As ações da MMX Mineração (MMXM3) acumularam a maior alta do Ibovespa na semana que passou com valorização de 9,9%. Segundo os analistas gráficos as ações da empresa romperam uma importante resistência que depois foi utilizada como suporte aos preços, o que daria mais confiança a essa alta.
Já as ações da Cosan (CSAN3) não resistiram às mudanças sugeridas pelo governo no setor produtivo de etanol e possível aumento no imposto de exportação do açúcar, e acabaram registrando as maiores perdas da semana no índice Ibovespa com queda de 8,7% no período.
Com o aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre operações a crédito para o consumidor, o setor bancário na Bolsa foi o mais atingido no pregão de sexta-feira. Mas os analistas acreditam que este movimento é passageiro. Eles entendem que o aumento do IOF não irá impactar dramaticamente o nível do consumo do país.
No entanto, Guido Mantega já afirmou que o governo tem mais cartas na manga caso o consumo não arrefeça e traga consigo a queda da inflação.
Mantega ainda ameaçou novas medidas cambiais caso a valorização do Real não reverta no médio prazo. A moeda norte-americana fechou em queda, cotada a R$ 1,57 na sexta-feira.
Segundo o Ministro o governo não permitirá bolhas no mercado financeiro, imobiliário e de capitais.
Os contratos futuros de petróleo (NYMEX:CLK11) fecharam em alta no mercado internacional na sexta-feira. Em Nova Iorque o barril fechou cotado a US$ 112,79 alta de mais de 2%.
A União Européia irá contribuir com 80 bilhões de Euros, aproximadamente R$ 180 bilhões, para o fundo de auxílio financeiro a Portugal.
A China registrou déficit comercial de US$ 1 bilhão no primeiro trimestre deste ano. Isso mostra que o mercado interno da China está se tornando uma alternativa viável às exportações.
A NYSE Euronext rejeitou a oferta recente feita pela Nasdaq OMX e ICE. A NYSE pretende se unir com a Deutsche Boerse. A NYSE Euronext entende que mesmo com a oferta menor feita pela Deutsche Boerse, a união das duas bolsas irá gerar mais valor aos acionistas no longo prazo.
Mostrando postagens com marcador Crédito. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Crédito. Mostrar todas as postagens
08/04/2011
Rapidinhas: Bovespa, Cambio, Economia Mundial, Impostos, Petroleo
Ontem à noite Guido Mantega, Ministro da Fazenda, anunciou que o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) de operações a crédito para pessoas físicas aumentará em 100%, passando para 3%.
Crédito a empresas e para investimentos estão fora do reajuste.
O objetivo da medida é claro: combater a inflação atingindo o consumo. Caso a inflação desacelere o governo poderá rever o reajuste do IOF.
As ações da Cosan (CSAN3) sofreram as maiores perdas do Ibovespa ontem, com queda de 4,84%.
Os investidores estão receosos com a nova regulação na produção do etanol e um possível aumento no imposto de exportação do açúcar.
As medidas anunciadas na quarta-feira pelo governo brasileiro para tentar conter a valorização do Real não surtiram efeito.
Ontem o Dólar fechou cotado a R$ 1,58, queda de 1,9% e menor valor desde agosto de 2008.
O crédito ao consumidor norte-americano surpreendeu os analistas e veio acima do esperado em fevereiro, mostrando mais um sinal da recuperação da economia dos EUA.
Um novo terremoto atingiu o Japão ontem medindo 7,1 graus na escala Richter. Apesar do susto não houve grandes prejuízos e as usinas nucleares do país, inclusive a de Fukushima, não sofreram abalos graves.
O FMI acredita que a cotação atual do barril de petróleo deverá permanecer em alta pelo menos no curto prazo. Ontem o barril de petróleo fechou em alta em Nova Iorque, cotado acima de US$ 110.
Crédito a empresas e para investimentos estão fora do reajuste.
O objetivo da medida é claro: combater a inflação atingindo o consumo. Caso a inflação desacelere o governo poderá rever o reajuste do IOF.
As ações da Cosan (CSAN3) sofreram as maiores perdas do Ibovespa ontem, com queda de 4,84%.
Os investidores estão receosos com a nova regulação na produção do etanol e um possível aumento no imposto de exportação do açúcar.
As medidas anunciadas na quarta-feira pelo governo brasileiro para tentar conter a valorização do Real não surtiram efeito.
Ontem o Dólar fechou cotado a R$ 1,58, queda de 1,9% e menor valor desde agosto de 2008.
O crédito ao consumidor norte-americano surpreendeu os analistas e veio acima do esperado em fevereiro, mostrando mais um sinal da recuperação da economia dos EUA.
Um novo terremoto atingiu o Japão ontem medindo 7,1 graus na escala Richter. Apesar do susto não houve grandes prejuízos e as usinas nucleares do país, inclusive a de Fukushima, não sofreram abalos graves.
O FMI acredita que a cotação atual do barril de petróleo deverá permanecer em alta pelo menos no curto prazo. Ontem o barril de petróleo fechou em alta em Nova Iorque, cotado acima de US$ 110.
IOF no crédito à pessoa física dobra de 1,5% para 3% ao ano, diz Fazenda
A assessoria de imprensa do Ministério da Fazenda esclareceu que o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) que incidirá sobre operações de crédito à pessoa física a partir desta sexta-feira será de 3% ao ano, e não ao mês. Os assessores disseram que o ministro Guido Mantega se equivocou ao dar a informação, em São Paulo, de que a taxa seria ao mês.
A nova alíquota do IOF corresponde a 0,0082% ao dia. Até hoje, as operações de crédito à pessoa física pagavam IOF de 1,5% ao ano, o equivalente a uma taxa diária de 0,0041%.
Em pronunciamento feito em São Paulo, Mantega disse que a medida visa ajudar a trazer a inflação ao patamar adequado. Ele acrescentou que tal iniciativa é regulatória, ou seja, pode ser retirada a partir da normalização da oferta de crédito.
A medida foi anunciada no mesmo dia da divulgação do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), a inflação oficial, que em março teve uma variação de 0,79%. No acumulado de 12 meses, a inflação está em 6,30%, o que ameaça o teto da meta proposta pelo governo, que é de 6,5%. O centro da meta é ainda menor: 4,5%.
Aumentando o custo do crédito, o governo espera reduzir o consumo e aliviar a inflação. A alta de preços ocorre quando há muita procura por produtos e menos quantidade para atender a essa necessidade.
Fonte: Uol Economia
A nova alíquota do IOF corresponde a 0,0082% ao dia. Até hoje, as operações de crédito à pessoa física pagavam IOF de 1,5% ao ano, o equivalente a uma taxa diária de 0,0041%.
Em pronunciamento feito em São Paulo, Mantega disse que a medida visa ajudar a trazer a inflação ao patamar adequado. Ele acrescentou que tal iniciativa é regulatória, ou seja, pode ser retirada a partir da normalização da oferta de crédito.
A medida foi anunciada no mesmo dia da divulgação do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), a inflação oficial, que em março teve uma variação de 0,79%. No acumulado de 12 meses, a inflação está em 6,30%, o que ameaça o teto da meta proposta pelo governo, que é de 6,5%. O centro da meta é ainda menor: 4,5%.
Aumentando o custo do crédito, o governo espera reduzir o consumo e aliviar a inflação. A alta de preços ocorre quando há muita procura por produtos e menos quantidade para atender a essa necessidade.
Fonte: Uol Economia
03/12/2010
BC altera regras para concessão de crédito por parte dos bancos
O Banco Central e o Conselho Monetário Nacional divulgaram nesta sexta-feira (3) novas regras para operações de crédito a pessoas físicas com prazos superiores a 24 meses.
Segundo as medidas, o requerimento de capital das instituições financeiras aumentará dos atuais 11% para 16,5% do valor da operação, devido ao aumento do FPR (Fator de Ponderação de Risco) de 100% para 150%.
Em linhas gerais, a correção pode diminuir a oferta de crédito. A regra também se aplica ao crédito consignado, porém para financiamentos com prazos superiores a 36 meses.
Financiamento de veículos
O aumento do requerimento de capital das instituições financeiras incidirá sobre as operações de financiamento de veículos ou arrendamento mercantil de veículos nas seguintes situações.
O aumento do requerimento de capital das instituições financeiras incidirá sobre as operações de financiamento de veículos ou arrendamento mercantil de veículos nas seguintes situações.
- Prazo entre 24 e 36 meses: quando o valor da entrada for inferior a 20% do valor do bem.
- Prazo entre 36 e 48 meses: quando o valor da entrada for inferior a 30% do valor do bem.
- Prazo entre 48 e 60 meses: quando o valor da entrada for inferior a 40% do valor do bem.
Outras operações de crédito
De acordo com o BC, o aumento do fator de risco não se aplica às operações de crédito rural, às operações de crédito habitacional e ao financiamento ou arrendamento mercantil de veículos de carga.
De acordo com o BC, o aumento do fator de risco não se aplica às operações de crédito rural, às operações de crédito habitacional e ao financiamento ou arrendamento mercantil de veículos de carga.
Fonte: InfoMoney
Assinar:
Postagens (Atom)