelho voltado aos mercados em expansão asiáticos...

As principais bolsas de valores norte-americanas registraram ganhos no último pregão após os números revisados do PIB do terceiro dos EUA apresentarem-se acima do previsto por economistas. No terceiro trimestre deste ano, o Produto Interno Bruto dos EUA cresceu à taxa anualizada de 4,1%, acima dos 3,6% da revisão anterior...

A VALE (VALE5) decidiu vender toda sua participação na LOG-IN (LOGN3) ao preço de R$ 8,00 por ação, fazendo as ações da companhia a ser vendida despencarem 9,1%...

Fonte: Advfn

22/07/2013

Rapidinhas - 22/07/2013

A ANP aprovou o penhor de óleo do campo de Tubarão Martelo da OGX Petróleo (OGXP3) como garantia do programa exploratório mínimo da empresa para os blocos arrematados na última rodada de licitações ...

As ações da CCX Carvão (CCXC3), do grupo empresarial de Eike Batista, dispararam na sexta-feira (+17,5%), após rumores de uma venda iminente da companhia circularem pela mercado ...

Após intensa volatilidade em sua estreia na Bolsa na sexta-feira, as ações da CPFL Renováveis (CPRE3) registraram perdas de 3,9% no seu primeiro dia de negociação ...

Guido Mantega, ministro da Fazenda, estima que o crescimento da economia brasileira fique entre a faixa de 2,5% e 3% em 2013, acima dos 2,3 ponto percentuais estimados pelo mercado ...

Quebrando o silêncio, em artigo para o jornal Valor Econômico, Eike Batista afirmou que se pudesse voltar atrás, não teria recorrido ao mercado acionário para capitalizar suas companhias, jogando um banho de água fria em seus investidores minoritários e que acreditaram nas previsões de suas companhias ...

O Ministério Público informou neste final de semana que fará uma análise minuciosa dos contratos de empréstimo de bancos públicos ao Grupo EBX após rumores de favorecimentos às empresas da companhia ...

As ações da Microsoft (NASDAQ:MSFT) despencaram na última sexta-feira (-11,4%) após a companhia assumir um prejuízo de quase US$ 1 bilhão com o lançamento fracassado de sua linha de tablets ...

Fonte: Advfn

15/07/2013

Rapidinhas - 15/07/2013

A agência de classificação de risco Fitch rebaixou a nota de crédito da França em um nível, para AA+, usando como justificativa o nível de dívida e incertezas econômicas na Zona do Euro ...

A BM&BOVESPA deu à OGX Petróleo (OGXP3) e OSX Brasil (OSXB3) o prazo de dois meses para que reintegrem ao menos cinco membros no conselho de administração de cada empresa para continuarem participando do segmento do Novo Mercado da bolsa brasileira ...

As ações do grupo EBX de Eike Batista registraram fortes perdas na última sexta-feira e marcaram as quatro maiores quedas dentre todas as ações negociadas na Bolsa: MMX Mineração perdeu 22,3%, OGX Petróleo (OGXP3) caiu -21,8%, LLX Logística desvalorizou-se 21,2% e a OSX Brasil tombou -20% ...

A ANP estuda solicitar a devolução do campo de Tubarão Azul para a OGX Petróleo segundo reportagem do jornal O Estado de S.Paulo por avaliar que existe potencial não explorado no local ...

O índice de atividade econômica do Banco Central registrou contração de 1,4% no mês de maio, bem acima do esperado pelos economistas. O índice do BC é utilizado como uma prévia do PIB pelo mercado ...

O PIB da China desacelerou e registrou crescimento de 7,5% no segundo trimestre de 2013. No entanto, o resultado veio em linha com as expectativas dos analistas ...

Fonte: Advfn

10/07/2013

Rapidinhas - 10/07/2013

O Departamento de Proteção ao Consumidor multou as operadoras Vivo (VIVO4) e Tim (TIMP3), em R$ 2,2 milhões e R$ 1,6 milhão respectivamente, por propaganda enganosa ...

A Copel (CPLE6) comunicou que a ANEEL aprovou o diferimento do reajuste médio de 14,61% por meio da aplicação de reajuste de 9,55%. Segundo a companhia, a decisão da ANEEL a atende a manifestação do governo do Paraná e evita desequilíbrio econômico-financeiro. As ADRs da companhia (NYSE:ELP) dispararam ontem na bolsa de valores de Nova Iorque, fechando o dia em alta de 7,1% ...

Após questionamentos da CVM, a OGX Petróleo (OGXP3) emitiu dois comunicados na segunda-feira (08/7). O primeiro dizia que a companhia tinha apenas indícios de que poderia não haver viabilidade comercial para o desenvolvimento da sua produção e determinou a realização de estudos adicionais antes de anunciar o fechamento de poços. No segundo comunicado, a OGX afirma que negocia parcerias para os blocos que arrematou sozinha na 11a. rodada da ANP, mas até este momento não existe qualquer negócio fechado ...

Otávio Lazcano, diretor financeiro e de relações com investidores da EBX Brasil, holding de Eike Batista, renunciou de suas posições. Eike Batista acumulará as funções deixadas por Lazcano ...

Após reduzir as perspectivas de crescimento da economia global, o FMI reduziu a estimativa de alta da economia brasileira para 2,5% em 2013 ...

O FMI ainda indicou que o governo brasileiro não deve subestimar o risco inflacionário e apertar a política monetária...

Fonte: Advfn

Ações brasileiras em alta

As ações brasileiras fecharam em alta ontem na bolsa de valores de Nova Iorque, enquanto o mercado nacional estava fechada por conta do feriado no estado de São Paulo. O índice Dow Jones Brazil Titans 20, composto por vinte ADRs (American Depositary Receipts) de empresas brasileiras, fechou em alta de 1%. As ADRs da Vale (NYSE:VALE) fecharam em alta de 1,65% e as da Petrobras (NYSE:PBR) com valorização de 1,32%. Destaque para as ADRs da Copel (NYSE:ELP) com valorização de 7,1%. O movimento indica que os investidores poderão ajustar suas posições na abertura do mercado nacional hoje, no entanto, uma continuação do movimento de alta dependerá do humor do mercado durante o dia.

Fonte: Advfn

25/06/2013

Ações chinesas ampliam queda e puxam mercados da Ásia

Por Chikako Mogi

TÓQUIO, 25 Jun (Reuters) - As ações chinesas tiveram forte queda nesta terça-feira, arrastando outras bolsas asiáticas, à medida que se espalhavam preocupações de que um aperto de crédito pode ameaçar o crescimento da economia chinesa e prejudicar a recuperação norte-americana.

As ações de Xangai chegaram a cair mais de 6% em dado momento, para o menor nível desde o começo de 2009, colocando momentaneamente o índice de Hong Kong no vermelho, com as perdas acelerando em bancos médios, ao passo que as taxas interbancárias da China começaram a subir novamente.

"Esse é um mercado em capitulação, não vale a pena tentar aproveitar qualquer recuperação técnica. Nós vimos esse movimento antes, veja quanto o mercado caiu em 2008", disse o estrategista-chefe do Bank of Communication International Securities, Hong Hao.

A queda do índice CSI300, de 0,27%, levou o seu índice de força relativa (RSI, na sigla em inglês) para 13,7% --o nível mais tecnicamente sobrevendido desde que o indicador foi adotado em 2005.

Na metade do pregão, tanto o índice CSI300 como o de Xangai diminuíram as perdas para 1% e o índice de Hong Kong passou a subir, encerrando em alta de 0,21%. Xangai ainda terminou com queda de 0,19%.

A agitação prejudicou o mercado acionário japonês, onde o sentimento foi impulsionado pela tendência recentemente retomada de desvalorização do iene. O índice Nikkei anulou ganhos iniciais e encerrou em queda de 0,72%.

O índice de Seul encerrou em baixa de 1,02%, a Bolsa de Taiwan caiu 1,22%, enquanto Cingapura avançou 0,51%. Sydney fechou com desvalorização de 0,28%.

(Reportagem adicional de Ayai Tomisawa em Tóquio, Clement Tan em Hong Kong e Lewa Pardomuan em Jacarta)

Fonte: UOL Economia

BC da China busca tranquilizar investidores sobre 'crise' no país

O banco central da China afirmou nesta terça-feira (25) que não irá apertar os bancos com muita força em sua tentativa de conter o crédito fácil, buscando tranquilizar os temores de uma crise bancária que levaram ações a mínimas em quatro anos e meio.

O Banco Popular da China quer reduzir o desvio de fundos para um vasto mercado informal de empréstimos à medida que busca sustentar o crescimento na segunda maior economia do mundo, mas sua postura rígida levantou temores de um duradouro aperto de crédito.

"Atualmente, o risco de liquidez no sistema bancário está sob controle", disse o vice-presidente do braço de Xangai do BC, Ling Tao, em entrevista à imprensa.

"Vamos estabilizar as expectativas de mercado e guiar as taxas de juros do mercado para níveis razoáveis."

Ling falou após o fechamento dos mercados financeiros locais. A expectativa pelo que ele falaria havia ajudado mais cedo numa virada notável no mercado acionário, uma vez que investidores nervosos esperavam algum alívio do banco central.

Não ficou imediatamente claro se as declarações de Ling serão suficientes para manter os mercados calmos na quarta-feira, mas operadores do mercado de dinheiro comemoraram o tom mais acomodativo.

"O BC parece aliviar sua posição ligeiramente ao dizer que ajustará a liquidez em linha com as condições do mercado ao suspender a emissão de títulos hoje", disse um operador de um banco comercial chinês em Xangai. "Parece que o pico do aperto do mercado acabou."

As taxas do mercado de dinheiro saltaram na semana passada depois que autoridades permitiram que as condições do mercado de dinheiro apertassem, e ainda que as taxas de curto prazo tenham caído nesta semana, as ações bancárias recuaram por preocupações de que o aperto de fundos afete os lucros e a economia.

(Com Reuters)

Fonte: UOL Economia

21/06/2013

Bolsa cai 2,4% e recua ao nível de 47 mil pontos, pior número em 4 anos 5

A Bovespa fechou em queda nesta sexta-feira (21). O Ibovespa (principal índice da Bolsa), perdeu 2,4%, aos 47.056,04 pontos. Os investidores temem o fim da ajuda do governo dos EUA à economia.
A pontuação da Bovespa foi a menor desde o dia 28 de abril de 2009 (quando atingiu 45.821,44 pontos), no auge da crise econômica.

Essa foi a quarta semana seguida de queda; a Bolsa acumulou perdas de 4,61% na semana. No ano, a baixa está em 22,8%.

O dólar comercial fechou em queda de 0,6%, a R$ 2,245 nesta sexta-feira (21), depois de cinco altas seguidas.

Apesar da baixa no dia, a cotação subiu 4,49% na semana, na segunda semana seguida de alta. No ano, o dólar já acumula ganhos de 9,59%.

Bolsas internacionais
 
A maioria das ações dos Estados Unidos fechou em alta, depois de terem operado em queda ao longo do dia. Os índices Dow Jones e S&P 500 interromperam duas sessões seguidas de perdas, apesar de os operadores continurem preocupados com possíveis mudanças na política do banco central do país.

O índice Dow Jones avançou 0,28%, para 14.799 pontos. O índice Standard & Poor's 500 teve valorização de 0,27%, para 1.592 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq foi o único que caiu, registrando perdas de 0,22%, para 3.357 pontos.

As ações europeias recuaram, em uma sessão movimentada, chegando perto do menor valor em seis meses. Preocupações sobre a perspectiva de redução do programa de estímulo dos Estados Unidos ainda afetaram os mercados em todo o mundo.

O índice FTSEurofirst 300 caiu 1%, para 1.132 pontos, nível não visto desde o final de dezembro. O índice sofreu a maior queda semanal em mais de um ano, de 3,7%.

Em Londres, o índice Financial Times caiu 0,7%, a 6.116 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX recuou 1,76%, para 7.789 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 perdeu 1,11%, a 3.658 pontos.

As ações asiáticas atingiram o menor nível em nove meses e meio e registraram a pior semana desde maio do ano passado, à medida que os investidores continuaram reagindo ao plano do Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, de diminuir o seu estímulo monetário.

As ações australianas diminuíram ganhos iniciais e caíram 0,41%, enquanto o mercado sul-coreano se recuperou um pouco das perdas e teve queda de 1,49%, depois de ter recuado 2,4% para o menor nível em 11 meses.

Hong Kong e Xangai também diminuíram parte das quedas, caindo 0,59% e 0,52%, respectivamente. A Bolsa de Taiwan tombou 1,34%, enquanto Cingapura retrocedeu 0,28%. O índice Nikkei, do Japão, superou o resto da região, e reverteu uma queda inicial de mais de 2% para encerrar em alta de 1,66%
Fonte: UOL Economia

Bolsas: Bruxas estão soltas hoje. Entenda

As principais bolsas e índices futuros da Europa e Estados Unidos abrem o dia com bons ganhos, entretanto hoje no mercado norte-americano se configura uma situação que traz risco adicional aos investidores. É o Quadruple Witching: vencimento simultâneo de contratos futuros e opções sobre índices e ações. O nome do dia é em referência aos quatro vencimentos e às bruxas. Segundo os analistas é um dia historicamente mais volátil, especialmente nas últimas horas de negociação. Investidores que precisam encerrar posições podem movimentar o mercado a qualquer preço, levando as cotações a oscilarem erraticamente. O Quadruple Witching ocorre quatro vezes por ano, nas terceiras sextas-feiras dos meses de março, Junho, Setembro e Dezembro.

Fonte: Advfn

20/05/2012

Destaques da Semana - 14/05/2012 - 18/05/2012

Mercados Internacionais

Segunda-Feira: O composto europeu e os índices norte-americanos fecharam em queda, influenciados pelo cenário político europeu, dada a dificuldade do governo grego em formar uma coalizão para aprovar as medidas de austeridade.

Terça-Feira: Apesar do PIB da zona do euro ter permanecido estável e terem sido divulgados indicadores positivos na agenda econômica norte-americana, o fracasso do governo grego em formar uma coalizão pesou novamente sobre os mercados, reforçando a força da ponta vendedora.

Quarta-Feira: Apesar do bem sucedido leilão da Alemanha e da França, o composto europeu, assim como as bolsas dos EUA, fecharam em baixa, influenciados temores de uma possível saída da Grécia da zona do euro e pela interrupção das operações de empréstimos do Banco Central Europeu (BCE) para alguns bancos gregos.

Quinta-Feira: O conturbado cenário político na Grécia somado às expectativas de rebaixamento do rating de diversos bancos espanhóis pela Moody’s e à divulgação dados negativos nos EUA, a exemplo dos novos pedidos de auxílio desemprego, ajudaram a sustentar o composto europeu e os índices norte-americanos na baixa.

Sexta-Feira: Novamente o cenário político grego pesou sobre os mercados, levando tanto o composto europeu como os índices norte-americanos a recuarem.

Mercado Doméstico

Segunda-Feira: A bolsa local, sem catalizadores locais, fechou em queda, acompanhando a movimentação das bolsas internacionais.

Terça-Feira: A bolsa local abriu em alta devido a dados positivos na zona do euro e nos EUA, mas acabou pressionada pelo fracasso do governo grego em formar uma coalizão, encerrando o dia em queda.

Quarta-Feira: O Ibovespa, em mais um dia de agenda econômica local fraca, encerrou o dia em queda, acompanhando a movimentação das bolsas internacionais.

Quinta-Feira: A bolsa local, mais uma vez sem drivers locais, fechou em queda, pressionada por dados negativos do mercado norte-americano e pelos temores em relação à zona do euro.

Sexta-Feira: O Ibovespa, após as fortes realizações de lucros durante a semana, operou descolado das bolsas internacionais, fechando em alta.

Fonte: Um Investimentos

12/05/2012

Destaques da Semana - 07/05/2012 - 11/05/2012

Mercados Internacionais
 
Segunda-Feira: Os mercados europeus encerraram o primeiro pregão da semana em alta, influenciadas pelo cenário político da região e por indicadores macroeconômicos. Já as bolsas internacionais fecharam o dia em direções divergentes, em função dos temores quanto ao futuro político da zona do euro.

Terça-Feira: As bolsas internacionais fecharam a sessão em baixa, pressionadas pelos impasses políticos da zona do euro, como as dificuldades apresentadas na Grécia para a formação de um partido de coalizão.

Quarta-Feira: Com o crescimento da força dos partidos extremistas contrários às medidas de austeridade, o agravamento da situação política da Grécia levou os mercado internacionais à encerrarem o dia em queda.

Quinta-Feira: Pela primeira vez na semana, as bolsas internacionais fecharam o dia em alta, impulsionadas pela estatização do banco espanhol Bankia e por resultados corporativos.

Sexta-Feira: O composto europeu fechou em leve alta, impulsionadas por dados positivos na agenda econômica norte-americana. Já os índices dos EUA caminharam em direções divergentes, beneficiados pelos dados econômicos locais, mas temeroso frente ao cenário europeu.

Mercado Doméstico

Segunda-Feira: Com a ausência de catalisadores locais, o Ibovespa iniciou a semana em alta, acompanhando a oscilação das bolsas internacionais.

Terça-Feira: Em mais um dia de fraca agenda econômica local, a bolsa brasileira acompanhou o movimento dos mercados internacionais e encerraram o dia em baixa.

Quarta-Feira: O cenário político grego e o avanço do IPCA, acima das expectativas do mercado, impactaram negativamente no mercado brasileiro, levando a bolsa local a encerrar o dia em baixa.

Quinta-Feira: Na contramão do otimismo das bolsas internacionais, a bolsa brasileira fechou o dia em queda, apesar da melhora do contexto político europeu.

Sexta-Feira: A bolsa local fechou em queda, influenciada principalmente pelo cenário externo, que levou os investidores a assumirem uma postura mais conservadora durante o pregão.

Fonte: Um Investimentos

24/03/2012

Destaques da Semana - 19/03/2012 - 23/03/2012

Mercados Internacionais

Segunda-Feira: Após uma semana de fortes ganhos, os mercados na Europa iniciaram a semana com ligeira queda. Com a agenda econômica vazia, os investidores foram conservadores e realizaram os ganhos auferidos. Por outro lado, as bolsas dos EUA encerraram em alta, refletindo o bom desempenho da semana passada.

Terça-Feira: Com as perspectivas negativas para a economia chinesa no ano de 2012, as bolsas europeias e dos EUA registraram baixas no fim do dia. O pessimismo veio após a declarações da BHP Billiton de que a economia chinesa deve se “achatar” nos próximos anos.

Quarta-Feira: Os mercados na Europa registraram queda no final da sessão, refletindo as declarações do presidente do FED, Ben Bernanke, que afirmou serem necessárias mais medidas para a solução da economia da zona do euro. Além da fala de Bernanke, os investidores norte-americanos foram impactados pelo nível de vendas de casas usadas, que vieram abaixo das expectativas, reforçando o desempenho negativo.

Quinta-Feira: Com a divulgação do índice de atividade industrial (PMI) da China e a prévia do PMI da zona do euro, que indicaram retrações nas duas economias, as bolsas dos Estados Unidos e da Europa registraram um desempenho negativo no final do pregão. Nem mesmo a divulgação dos bons números de pedidos de auxilio-desemprego do mercado de trabalho norte-americano conseguiu animar os mercados.

Sexta-Feira: Após a pior semana de 2012, o composto europeu fecharam com ligeira alta. Os mercados ensaiaram um movimento de recuperação ao longo do dia, mas as notícias divulgadas sobre a desaceleração das economias da China e da zona do euro ainda pesaram nos mercados e limitaram os ganhos. Os índices norte-americanos iniciaram a sessão em baixa após as vendas de novas casas apresentarem níveis piores do que o esperado, mas conseguiram se recuperar das perdas e fecharam próximos a estabilidade.

Mercado Doméstico

Segunda-Feira: Em dia marcado pelo forte giro financeiro devido ao vencimento de opções, o Ibovespa fechou estável. Sem notícias e fatos relevantes, a bolsa iniciou o dia com forte volatilidade, com destaque às blue chips Vale e Petrobras. No fim do dia, a maioria dos ativos devolveu os ganhos, colaborando para a estabilidade do índice.

Terça-Feira: O Ibovespa fechou a sessão em baixa, tendo como referência o desempenho negativo das bolsas estrangeiras. As expectativas de que a demanda chinesa apresente taxas de crescimentos mais modestas nos anos seguintes gerou pessimismo nos mercados.

Quarta-Feira: Em mais um dia de agenda econômica fraca, o índice nacional fechou o dia em queda. Os investidores tomaram como referência a movimentação das bolsas internacionais, que tiveram um dia ruim após as declarações conservadoras do presidente do FED, Ben Bernanke, acerca da economia européia.

Quinta-Feira: A agenda econômica revelou os números do IPCA-15 e da taxa de desemprego que mostraram níveis melhores do que as estimativas. Entretanto, os investidores deram maior foco para os sinais de retração nas economias da China e Europa, fazendo com que o índice registrasse queda expressiva.

Sexta-Feira: No último pregão da semana, o Ibovespa fechou próximo a estabilidade. O cenário pessimista do exterior ainda influenciado pelas preocupações com as economias chinesa e europeia balanceou os bons números das vendas do varejo brasileiro, fazendo com que os investidores apresentassem uma postura mais conservadora.

Fonte: Um Investimentos

13/08/2011

Destaques da Semana - 08/08/2011 - 12/08/2011

Mercados Internacionais

Segunda-Feira: Os mercados norte- americanos e europeus encerraram a sessão em forte baixa, impactados pelo rebaixamento do rating americano e preocupações sobre uma possível recessão na economia dos EUA.

Terça-Feira: As bolsas da Europa e EUA terminaram o dia em forte alta, impulsionados pela expectativa da aprovação de um novo pacote de estímulo à economia norte-americana pelo FED e o programa de recompra de títulos da Itália e Espanha.

Quarta-Feira: Contrariando a forte valorização do dia anterior, os índices internacionais terminaram o dia com fortes perdas sobre a ameaça de um rebaixamento da nota de crédito da França.

Quinta-Feira: Os mercados refletiram o otimismo trazido pela melhora dos dados do mercado de trabalho norte-americano e o pronunciamento do presidente, Barack Obama, sobre novos estímulos para criação de empregos nos EUA.

Sexta-Feira: As bolsas internacionais encerraram o último dia da semana com valorização, contrariando a queda na confiança do consumidor americano e em reflexo à suspensão da venda a descoberto de ações na Europa.

Mercado Doméstico

Segunda-Feira: O pessimismo sobre o cenário macroeconômico global quase levou o índice brasileiro ao circuit breaker, levando a sessão a iniciar a semana em forte queda.

Terça-Feira: O comunicado do FED sobre a manutenção das taxas de juros até meados de 2013 aliado à possibilidade de novos estímulos para a economia norte-americana, trouxe otimismo aos negócios, levando o Ibovespa a encerrar o dia em alta.

Quarta-Feira: A bolsa encerrou o dia com valorização, contrariando a direção dos mercados internacionais, principalmente influenciada pelos dados da balança comercial chinesa.

Quinta-Feira: O crescimento das vendas no varejo brasileiro e os novos pedidos de auxílio desemprego da economia dos EUA abaixo do esperado, levou a bolsa brasileira a terminar o dia com valorização.

Sexta-Feira: A bolsa brasileira trepidou entre o terreno positivo e negativo durante grande parte do dia, encerrando a sessão em alta. Na semana após o rebaixamento do rating dos títulos de longo prazo da dívida americana, o Ibovespa encerrou em alta de 0,99%.

Fonte: Um Investimentos

16/07/2011

Destaques da Semana - 11/07/2011 - 15/07/2011

Mercados Internacionais

Segunda-Feira: Os mercados norte-americanos e europeus encerraram o dia em forte baixa, influenciados pelos dados divulgados sobre a inflação e balança comercial na China e refletindo os receios sobre o pagamento da dívida italiana.

Terça-Feira: Os principais índices da Europa e EUA registraram mais um dia de baixa, abalados pelo pronunciamento da revisão do rating da Irlanda pela Moody´s e pelo temor sobre o agravamento da dívida soberana europeia.

Quarta-Feira: Os mercados europeus e americanos se recuperaram das fortes perdas da semana. A redução no número de pedidos de hipotecas em comparação com o mês anterior nos EUA e o dado do crescimento anual da economia chinesa, acima das expectativas do mercado, animaram os investidores.

Quinta-Feira: Decepcionados com o não anúncio do novo pacote de estímulos para a economia americana e receosos com o resultado do teste de estresse dos bancos europeus, as principais bolsas dos EUA e da Europa encerraram o dia em queda.

Sexta-Feira: Na Europa os índices fecharam em queda, na expectativa do resultado do teste de stress dos bancos europeus, que mostraram apenas oito pequenos bancos reprovados, animando os investidores nos EUA, mesmo com decepcionantes dados na agenda, com os índices fechando em alta.

Mercado Doméstico

Segunda-Feira: Acompanhando o pessimismo das bolsas internacionais, o Ibovespa terminou o dia com forte desvalorização.

Terça-Feira: Em reflexo ao rebaixamento da dívida soberana da Irlanda de “Baa3” para “BA1” pela Moody´s e o aumento do clima de incerteza sobre os rumos da dívida europeia, o mercado de ações brasileiro registrou mais um dia de queda.

Quarta-Feira: Recuperando as quedas da semana, o Ibovespa fechou o dia com forte alta, influenciada pelos dados sobre o crescimento da economia da China.

Quinta-Feira: Em dia de grande volatilidade, o Ibovespa encerrou o dia com forte baixa, após a frustração sobre novos estímulos para a economia americana, devolvendo os ganhos da sessão anterior.

Sexta-Feira: Descolado do movimento dos EUA, o Ibovespa fechou a semana em queda, com o desinteresse dos investidores a ativos de maior risco e receios em relação à inflação futura e possíveis aumentos nas taxações sobre investimentos.

Fonte: Um Investimentos

10/07/2011

Destaques da Semana - 04/07/2011 - 08/07/2011

Mercados Internacionais

Segunda-Feira: Os mercados acionários norte-americanos não operaram devido ao feriado do Dia da Independência no país. Em um dia com baixo volume de negociações, as principais bolsas europeias encerraram a sessão sem direção única.

Terça-Feira: Principais mercados europeus e nos EUA encerraram o dia sem direção clara definida, os investidores não tomaram uma posição clara no mercado. Marcado pelo receio em relação à dívida de crédito da Europa após a Moody’s rebaixar o rating de Portugal em quatro níveis, passando de Baa1 para Ba2.

Quarta-Feira: Após um dia de baixa volatilidade, com os mercados operando sem direção definida, o composto europeu encerrou a sessão em queda. Ao contrário das bolsas europeias, nos EUA, os mercados encerraram a sessão em leve alta.

Quinta-Feira: Mercados na Europa e EUA encerraram o dia em alta, reagindo aos números favoráveis sobre o mercado de trabalho dos EUA publicado pela ADP.

Sexta-Feira: Com os decepcionantes dados do Payroll vindo muito abaixo das expectativas do mercado, levaram as bolsas na Europa e EUA, a fechar a semana no negativo.

Mercado Doméstico

Segunda-Feira: Em dia de baixo volume financeiro devido ao feriado norte-americano, a Bovespa teve uma sessão positiva, impulsionada por ações dos setores bancário, de siderurgia e mineração.

Terça-Feira: Por aqui o mercado reagiu mais negativamente às notícias externas, expectativas de aumento dos juros na China, e também um pouco da realização da recente alta acumulada de quase 5% nos últimos pregões.

Quarta-Feira: Nosso mercado encerrou o dia em queda, o maior impacto negativo sobre o nosso mercado foi elevação da taxa de juros chinesa, que pela terceira vez nesse ano teve aumento para tentar conter a escalada da inflação local.

Quinta-Feira: O Ibovespa encerrou a sessão em queda, os dados referentes ao IPCA impactaram negativamente na bolsa brasileira, vindo acima do consenso dos analistas do mercado.

Sexta-Feira: Em um dia de quedas generalizadas pelas bolsas do mundo, o Ibovespa seguiu a mesma direção e fechou em baixa. Na semana acumulou 2,97% de queda.

Fonte: Um Investimentos

18/06/2011

Europa teme um efeito dominó em caso de falência da Grécia

ATENAS, Grécia, 18 Jun 2011 (AFP) -Uma redução da já por si exígua pensão de um agricultor grego, que passou a vida recolhendo laranjas no Peloponeso, pode ajudar a salvar o euro?

Enquanto dirigentes europeus temem um efeito "dominó" que arraste a Zona do Euro, em caso de insolvência da Grécia, alguns analistas acham que o novo governo grego, anunciado na sexta-feira, poderia provocar um efeito "borboleta" virtuoso, que uniria a Europa e deixaria os mercados com a pecha de mentirosos.

O plano de austeridade que o governo grego pretende adotar antes do final de junho vai desde uma redução nos gastos das pensões, no setor agrícola, à imposição de taxas sobre os sinais externos de riqueza, como iates e piscinas.

Estas novas medidas dariam sinal verde ao repasse de uma parte do empréstimo de 110 bilhões de euros que a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional concederam ano passado ao país helênico e a um novo pacote de ajuda financeira que permitiria ao país evitar um default, o não pagamento da dívida.

O montante e as modalidades do segundo pacote de ajuda, que oscila entre 60 bilhões e 100 bilhões de euros, segundo as fontes, serão analisados a partir deste domingo em Luxemburgo e Bruxelas.

As novas negociações podem ver-se facilitadas pela aparente aproximação anunciada na sexta-feira entre os principais credores da Grécia, França e Alemanha, superando as divisões em relação ao papel que devem desempenhar os bancos privados no plano de ajuda.

No total, o Estado grego prevê poupar 28 bilhões de euros até 2015, e arrecadar outros 50 bilhões em privatizações e aluguéis, a longo prazo, de locais de interesse turístico.

Os credores do país exigem a adoção do plano e o seu apoio por parte das forças políticas, para a concessão do segundo pacote de ajuda.

O primeiro-ministro George Papandreou, que conseguiu impor ano passado o primeiro tratamento de austeridade aos gregos, não foi capaz, até agora, de colocar em prática novas medidas nem as reformas.

O novo gabinete, anunciado na sexta-feira, cuyo pilar, Evangelos Venizelos, é um peso pesado da política que desfruta da confiança do setor empresarial grego, fez surgir esperanças de que sejam aplacadas as rivalidades dentro do Partido Socialista, segundo o analista político Ilias Nikolakopoulos.

Isto abriria caminho ao voto de confiança do Parlamento ao novo governo, solicitado por Papandreou, assim como a adoção - prevista para o final do mês, do famoso plano de austeridade plurianual -, convertido na pedra angular, a curto prazo, pelo menos, do futuro da Zona do Euro.

"É preciso perguntar se este será um governo interino para preparar as eleições ou se seu mandato vai durar mais, para dar tempo de executar o plano de recuperação", disse o analista Georges Sefertzis.

Fonte: Uol

Investidores 'punem' ações da Petrobras

O mau humor dos investidores em relação à Petrobras tem feito as ações da empresa apresentar desempenho muito pior que os papéis das grandes petroleiras de fora, informa reportagem de Érica Fraga para a Folha.

A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

Desde o início de novembro de 2010 --quando o preço do petróleo começou a decolar--, as ações das principais empresas de energia da América do Norte, representadas pelo índice IXE, registram alta de 21,4%.

Na contramão dessa tendência, os papéis da Petrobras negociados nos EUA (American Depositary Receipts, ADRs) acumulam queda de 1,4%. Já as ações ordinárias da empresa recuaram 7,1% no Brasil (até quinta), no mesmo período.

A Petrobras informou que não se pronunciaria sobre a evolução de suas ações.

Investidores começaram a fugir das ações da Petrobras no fim de 2009, quando foi anunciado que seria feita operação para aumentar o capital da empresa (e, com isso, recursos disponíveis para investimentos) por meio da emissão de novas ações.

Fonte: Folha.com

17/06/2011

Destaques da Semana - 13/06/2011 - 17/06/2011

Mercados Internacionais

Segunda-Feira: As principais bolsas nos EUA encerraram a sessão em leve alta, perto da estabilidade, acompanhando o movimento dos mercados europeus.

Terça-Feira: Impulsionados por indicadores econômicos divulgados nos EUA e na China, mercados europeus e norte-americanos tiveram um dia de fortes ganhos.

Quarta-Feira: O dia foi marcado por fortes quedas nas principais bolsas internacionais, com os investidores digerindo decepcionantes indicadores econômicos divulgados nos EUA e a deterioração na situação da dívida Grega.

Quinta-Feira: Em mais uma sessão tensa, com os investidores preocupados em relação à capacidade da Grécia honrar seus compromissos, os mercados europeus fecharam o dia em baixa. Em NY, indicadores econômicos mais positivos levaram os mercados acionários dos EUA a um dia de leves ganhos.

Sexta-Feira: Os índices nos EUA encerraram a semana em leve alta, após seis semanas em queda, com indicadores acima do esperado. Na Europa, discursos da Alemanha e França dando apoio ao resgate da dívida Grega levaram os índices por a fecharem em alta.

Mercado doméstico

Segunda-Feira: Em um dia caracterizado pelo menor volume financeiro do mês, devido à ausência de notícias e de indicadores de peso no front externo, o Ibovespa operou na contramão das bolsas internacionais e encerrou a sessão em baixa.

Terça-Feira: Após uma abertura acompanhando o bom humor dos mercados internacionais, o Ibovespa conseguiu encerrar o dia em terreno positivo.

Quarta-Feira: Em dia de vencimento do índice futuro, o Ibovespa seguiu o pessimismo dos mercados internacionais e teve mais uma sessão de queda, encerrando em seu menor patamar desde julho de 2010.

Quinta-Feira: Após uma abertura positiva, a Bovespa se descolou dos mercados em Wall Street e teve mais uma sessão de perdas. Preocupações em relação aos mercados internacionais e a crise de déficit grega trouxeram pessimismo.

Sexta-Feira: Em um dia sem direção definida, o Ibovespa conseguiu fechar em leve alta, com o discurso da Alemanha e França dando apoio ao resgate da dívida Grega.

Fonte: Um Investimentos

16/06/2011

Bolsa de Tóquio: Nikkei abre em alta de 0,37%

Tóquio, 17 jun (EFE).- O índice Nikkei da Bolsa de Valores de Tóquio abriu nesta sexta-feira (horário local) em alta de 35,23 pontos (0,37%), aos 9.446,51.

Por sua vez, o Topix, que reúne todos os valores da primeira sessão, avançou 2,10 pontos (0,26%), para 814,51.

Fonte: Uol

11/06/2011

Mercados Internacionais

Segunda-Feira: Mercados em queda com agenda norte-americana vazia, aversão ao risco em relação à crise de déficit européia e desaceleração da economia nos EUA foram os drivers do dia.

Terça-Feira: Europa fechando em leve alta, se recuperando da queda do dia anterior, já nos EUA os mercados caíram após discurso mais negativo do Bernanke sobre a economia norte-americana.

Quarta-Feira: Os mercados na Europa reagiram negativamente ao discurso do Bernanke de terça-feira e fecharam em queda. Nos EUA os índices fecharam a sessão em baixa, seguindo o sentimento de aversão ao risco dos investidores.

Quinta-Feira: Mercados europeus e dos EUA encerraram a sessão em terreno positivo. Dados sobre redução do déficit comercial dos EUA contribuíram para o otimismo na região e como era esperado, o Banco Central Europeu manteve a taxa de juros inalterada em 1,25%.

Sexta-Feira: Os índices norte americanos encerraram em queda pela sexta semana consecutiva. Receios em relação a desaceleração global trouxeram pessimismo para os mercados internacionais.

Mercado doméstico 

Segunda-Feira: Assim como nos mercados estrangeiros o nosso mercado fechou o dia em queda, a desvalorização foi mais forte com receio ás vésperas da divulgação do IPCA de maio.

Terça-Feira: Na esteira da divulgação de bons indicadores de inflação no Brasil pela manhã, como o IPCA, que veio em linha com as expectativas do mercado, o Ibovespa fechou em alta na contramão dos mercados internacionais.

Quarta-Feira: Em um dia carregado de notícias internas, a Bovespa acompanhou o sentimento negativo dos mercados internacionais e encerrou a sessão em queda.

Quinta-Feira: Acompanhando os mercados internacionais o nosso índice encerrou a sessão em alta. Grande parte da sustentação do nosso mercado ficou por conta das principais blue chips, Petrobrás e Vale.

Sexta-Feira: Receios de que a economia mundial esteja se desacelerando e dados de vendas do varejo abaixo das expectativas, levaram o índice a fechar em queda.

Fonte: Um Investimentos