Com a saída de Eike Batista do controle da MPX Energia (MPXE3), a companhia começou a dar os primeiros passos a se distanciar do grupo EBX. A MPX está propondo uma nova redação para seu estatuto social e eleger um novo membro para o conselho de administração...
A M. Dias Branco (MDIA3) registrou lucro líquido de R$ 142,7 milhões no segundo trimestre de 2013 (2T13), alta de 22,5% na comparação anual ...
O banco Santader Brasil (SANB11) lucrou R$ 501 milhões no segundo trimestre de 2013 (2T13), queda de 17,8% na comparação anual ...
Reportagem do jornal Folha de S.Paulo apontou uma autuação do Ministério do Trabalho contra a Le Lis Blanc (LLIS3) ao encontrar 28 bolivianos em condições de trabalho análogas à escravidão em oficinas que confeccionavam roupas da companhia ...
A Souza Cruz (CRUZ3) registrou lucro líquido de 435,6 milhões no segundo trimestre de 2013 (2T13), alta de 9,3% em um ano...
O lucro líquido da BRF (BRFS3) subiu 3.160% no segundo trimestre de 2013 (2T13), para R$ 208 milhões ...
Após nove cortes, o Relatório Focus, semanário compilado pelo Banco Central, manteve a previsão de crescimento do PIB brasileiro em 2,28% no ano de 2013. O IPCA, índice de preços utilizado no sistema de metas de inflação do governo, está estimado em 5,75% ao final deste ano. O Dólar deverá encerrar 2013 cotado a R$ 2,25, segundo o relatório, enquanto que em 2014, está estimado em $ 2,30. A taxa Selic, taxa básica de juros da economia brasileira, deve encerrar o ano em 9,25% ao ano, mesmo percentual estimado para o ano que vem...
Fonte: Advfn
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30/07/2013
02/07/2013
Rapidinhas - 02/07/2013
Boa notícia para a Petrobras (PETR4): as importações de derivados de petróleo caíram 36% em junho, na comparação com o mesmo período do ano passado ...
A Marfrig (MRFG3) anunciou ontem mudanças na estrutura organizacional da Marfrig Beef. A nova estrutura organizacional do segmento Marfrig Beef passará a ser dividido em duas unidades operacionais: Brasil e Cone Sul (Argentina, Chile, Uruguai, Rio Grande do Sul e Pampeano) ...
A BM&FBOVESPA, a partir do dia 08 de julho, volta a operar com meia hora a menos no final do dia. O pregão regular para o mercado de ações volta a fechar às 17h00, com after market encerrando às 18h00 ...
A HRT Petróleo (HRTP3) decidiu criar um novo comitê especial para avaliar potenciais vendas de ativos, combinações estratégicas ou fontes adicionais de capital, após o programa exploratório no Solimões ser revisto e significativamente reduzido em virtude de resultados abaixo dos esperados ...
Relatório Focus: o mercado elevou a expectativa para a taxa Selic até o final de 2013 para 9,25% ao ano e reduziu a estimativa de crescimento do PIB brasileiro para 2,4% ...
Fonte: Advfn
A Marfrig (MRFG3) anunciou ontem mudanças na estrutura organizacional da Marfrig Beef. A nova estrutura organizacional do segmento Marfrig Beef passará a ser dividido em duas unidades operacionais: Brasil e Cone Sul (Argentina, Chile, Uruguai, Rio Grande do Sul e Pampeano) ...
A BM&FBOVESPA, a partir do dia 08 de julho, volta a operar com meia hora a menos no final do dia. O pregão regular para o mercado de ações volta a fechar às 17h00, com after market encerrando às 18h00 ...
A HRT Petróleo (HRTP3) decidiu criar um novo comitê especial para avaliar potenciais vendas de ativos, combinações estratégicas ou fontes adicionais de capital, após o programa exploratório no Solimões ser revisto e significativamente reduzido em virtude de resultados abaixo dos esperados ...
Relatório Focus: o mercado elevou a expectativa para a taxa Selic até o final de 2013 para 9,25% ao ano e reduziu a estimativa de crescimento do PIB brasileiro para 2,4% ...
Fonte: Advfn
20/07/2011
Aumento da Selic
SÃO PAULO – A elevação da Selic (taxa básica de juros) pelo Banco
Central, com o objetivo de conter o aumento da inflação, fez com que a
captação dos fundos de investimentos de renda fixa aumentasse no
primeiro semestre do ano.
De acordo com dados da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos
Mercados Financeiros e de Capitais), divulgados nesta terça-feira
(19), os fundos de renda fixa registraram uma captação líquida de R$
49,81 bilhões no primeiro semestre, o que significa um crescimento de
49,98% na comparação com o mesmo período de 2010.
O vice-presidente da entidade, Demóstenes Pinho Neto, ressaltou que
parte deste crescimento se deu por conta da migração de R$ 28 bilhões
em patrimônio de um fundo multimercado, que passou para a categoria
renda fixa, em fevereiro deste ano.
Entretanto, mesmo descontando esta migração, a categoria renda fixa
ainda teria uma captação líquida maior do que os fundos de curto
prazo, que ficaram em segundo lugar entre os que mais captaram, com R$
12,9 bilhões. “Com o aumento das taxas de juros, a captação dos fundos
de renda fixa cresceu este ano”, afirmou Pinho Neto.
Aversão ao risco
Segundo ele, aversão ao risco e o foco em liquidez do investidor
também contribuíram para esta captação maior dos fundos de renda fixa.
“Tivemos claramente um semestre negativo para a renda variável. Se aos
poucos os segmentos de alta renda estavam procurando mais os fundos
com ativos em renda variável, agora verificamos um arrefecimento desta
migração”, afirmou Pinho Neto.
No próximo semestre, a situação não deve mudar muito. “As coisas estão
mais complicadas no cenário internacional neste segundo semestre do
que estavam no primeiro”, disse o vice-presidente, indicando que o
mercado acionário deve continuar enfrentando um cenário de incerteza e
volatilidade.
“Considero que a bolsa brasileira já está barata. Não sei se ela ainda
tem espaço para cair, mas não dá para ter certeza”, afirmou.
Rentabilidade
Segundo a Anbima, nos últimos doze meses, a rentabilidade média dos
fundos de renda fixa atingiu 12,45%. Já os fundos multimercados do
tipo juros e moedas registraram rentabilidade de 12,15% e os
multimercados multiestratégia atingiram 10,59%.
Os fundos de curto prazo apresentaram rendimento médio de 10,99%, os
referenciado DI de 11,24% e os fundos de ações livre, de 12,72%.
Fonte: InfoMoney
Central, com o objetivo de conter o aumento da inflação, fez com que a
captação dos fundos de investimentos de renda fixa aumentasse no
primeiro semestre do ano.
De acordo com dados da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos
Mercados Financeiros e de Capitais), divulgados nesta terça-feira
(19), os fundos de renda fixa registraram uma captação líquida de R$
49,81 bilhões no primeiro semestre, o que significa um crescimento de
49,98% na comparação com o mesmo período de 2010.
O vice-presidente da entidade, Demóstenes Pinho Neto, ressaltou que
parte deste crescimento se deu por conta da migração de R$ 28 bilhões
em patrimônio de um fundo multimercado, que passou para a categoria
renda fixa, em fevereiro deste ano.
Entretanto, mesmo descontando esta migração, a categoria renda fixa
ainda teria uma captação líquida maior do que os fundos de curto
prazo, que ficaram em segundo lugar entre os que mais captaram, com R$
12,9 bilhões. “Com o aumento das taxas de juros, a captação dos fundos
de renda fixa cresceu este ano”, afirmou Pinho Neto.
Aversão ao risco
Segundo ele, aversão ao risco e o foco em liquidez do investidor
também contribuíram para esta captação maior dos fundos de renda fixa.
“Tivemos claramente um semestre negativo para a renda variável. Se aos
poucos os segmentos de alta renda estavam procurando mais os fundos
com ativos em renda variável, agora verificamos um arrefecimento desta
migração”, afirmou Pinho Neto.
No próximo semestre, a situação não deve mudar muito. “As coisas estão
mais complicadas no cenário internacional neste segundo semestre do
que estavam no primeiro”, disse o vice-presidente, indicando que o
mercado acionário deve continuar enfrentando um cenário de incerteza e
volatilidade.
“Considero que a bolsa brasileira já está barata. Não sei se ela ainda
tem espaço para cair, mas não dá para ter certeza”, afirmou.
Rentabilidade
Segundo a Anbima, nos últimos doze meses, a rentabilidade média dos
fundos de renda fixa atingiu 12,45%. Já os fundos multimercados do
tipo juros e moedas registraram rentabilidade de 12,15% e os
multimercados multiestratégia atingiram 10,59%.
Os fundos de curto prazo apresentaram rendimento médio de 10,99%, os
referenciado DI de 11,24% e os fundos de ações livre, de 12,72%.
Fonte: InfoMoney
07/07/2011
Diferença entre poupar e investir
O brasileiro não tem o hábito poupar, muito menos de investir. Em nosso país a maioria das pessoas gasta todo dinheiro que recebe e não possui reservas financeiras. Alguns poupam uma parte do que recebem, e apenas poucas pessoas investem parte de suas receitas.
Mas peraí, poupar não é a mesma coisa que investir? Não, não é, poupar e investir são 2 coisas diferentes, e vou explicar porque.
A situação que a maioria dos brasileiros vive é muito preocupante e arriscada, pois ao menor problema ou imprevisto, essa pessoas acabam tendo que recorrer à empréstimos, que depois são difíceis de se quitar, porque a pessoa estava com o orçamento no limite, o que vai gerar um período de grande dificuldade e stress, e acaba virando uma bola de neve. Outro ponto crítico, que muitos esquecem, é que a cada ano que passa, as pessoas perdem o emprego mais cedo, e não conseguem mais se recolocar no mercado de trabalho, forçando que se aposentem cada vez mais cedo, e com menos recursos. As pessoas tem o péssimo hábito, de achar que o salário recebido é um dinheiro apenas para aquele mês, e não para a vida toda, e esquecem de pensar no que farão para se sustentar na velhice, quando a renda do emprego não existir mais, e só restar a mísera aposentadoria oferecida pelo governo. As pessoas precisam entender, que o salário recebido, não é apenas para aquele mês, e sim, para a vida toda, é mês a mês, que a pessoa tem que formar o seu futuro, e garantir uma tranquilidade lá na frente, porém, não se pode abrir mão de todo presente pensando apenas no futuro, é preciso equilibrar as duas coisas, por isso é muito importante investir e não apenas poupar, para fazer seu dinheiro crescer e trabalhar para você.
Sabendo que devemos investir bem, para termos uma boa reserva não só para nossa aposentadoria, mas também para atingirmos nossos objetivos e sonhos mais facilmente, vamos analisar o motivo de poupar ser difernte de investir.
Poupar é o simples ato de guardar dinheiro, porém, nem sempre o dinheiro guardado vai nos trazer bons retornos, por exemplo, nos meses finais de 2010 e iniciais de 2011, a poupança (aplicação preferida de muitos brasileiros) perdeu para a inflação durante 8 meses seguidos, ou seja, o dinheiro que foi depositado na poupança, apesar de ter rendido um pouquinho todo mês, esse rendimento foi inferior ao aumento da inflação, e após os 8 meses, mesmo tendo mais dinheiro na conta, o seu poder de compra era menor do que 8 meses antes. O que quero dizer aqui, é que a inflação pode corroer o capital mal investido, mesmo quando as pessoas tem a ilusão que o seu patrimonio está aumentando.
Vamos simular um investimento em poupança, com taxas próximas as obtidas em 2010, com duração de 12 meses, com inicio no primeiro dia de 2010, e termino no ultimo dia de 2010.
Supondo que a pessoa tivesse aplicado 10 mil reais, quanto ela teria ao final dos 12 meses? Assumindo que o rendimento médio da poupança foi de 6,80% ao ano, após 12 meses os 10 mil se transformam em 10.680,00. Um ganho liquido de 680,00 reais, correto? Errado. Explico, a inflação em 2010 foi de proxima de 11,32% ao ano, ou seja, por mais que tenhamos 10.680,00 ao final do período, eles equivalem a 9.548,00, pois a inflação corroeu parte do patrimonio, no final de dezembro, era necessário mais de 10 mil para comprar o mesmo produto que se comprava com 10 mil no começo do ano.
Por isso, apenas guardar dinheiro é muito perigoso, e em alguns momentos você estará perdendo dinheiro, ou apenas, empatando, o que não vai te proporcionar ganhos para uma melhor aposentadoria.
Agora vamos ver quanto de capital teríamos se tivessmos investido nosso dinheiro de forma mais rentável, tivessemos buscado alternativas que nos possibilitassem maior ganho. Simulando os mesmos 10 mil em aplicações de maior risco, que dessem um retorno de 1,5% ao mes, nós teríamos ao fim de 12 meses um montante de 11.956,00, e descontando a inflação teríamos 10.705,00. Vejam que a inflação, que em 2010 foi muito alta, levou boa parte do rendimento, mas ainda nos sobrou um aumento de patrimonio real de 705,00 reais.
Claro que a inflação não irá se manter alta, na casa dos 2 digitos pra sempre, porém, mesmo com ela abaixo de 6% ao ano, possibilitando à poupança ganhos reais, esses ganhos serão mínimos, enquanto outras formas de investimento podem trazer retornos excelentes.
Você deve estar me perguntando que investimentos vão dar retornos de 1,5% ao mês, existem diversos, é preciso usar a criatividade e estudar muito, mas a bolsa de valores é uma dessas formas, investimentos em imoveis podem dar um retorno como esse, compra e venda de produtos pode superar esse retorno, aplicações de renda fixa atreladas a inflação podem trazer um excelente resultado, principalmente em épocas que a inflação está alta, existem aplicações que pagam 6% + IGPM ao ano, ou seja, você ja garantiu um ganho real de 6% ao ano, independente do valor da inflação. Não é o objetivo desse post falar detalhadamente de cada investimento possível, mas com o passar dos dias, vou colocando artigos aqui sobre diversos investimentos.
E como já falei no meu artigo sobre juros compostos, quanto maior o prazo de tempo que o dinheiro estiver rendendo, maior será a diferença de capital no final, por isso, quando você pensa que a diferença de rentabilidade é "pequena", de apenas 0,2% ao mês, saiba que no longo prazo essa diferença fica gigantesca.
Confira meu artigo sobre o poder dos juros compostos aqui.
Resumindo, ao investir, você coloca o dinheiro para trabalhar para você ao longo do tempo, e quanto mais tempo tiver, maior será o patrimonio acumulado, e buscando os melhroes investimentos, mais rápido atingirá seus objetivos e melhor será sua aposentadoria. E ao poupar, você está apenas guardando o dinheiro, deixando ele de lado, encostado, parado, sendo corroído pelo dragão da inflação.
Mas peraí, poupar não é a mesma coisa que investir? Não, não é, poupar e investir são 2 coisas diferentes, e vou explicar porque.
A situação que a maioria dos brasileiros vive é muito preocupante e arriscada, pois ao menor problema ou imprevisto, essa pessoas acabam tendo que recorrer à empréstimos, que depois são difíceis de se quitar, porque a pessoa estava com o orçamento no limite, o que vai gerar um período de grande dificuldade e stress, e acaba virando uma bola de neve. Outro ponto crítico, que muitos esquecem, é que a cada ano que passa, as pessoas perdem o emprego mais cedo, e não conseguem mais se recolocar no mercado de trabalho, forçando que se aposentem cada vez mais cedo, e com menos recursos. As pessoas tem o péssimo hábito, de achar que o salário recebido é um dinheiro apenas para aquele mês, e não para a vida toda, e esquecem de pensar no que farão para se sustentar na velhice, quando a renda do emprego não existir mais, e só restar a mísera aposentadoria oferecida pelo governo. As pessoas precisam entender, que o salário recebido, não é apenas para aquele mês, e sim, para a vida toda, é mês a mês, que a pessoa tem que formar o seu futuro, e garantir uma tranquilidade lá na frente, porém, não se pode abrir mão de todo presente pensando apenas no futuro, é preciso equilibrar as duas coisas, por isso é muito importante investir e não apenas poupar, para fazer seu dinheiro crescer e trabalhar para você.
Sabendo que devemos investir bem, para termos uma boa reserva não só para nossa aposentadoria, mas também para atingirmos nossos objetivos e sonhos mais facilmente, vamos analisar o motivo de poupar ser difernte de investir.
Poupar é o simples ato de guardar dinheiro, porém, nem sempre o dinheiro guardado vai nos trazer bons retornos, por exemplo, nos meses finais de 2010 e iniciais de 2011, a poupança (aplicação preferida de muitos brasileiros) perdeu para a inflação durante 8 meses seguidos, ou seja, o dinheiro que foi depositado na poupança, apesar de ter rendido um pouquinho todo mês, esse rendimento foi inferior ao aumento da inflação, e após os 8 meses, mesmo tendo mais dinheiro na conta, o seu poder de compra era menor do que 8 meses antes. O que quero dizer aqui, é que a inflação pode corroer o capital mal investido, mesmo quando as pessoas tem a ilusão que o seu patrimonio está aumentando.
Vamos simular um investimento em poupança, com taxas próximas as obtidas em 2010, com duração de 12 meses, com inicio no primeiro dia de 2010, e termino no ultimo dia de 2010.
Supondo que a pessoa tivesse aplicado 10 mil reais, quanto ela teria ao final dos 12 meses? Assumindo que o rendimento médio da poupança foi de 6,80% ao ano, após 12 meses os 10 mil se transformam em 10.680,00. Um ganho liquido de 680,00 reais, correto? Errado. Explico, a inflação em 2010 foi de proxima de 11,32% ao ano, ou seja, por mais que tenhamos 10.680,00 ao final do período, eles equivalem a 9.548,00, pois a inflação corroeu parte do patrimonio, no final de dezembro, era necessário mais de 10 mil para comprar o mesmo produto que se comprava com 10 mil no começo do ano.
Por isso, apenas guardar dinheiro é muito perigoso, e em alguns momentos você estará perdendo dinheiro, ou apenas, empatando, o que não vai te proporcionar ganhos para uma melhor aposentadoria.
Agora vamos ver quanto de capital teríamos se tivessmos investido nosso dinheiro de forma mais rentável, tivessemos buscado alternativas que nos possibilitassem maior ganho. Simulando os mesmos 10 mil em aplicações de maior risco, que dessem um retorno de 1,5% ao mes, nós teríamos ao fim de 12 meses um montante de 11.956,00, e descontando a inflação teríamos 10.705,00. Vejam que a inflação, que em 2010 foi muito alta, levou boa parte do rendimento, mas ainda nos sobrou um aumento de patrimonio real de 705,00 reais.
Claro que a inflação não irá se manter alta, na casa dos 2 digitos pra sempre, porém, mesmo com ela abaixo de 6% ao ano, possibilitando à poupança ganhos reais, esses ganhos serão mínimos, enquanto outras formas de investimento podem trazer retornos excelentes.
Você deve estar me perguntando que investimentos vão dar retornos de 1,5% ao mês, existem diversos, é preciso usar a criatividade e estudar muito, mas a bolsa de valores é uma dessas formas, investimentos em imoveis podem dar um retorno como esse, compra e venda de produtos pode superar esse retorno, aplicações de renda fixa atreladas a inflação podem trazer um excelente resultado, principalmente em épocas que a inflação está alta, existem aplicações que pagam 6% + IGPM ao ano, ou seja, você ja garantiu um ganho real de 6% ao ano, independente do valor da inflação. Não é o objetivo desse post falar detalhadamente de cada investimento possível, mas com o passar dos dias, vou colocando artigos aqui sobre diversos investimentos.
E como já falei no meu artigo sobre juros compostos, quanto maior o prazo de tempo que o dinheiro estiver rendendo, maior será a diferença de capital no final, por isso, quando você pensa que a diferença de rentabilidade é "pequena", de apenas 0,2% ao mês, saiba que no longo prazo essa diferença fica gigantesca.
Confira meu artigo sobre o poder dos juros compostos aqui.
Resumindo, ao investir, você coloca o dinheiro para trabalhar para você ao longo do tempo, e quanto mais tempo tiver, maior será o patrimonio acumulado, e buscando os melhroes investimentos, mais rápido atingirá seus objetivos e melhor será sua aposentadoria. E ao poupar, você está apenas guardando o dinheiro, deixando ele de lado, encostado, parado, sendo corroído pelo dragão da inflação.
21/05/2011
Varejistas reduzem compras diante da expectativa de queda no consumo
Diante do comportamento mais contido do consumidor, os varejistas reduziram, em média de 1,5%, as compras de seus fornecedores nos meses de abril e maio deste ano na comparação com o mesmo período de 2010.
O dado foi apresentado hoje ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, pelo Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), que reúne 35 grandes varejistas como C&A, Pão de Açúcar, Magazine Luiza, Leroy Merlin e Tok & Stok.
"As medidas que o governo visava para reduzir a taxa de crescimento já estão surtindo efeito, a preocupação agora é em mantê-las nesse nível ou até tomar medidas para reestimular a economia", disse o presidente do IDV, Fernando de Castro.
Segundo o executivo, o último dia das mães foi um exemplo da desaceleração, em que diversos setores venderam menos do que o previsto. Ele considerou que todos os segmentos estão sentindo a desaceleração, mas que ela é um pouco maior para eletroeletrônicos e materiais de construção.
"É muito difícil saber se o remédio é excessivo, mas estamos indicando ao ministro que parece ser suficiente", afirmou Castro. O grupo de varejistas também pediu ao ministro uma intervenção para acabar com as barreiras fiscais introduzidas sobre a comercialização entre Estados.
(Luciana Seabra | Valor)
Fonte: Uol
O dado foi apresentado hoje ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, pelo Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), que reúne 35 grandes varejistas como C&A, Pão de Açúcar, Magazine Luiza, Leroy Merlin e Tok & Stok.
"As medidas que o governo visava para reduzir a taxa de crescimento já estão surtindo efeito, a preocupação agora é em mantê-las nesse nível ou até tomar medidas para reestimular a economia", disse o presidente do IDV, Fernando de Castro.
Segundo o executivo, o último dia das mães foi um exemplo da desaceleração, em que diversos setores venderam menos do que o previsto. Ele considerou que todos os segmentos estão sentindo a desaceleração, mas que ela é um pouco maior para eletroeletrônicos e materiais de construção.
"É muito difícil saber se o remédio é excessivo, mas estamos indicando ao ministro que parece ser suficiente", afirmou Castro. O grupo de varejistas também pediu ao ministro uma intervenção para acabar com as barreiras fiscais introduzidas sobre a comercialização entre Estados.
(Luciana Seabra | Valor)
Fonte: Uol
19/05/2011
Ibovespa destoa das bolsas externas, cai 0,75% e perde os 63 mil pontos
Depois de operar boa parte do pregão desta quinta-feira (19) em alta, o Ibovespa inverteu a tendência ao longo da tarde e fechou em queda de 0,75%, aos 62.367 pontos, sua menor pontuação desde 16 de julho de 2010 (62.339). O giro financeiro do pregão foi de R$ 5,31 bilhões.
O movimento de queda do índice brasileiro vai na contramão do clima positivo visto nos mercados de Wall Street e na Europa. Além da agenda econômica norte-americana, que trouxe resultados mistos, os investidores também repercutiram a renúncia do ex-presidente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Strauss-Kahn, e as avaliações sobre os possíveis sucessores dele à frente do Fundo.
Por aqui, o mercado seguiu atento às declarações do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, o qual afirmou que as medidas tomadas pelo governo para conter a inflação só surtirão efeito no final do segundo trimestre. Tombini também voltou a lembrar que o centro da meta do governo para a inflação, de 4,5% ao ano, deverá ser atingido em 2012.
As ações de imobiliárias, como Cyrela (CYRE3), MRV (MRVE3) e Brookfield (BISA3), se destacaram novamente na ponta negativa do Ibovespa, bem como a JBS (JBSS3). A Petrobras (PETR3, PETR4) também recuou forte, ofuscando o desempenho bastante positivo das ações da Vale (VALE3 +0,89, a R$ 48,54; VALE5 +1,52 a R$ 43,46).
Depois de registrar a segunda maior alta do Ibovespa na véspera, quando subiram 3,41%, as ações da Sabesp (SBSP3) fecharam novamente em alta nesta quinta-feira, cotadas a R$ 48,50 (+2,41%), liderando os ganhos do Ibovespa. O movimento positivo dos papéis, segundo o Citigroup, pode ser explicado pela segunda proposta de revisão tarifária para 2012 divulgada pela Arsesp (Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo) nesta semana.
Em sua nota técnica, a Arsesp disse que pretende aplicar um WACC (Custo Médio Ponderado do Capital, na sigla em inglês) nominal de 8,06% na revisão tarifária da companhia, prevista para agosto de 2012. Segundo os analistas Marcelo Britto e Alexandre Kogake, a notícia é positiva para a empresa, já que era esperado um reajuste com um WACC nominal de 7,30%, enquanto na primeira proposta o WACC nominal era de 7,67%.
Agenda dos EUA
O noticiário norte-americano, que trouxe referências mistas, também repercutiu no pregão. Pela manhã, o Initial Claims apontou que o número de pedidos de auxílio desemprego caiu na passagem semanal e veio melhor que a estimativa.
Outros indicadores, no entanto, ficaram abaixo do esperado, como o Existing Home Sales e o índice que mede o nível da atividade industrial na Filadélfia. Outro indicador que desapontou os investidores foi o Leading Indicators.
Strauss-Kahn renuncia
O mercado repercutiu a renúncia do ex-presidente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, que saiu da prisão nesta tarde, sendo indiciado logo depois pela Corte Suprema de NY. Strauss-Kahn vinha sendo figura fundamental na resolução dos pacotes de auxílio econômico para os países mais atingidos pela crise fiscal na Zona do Euro, além de ser cotado como um dos principais candidatos na disputa presidencial francesa, pelo Partido Socialista.
Após essa notícia o mercado começa a cogitar quem irá suceder o francês na presidência do fundo, justamente num momento onde a atuação do organismo vem tendo importância fundamental.
Dólar
Após três quedas consecutivas, o dólar comercial fechou esta quinta-feira com alta de 0,31%, cotado a R$ 1,617 na venda. Por aqui, destaque para mais uma intervenção do Banco Central no câmbio.
BaCen voltou a comprar dólares por meio de leilão no mercado à vista. A operação teve início às 15h36 (horário de Brasília) e terminou às 15h41, com taxa de corte aceita em R$ 1,6183.
Renda Fixa
No mercado de juros futuros da BM&F Bovespa, os principais contratos fecharam majoritariamente estáveis. O contrato de juros de maior liquidez nesta quinta-feira, com vencimento em janeiro de 2013, registrou uma taxa de 12,52%, 0,02 ponto percentual acima do fechamento de quarta-feira.
No mercado de títulos da dívida externa, o título brasileiro mais líquido, o Global 40, teve ligeira variação negativa de 0,07% em relação ao fechamento anterior, a 136,45% do valor de face.
Já o indicador de risco-País teve variação positiva de um ponto-base em relação ao fechamento anterior, encerrando o dia em 162 pontos.
Bolsas Internacionais
O índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, fechou em leve alta de 0,36% e atingiu 12.605 pontos. Seguindo esta tendência, o índice Nasdaq Composite valorizou-se 0,30% a 2.823 pontos, da mesma forma, o índice S&P 500, que engloba as 500 principais empresas norte-americanas, subiu 0,22% a 1.344 pontos.
Na Europa, o índice CAC 40 da bolsa de Paris registrou alta de 1,25% e atingiu 4.028 pontos; no mesmo sentido, o índice DAX 30 da bolsa de Frankfurt valorizou-se 0,75% chegando a 7.358 pontos e o FTSE 100, da bolsa de Londres, subiu 0,55% a 5.956 pontos.
Confira os eventos previstos para sexta-feira
O único indicador previsto na agenda de sexta-feira (20) é o IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) referente ao período entre 15 de abril e 15 de maio.
Fonte: InfoMoney
O movimento de queda do índice brasileiro vai na contramão do clima positivo visto nos mercados de Wall Street e na Europa. Além da agenda econômica norte-americana, que trouxe resultados mistos, os investidores também repercutiram a renúncia do ex-presidente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Strauss-Kahn, e as avaliações sobre os possíveis sucessores dele à frente do Fundo.
Por aqui, o mercado seguiu atento às declarações do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, o qual afirmou que as medidas tomadas pelo governo para conter a inflação só surtirão efeito no final do segundo trimestre. Tombini também voltou a lembrar que o centro da meta do governo para a inflação, de 4,5% ao ano, deverá ser atingido em 2012.
As ações de imobiliárias, como Cyrela (CYRE3), MRV (MRVE3) e Brookfield (BISA3), se destacaram novamente na ponta negativa do Ibovespa, bem como a JBS (JBSS3). A Petrobras (PETR3, PETR4) também recuou forte, ofuscando o desempenho bastante positivo das ações da Vale (VALE3 +0,89, a R$ 48,54; VALE5 +1,52 a R$ 43,46).
Depois de registrar a segunda maior alta do Ibovespa na véspera, quando subiram 3,41%, as ações da Sabesp (SBSP3) fecharam novamente em alta nesta quinta-feira, cotadas a R$ 48,50 (+2,41%), liderando os ganhos do Ibovespa. O movimento positivo dos papéis, segundo o Citigroup, pode ser explicado pela segunda proposta de revisão tarifária para 2012 divulgada pela Arsesp (Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo) nesta semana.
Em sua nota técnica, a Arsesp disse que pretende aplicar um WACC (Custo Médio Ponderado do Capital, na sigla em inglês) nominal de 8,06% na revisão tarifária da companhia, prevista para agosto de 2012. Segundo os analistas Marcelo Britto e Alexandre Kogake, a notícia é positiva para a empresa, já que era esperado um reajuste com um WACC nominal de 7,30%, enquanto na primeira proposta o WACC nominal era de 7,67%.
Agenda dos EUA
O noticiário norte-americano, que trouxe referências mistas, também repercutiu no pregão. Pela manhã, o Initial Claims apontou que o número de pedidos de auxílio desemprego caiu na passagem semanal e veio melhor que a estimativa.
Outros indicadores, no entanto, ficaram abaixo do esperado, como o Existing Home Sales e o índice que mede o nível da atividade industrial na Filadélfia. Outro indicador que desapontou os investidores foi o Leading Indicators.
Strauss-Kahn renuncia
O mercado repercutiu a renúncia do ex-presidente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, que saiu da prisão nesta tarde, sendo indiciado logo depois pela Corte Suprema de NY. Strauss-Kahn vinha sendo figura fundamental na resolução dos pacotes de auxílio econômico para os países mais atingidos pela crise fiscal na Zona do Euro, além de ser cotado como um dos principais candidatos na disputa presidencial francesa, pelo Partido Socialista.
Após essa notícia o mercado começa a cogitar quem irá suceder o francês na presidência do fundo, justamente num momento onde a atuação do organismo vem tendo importância fundamental.
Dólar
Após três quedas consecutivas, o dólar comercial fechou esta quinta-feira com alta de 0,31%, cotado a R$ 1,617 na venda. Por aqui, destaque para mais uma intervenção do Banco Central no câmbio.
BaCen voltou a comprar dólares por meio de leilão no mercado à vista. A operação teve início às 15h36 (horário de Brasília) e terminou às 15h41, com taxa de corte aceita em R$ 1,6183.
Renda Fixa
No mercado de juros futuros da BM&F Bovespa, os principais contratos fecharam majoritariamente estáveis. O contrato de juros de maior liquidez nesta quinta-feira, com vencimento em janeiro de 2013, registrou uma taxa de 12,52%, 0,02 ponto percentual acima do fechamento de quarta-feira.
No mercado de títulos da dívida externa, o título brasileiro mais líquido, o Global 40, teve ligeira variação negativa de 0,07% em relação ao fechamento anterior, a 136,45% do valor de face.
Já o indicador de risco-País teve variação positiva de um ponto-base em relação ao fechamento anterior, encerrando o dia em 162 pontos.
Bolsas Internacionais
O índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, fechou em leve alta de 0,36% e atingiu 12.605 pontos. Seguindo esta tendência, o índice Nasdaq Composite valorizou-se 0,30% a 2.823 pontos, da mesma forma, o índice S&P 500, que engloba as 500 principais empresas norte-americanas, subiu 0,22% a 1.344 pontos.
Na Europa, o índice CAC 40 da bolsa de Paris registrou alta de 1,25% e atingiu 4.028 pontos; no mesmo sentido, o índice DAX 30 da bolsa de Frankfurt valorizou-se 0,75% chegando a 7.358 pontos e o FTSE 100, da bolsa de Londres, subiu 0,55% a 5.956 pontos.
Confira os eventos previstos para sexta-feira
O único indicador previsto na agenda de sexta-feira (20) é o IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) referente ao período entre 15 de abril e 15 de maio.
Fonte: InfoMoney
Medidas para frear a inflação devem fazer efeito no final do 2º trimestre, diz Tombini
As recentes medidas tomadas pelo governo para tentar frear a inflação deverão surtir efeito a partir do final do segundo trimestre deste ano, afirmou o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, em teleconferência realizada nesta quinta-feira (19). Tombini também voltou a lembrar que o centro da meta do governo para a inflação, de 4,5% ao ano, deverá ser atingido em 2012.
Em abril, o Copom (Comitê de Política Monetária) elevou em 0,25 ponto percentual a taxa básica de juro nacional, levando a Selic para 12,00% ao ano. Esta foi a terceira elevação de um ciclo de aperto monetário que começou em janeiro, quando o Comitê voltou a subir os juros, após uma interrupção em julho de 2010.
"Os recentes resultados são muito promissores. Nós veremos a inflação mensal cair", disse Tombini. "Muito do que estamos fazendo vai começar a mostrar resultado no final do segundo trimestre e os efeitos dessas medidas poderão ser sentidos mais intensivamente na segunda metade deste ano", completou.
Tombini disse ainda que o governo tem trabalhado mais do que pode para garantir que a inflação não sairá do controle. "Nós já comunicamos que o centro da meta do governo para a inflação será atingido em 2012", afirmou.
Crédito
Em relação às medidas macroprudenciais tomadas pelo governo para frear o ritmo de concessão de crédito no País, Tombini disse que vê moderação no crédito nos próximos meses. "Mesmo assim, ainda há muita liquidez no mercado. Ainda há também algumas áreas de crédito que estão crescendo rápido", destacou. O presidente do BC afirmou ainda que espera um crescimento menor que 15% no volume de crédito concedido pelos bancos no Brasil para este ano.
Fonte: InfoMoney
Em abril, o Copom (Comitê de Política Monetária) elevou em 0,25 ponto percentual a taxa básica de juro nacional, levando a Selic para 12,00% ao ano. Esta foi a terceira elevação de um ciclo de aperto monetário que começou em janeiro, quando o Comitê voltou a subir os juros, após uma interrupção em julho de 2010.
"Os recentes resultados são muito promissores. Nós veremos a inflação mensal cair", disse Tombini. "Muito do que estamos fazendo vai começar a mostrar resultado no final do segundo trimestre e os efeitos dessas medidas poderão ser sentidos mais intensivamente na segunda metade deste ano", completou.
Tombini disse ainda que o governo tem trabalhado mais do que pode para garantir que a inflação não sairá do controle. "Nós já comunicamos que o centro da meta do governo para a inflação será atingido em 2012", afirmou.
Crédito
Em relação às medidas macroprudenciais tomadas pelo governo para frear o ritmo de concessão de crédito no País, Tombini disse que vê moderação no crédito nos próximos meses. "Mesmo assim, ainda há muita liquidez no mercado. Ainda há também algumas áreas de crédito que estão crescendo rápido", destacou. O presidente do BC afirmou ainda que espera um crescimento menor que 15% no volume de crédito concedido pelos bancos no Brasil para este ano.
Fonte: InfoMoney
06/05/2011
Fechamento de hoje
E se encerra mais uma semana, nosso indice fechou com alta de 1,59% hoje, recuperando o patamar dos 64 mil pontos e amenizando um pouco as baixas recentes.
Vale e Petro fecharam no negativo, quedas de 0,3% e 1,0% respectivamente.
Ogx conseguiu fechar o dia em alta de quase 1%, tentando uma respirada depois de tanto apanhar. Hoje sai o balanço da empresa, então segunda-feira pode ser um dia de fortes emoções.
O dia hoje foi de destaque para as ações das construtoras, consumo e bancos, com altas acima dos 5% para as construtoras, caso da Mrv, já com a Cyrela a alta foi mais humilde e subiu 3,15%.
Os bancos subiram na casa dos 2%, casos de Itau, Bradesco, Banco do Brasil e Santander.
Cielo e Redecard continuaram a alta, e subiram mais de 2% cada uma.
Já o setor de consumo, subiu forte hoje, com Lojas Renner subindo mais de 3,5%, B2W (Submarino e Americanas.com) tiveram a expressiva alta de 7,4% e Lojas Americanas 9,3% de alta, encerrando muito bem a semana.
O forte movimento das construtoras, bancos e setor de consumo se deve aos dados divulgados referentes a inflação e ao controle do governo, que diz, que a economia está seguindo o caminho esperado.
Vale e Petro fecharam no negativo, quedas de 0,3% e 1,0% respectivamente.
Ogx conseguiu fechar o dia em alta de quase 1%, tentando uma respirada depois de tanto apanhar. Hoje sai o balanço da empresa, então segunda-feira pode ser um dia de fortes emoções.
O dia hoje foi de destaque para as ações das construtoras, consumo e bancos, com altas acima dos 5% para as construtoras, caso da Mrv, já com a Cyrela a alta foi mais humilde e subiu 3,15%.
Os bancos subiram na casa dos 2%, casos de Itau, Bradesco, Banco do Brasil e Santander.
Cielo e Redecard continuaram a alta, e subiram mais de 2% cada uma.
Já o setor de consumo, subiu forte hoje, com Lojas Renner subindo mais de 3,5%, B2W (Submarino e Americanas.com) tiveram a expressiva alta de 7,4% e Lojas Americanas 9,3% de alta, encerrando muito bem a semana.
O forte movimento das construtoras, bancos e setor de consumo se deve aos dados divulgados referentes a inflação e ao controle do governo, que diz, que a economia está seguindo o caminho esperado.
05/05/2011
Presidente do BC diz que estratégia contra inflação não mudou
O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, disse nesta quinta-feira que as estratégias da autoridade para controlar a inflação não mudaram.
Na ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), divulgada na semana passada, o BC deu mais destaque para o uso dos juros como instrumento para segurar a alta de preços, o que foi visto pelo mercado como uma mudança de direção pela instituição, que vinha apoiando suas ações em medidas macroprudenciais, como a restrição ao crédito.
"Não há mudança alguma. Simplesmente na comunicação estamos tratando de dar o destaque necessário para o instrumento convencional. Medidas macroprudenciais serão levadas em conta no processo de aperto das condições monetárias que está em curso para trazer a inflação para o centro da meta", afirmou.
O presidente disse ainda que "há muita falação" que não vem do BC, mas que a linha adotada pela instituição tem sido consistente.
"Não mudou absolutamente nada. O BC vem fazendo a sua política articulada e tem recebido contribuições de outras partes do governo no combate a inflação, é apenas uma questão de ênfase", completou.
O presidente disse ainda que a inflação deverá "rodar no centro da meta" a partir dos próximos meses, o que significa uma inflação mensal de até 0,4%. No acumulado dos 12 meses, porém, a inflação ainda ficará acima dos 4,5% por conta do comportamento dos preços no início do ano. Para 2012, Tombini prevê a inflação no centro da meta, ou seja, em 4,5%.
"Uma política monetária opera com defasagem. Tudo o que foi feito nesses três meses não tem condição de atingir a inflação corrente, vai atingir ao longo do tempo", concluiu.
Fonte: Folha
Na ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), divulgada na semana passada, o BC deu mais destaque para o uso dos juros como instrumento para segurar a alta de preços, o que foi visto pelo mercado como uma mudança de direção pela instituição, que vinha apoiando suas ações em medidas macroprudenciais, como a restrição ao crédito.
"Não há mudança alguma. Simplesmente na comunicação estamos tratando de dar o destaque necessário para o instrumento convencional. Medidas macroprudenciais serão levadas em conta no processo de aperto das condições monetárias que está em curso para trazer a inflação para o centro da meta", afirmou.
O presidente disse ainda que "há muita falação" que não vem do BC, mas que a linha adotada pela instituição tem sido consistente.
"Não mudou absolutamente nada. O BC vem fazendo a sua política articulada e tem recebido contribuições de outras partes do governo no combate a inflação, é apenas uma questão de ênfase", completou.
O presidente disse ainda que a inflação deverá "rodar no centro da meta" a partir dos próximos meses, o que significa uma inflação mensal de até 0,4%. No acumulado dos 12 meses, porém, a inflação ainda ficará acima dos 4,5% por conta do comportamento dos preços no início do ano. Para 2012, Tombini prevê a inflação no centro da meta, ou seja, em 4,5%.
"Uma política monetária opera com defasagem. Tudo o que foi feito nesses três meses não tem condição de atingir a inflação corrente, vai atingir ao longo do tempo", concluiu.
Fonte: Folha
28/04/2011
Agenda do investidor para esta quinta-feira
No Brasil a FGV (Fundação Getulio Vargas) divulga o IGP-M, índice de inflação calculado todo o mês e comumente utilizado para a correção de contratos de aluguel e tarifas de energia elétrica. O Banco Central publica a Ata da última reunião do COPOM (Comitê de Política Monetária) na qual se discute os fatores que influenciaram o aumento de 0,25% na taxa de juros e perspectivas econômicas para o futuro próximo. Nos Estados Unidos o Departamento do Trabalho divulga os Pedidos de Seguro-Desemprego semanal. O Departamento do Comércio divulga o a terceira prévia do PIB (Produto Interno Bruto) do primeiro trimestre e publica as Vendas Pendentes de Imóveis. No Japão começará a reunião do comitê de política monetária do Bank of Japan.
Fonte: Advfn
Fonte: Advfn
27/04/2011
Rapidinhas: Inflação, Juros, Cambio, Economia Mundial
Alexandre Tombini, presidente do Banco Central do Brasil, afirmou que o COPOM decidiu aumentar a taxa de juros Selic em 0,25% na reunião passada porque foi necessário.
Segundo Tombini o intuito é combater diretamente a inflação, através da diminuição da expansão do crédito.
O presidente do BC descarta controlar completamente a inflação neste ano. É muito mais provável que a inflação volte ao centro da meta (de 4,5% ao ano) somente em 2012.
A própria presidente Dilma Rousseff engrossou o coro contra crescente inflação em discurso ontem. A presidente culpou a alta dos alimentos e do etanol como principais fatores inflacionários.
O Real marcou nova valorização ontem contra o Dólar deixando a moeda norte-americana novamente para trás. O Dólar caiu quase 0,5% cotado a R$ 1,567.
O preço de moradias medido pelo índice S&P Case-Shiller nos EUA mostrou contração em fevereiro.
Ano a ano o índice mostrou queda de 2,6% nos preços dos imóveis, no entanto na comparação mensal o índice pouco se alterou, e até mesmo amenizou a queda vista nos dados revisados.
A montadora de veículos norte-americana Ford, segunda maior dos EUA, atrás apenas da General Motors, lucrou US$ 2,5 bilhões no primeiro trimestre de 2011, alta de 22%, surpreendendo os analistas.
Os aumentos nos lucros vieram de preços mais altos cobrados por seus automóveis. A montadora tem conseguido aumentar os preços dos seus veículos consistentemente porque os consumidores tem se agradado das últimos lançamentos da companhia.
No entanto, as dívidas da empresa ainda preocupam os analistas. A Ford está mais endividada que seus concorrentes, pois durante a crise de 2008 a montadora tomou empréstimos de US$ 23 bilhões diretamente no mercado, ao invés de ser auxiliada pelo governo norte-americano.
Segundo Tombini o intuito é combater diretamente a inflação, através da diminuição da expansão do crédito.
O presidente do BC descarta controlar completamente a inflação neste ano. É muito mais provável que a inflação volte ao centro da meta (de 4,5% ao ano) somente em 2012.
A própria presidente Dilma Rousseff engrossou o coro contra crescente inflação em discurso ontem. A presidente culpou a alta dos alimentos e do etanol como principais fatores inflacionários.
O Real marcou nova valorização ontem contra o Dólar deixando a moeda norte-americana novamente para trás. O Dólar caiu quase 0,5% cotado a R$ 1,567.
O preço de moradias medido pelo índice S&P Case-Shiller nos EUA mostrou contração em fevereiro.
Ano a ano o índice mostrou queda de 2,6% nos preços dos imóveis, no entanto na comparação mensal o índice pouco se alterou, e até mesmo amenizou a queda vista nos dados revisados.
A montadora de veículos norte-americana Ford, segunda maior dos EUA, atrás apenas da General Motors, lucrou US$ 2,5 bilhões no primeiro trimestre de 2011, alta de 22%, surpreendendo os analistas.
Os aumentos nos lucros vieram de preços mais altos cobrados por seus automóveis. A montadora tem conseguido aumentar os preços dos seus veículos consistentemente porque os consumidores tem se agradado das últimos lançamentos da companhia.
No entanto, as dívidas da empresa ainda preocupam os analistas. A Ford está mais endividada que seus concorrentes, pois durante a crise de 2008 a montadora tomou empréstimos de US$ 23 bilhões diretamente no mercado, ao invés de ser auxiliada pelo governo norte-americano.
25/04/2011
Rapidinhas: Bovespa, Selic, Ouro
Na quarta-feira da semana passada o Banco Central decidiu aumentar em 0,25% a taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, para 12% ao ano.
Dessa vez a decisão do Banco Central deixou os economistas divididos: Alguns esperam alta de 0,5% enquanto outros não esperavam nenhum aumento na taxa de juros.
Os investidores que apostaram em um aumento mais fraco na Selic viram as empresas do setor de construção civil virar destaque de alta na semana.
As ações de construtoras são sensíveis aos aumentos nas taxas de juros, pois influenciam no valor das parcelas de financiamento da casa própria.
Depois da aceleração da inflação, iniciada no ano passado, o setor passou por momentos difíceis na Bolsa, com o temor dos investidores de que o Banco Central iria enxugar os recursos disponíveis no mercado para o financiamento de imóveis.
Na quarta-feira as ações da OGX Petróleo (OGXP3) continuaram o movimento de recuperação de perdas e subiram mais de 5%, maior alta do índice Ibovespa.
No entanto a valorização recente não compensou a forte queda nas ações da empresa, após o relatório de avaliação das reservas de petróleo e gás da empresa, e fecharam a semana em queda de mais de 8%, a maior do índice Ibovespa.
As ações da Duratex (DTEX3) tiveram a maior valorização do índice Ibovespa na semana passada, com alta de 6,7% no período.
A CPFL Energia (CPFE3) e a ERSA Energias Renováveis pretendem unir ativos e projetos de energia renovável no Brasil.
O negócio resultará na criação de uma companhia com mais de 1.000 MW de potência em operação e construção, com presença marcante nas três principais tecnologias de energia renovável desenvolvidas atualmente no país - Parques Eólicos, Pequenas Centrais Hidrelétricas e Usinas Termelétricas a Biomassa ...
As ações ordinárias da CSN (CSNA3) apresentam um dos melhores desempenhos do índice Ibovespa na quarta-feira após a Rio Tinto comprar da siderúrgica a participação de 19,9% que detinha no capital da Riversdale, produtora de carvão da Austrália, por US$ 830 milhões.
Os contratos futuros com vencimento em maio do Ouro superaram pela primeira vez a cotação de US$ 1.500 a onça na Bolsa COMEX de Nova Iorque.
O preço equivale a R$ 76,20 a grama do metal para investimento.
Dessa vez a decisão do Banco Central deixou os economistas divididos: Alguns esperam alta de 0,5% enquanto outros não esperavam nenhum aumento na taxa de juros.
Os investidores que apostaram em um aumento mais fraco na Selic viram as empresas do setor de construção civil virar destaque de alta na semana.
As ações de construtoras são sensíveis aos aumentos nas taxas de juros, pois influenciam no valor das parcelas de financiamento da casa própria.
Depois da aceleração da inflação, iniciada no ano passado, o setor passou por momentos difíceis na Bolsa, com o temor dos investidores de que o Banco Central iria enxugar os recursos disponíveis no mercado para o financiamento de imóveis.
Na quarta-feira as ações da OGX Petróleo (OGXP3) continuaram o movimento de recuperação de perdas e subiram mais de 5%, maior alta do índice Ibovespa.
No entanto a valorização recente não compensou a forte queda nas ações da empresa, após o relatório de avaliação das reservas de petróleo e gás da empresa, e fecharam a semana em queda de mais de 8%, a maior do índice Ibovespa.
As ações da Duratex (DTEX3) tiveram a maior valorização do índice Ibovespa na semana passada, com alta de 6,7% no período.
A CPFL Energia (CPFE3) e a ERSA Energias Renováveis pretendem unir ativos e projetos de energia renovável no Brasil.
O negócio resultará na criação de uma companhia com mais de 1.000 MW de potência em operação e construção, com presença marcante nas três principais tecnologias de energia renovável desenvolvidas atualmente no país - Parques Eólicos, Pequenas Centrais Hidrelétricas e Usinas Termelétricas a Biomassa ...
As ações ordinárias da CSN (CSNA3) apresentam um dos melhores desempenhos do índice Ibovespa na quarta-feira após a Rio Tinto comprar da siderúrgica a participação de 19,9% que detinha no capital da Riversdale, produtora de carvão da Austrália, por US$ 830 milhões.
Os contratos futuros com vencimento em maio do Ouro superaram pela primeira vez a cotação de US$ 1.500 a onça na Bolsa COMEX de Nova Iorque.
O preço equivale a R$ 76,20 a grama do metal para investimento.
20/04/2011
Rapidinhas: Bovespa, Cambio, Juros, Bolsas Mundiais
Os papéis da OGX Petróleo (OGXP3) apresentaram o melhor desempenho dentre as ações que compõem o índice Ibovespa ontem, fechando com alta de quase 5% com o maior volume de operações na Bolsa.
Os analistas acharam exagerada a reação do mercado na segunda-feira ao avaliar o relatório de reservas de petróleo e gás da OGX. Eles apostam que a petrolífera é um ótimo negócio para se investir no longo prazo.
A Brasil Ecodiesel (ECOD3) recebeu ontem uma proposta venda da Vanguarda Participações S/A por R$ 1,2 bilhão entre troca de ações da Brasil Ecodiesel e aporte em dinheiro.
A aquisição da Vanguarda cristalizaria a estratégia da Brasil Ecodiesel de diversificação nas operações, iniciada com a compra da Maeda no ano passado e criaria a maior empresa de capital aberto do setor do agronegócio do Brasil.
A Petrobras (PETR3 e PETR4) anunciou ontem a primeira exportação de petróleo extraído de suas operações nos campos pré-sal. No total um milhão de barris de petróleo, extraídos do campo de Lula, chamado anteriormente de Tupi, foram vendidos ao Chile e devem embarcar no próximo mês para o país.
O processo de capitalização da Petrobras não foi à toa e a petrolífera está investindo pesado na exploração do pré-sal. A empresa também informou que iniciou ontem o Teste de Longa Duração da área de Brava, no pré-sal da Bacia de Campos.
A América Latina Logística (ALLL3) divulgou a prévia dos resultados do primeiro trimestre de 2011 ontem. Em comparação ao mesmo período de 2010 a empresa transportou 4,1% mais TKU (Toneladas por Quilômetro na sigla em inglês) e aumentou seu EBITDA, referência para ganhos antes de juros, impostos, depreciação e amortização, em 1,7%, acumulando R$ 301 milhões.
A cotação do Dólar (DOLK11) caiu 0,8% ontem, fechando abaixo de R$ 1,58 novamente.
Os analistas explicam o movimento pela suavização do temor dos investidores com uma possível reavaliação do rating dos títulos públicos dos Estados Unidos e com a decisão do COPOM sobre a taxa de juros no Brasil hoje.
A maioria dos economistas agora aposta em um aumento de apenas 0,25% na Selic, elevando a taxa de juros básica da economia para 12% ao ano.
A Nasdaq OMX e a IntercontinentalExchange refizeram a proposta de compra da bolsa NYSE Euronext ontem por US$ 11 bilhões. Está ficando difícil para a NYSE recusar a proposta, ainda mais agora que prevê o pagamento de uma multa de US$ 700 milhões caso o negócio não seja autorizado pelas agências reguladoras.
Os analistas acharam exagerada a reação do mercado na segunda-feira ao avaliar o relatório de reservas de petróleo e gás da OGX. Eles apostam que a petrolífera é um ótimo negócio para se investir no longo prazo.
A Brasil Ecodiesel (ECOD3) recebeu ontem uma proposta venda da Vanguarda Participações S/A por R$ 1,2 bilhão entre troca de ações da Brasil Ecodiesel e aporte em dinheiro.
A aquisição da Vanguarda cristalizaria a estratégia da Brasil Ecodiesel de diversificação nas operações, iniciada com a compra da Maeda no ano passado e criaria a maior empresa de capital aberto do setor do agronegócio do Brasil.
A Petrobras (PETR3 e PETR4) anunciou ontem a primeira exportação de petróleo extraído de suas operações nos campos pré-sal. No total um milhão de barris de petróleo, extraídos do campo de Lula, chamado anteriormente de Tupi, foram vendidos ao Chile e devem embarcar no próximo mês para o país.
O processo de capitalização da Petrobras não foi à toa e a petrolífera está investindo pesado na exploração do pré-sal. A empresa também informou que iniciou ontem o Teste de Longa Duração da área de Brava, no pré-sal da Bacia de Campos.
A América Latina Logística (ALLL3) divulgou a prévia dos resultados do primeiro trimestre de 2011 ontem. Em comparação ao mesmo período de 2010 a empresa transportou 4,1% mais TKU (Toneladas por Quilômetro na sigla em inglês) e aumentou seu EBITDA, referência para ganhos antes de juros, impostos, depreciação e amortização, em 1,7%, acumulando R$ 301 milhões.
A cotação do Dólar (DOLK11) caiu 0,8% ontem, fechando abaixo de R$ 1,58 novamente.
Os analistas explicam o movimento pela suavização do temor dos investidores com uma possível reavaliação do rating dos títulos públicos dos Estados Unidos e com a decisão do COPOM sobre a taxa de juros no Brasil hoje.
A maioria dos economistas agora aposta em um aumento de apenas 0,25% na Selic, elevando a taxa de juros básica da economia para 12% ao ano.
A Nasdaq OMX e a IntercontinentalExchange refizeram a proposta de compra da bolsa NYSE Euronext ontem por US$ 11 bilhões. Está ficando difícil para a NYSE recusar a proposta, ainda mais agora que prevê o pagamento de uma multa de US$ 700 milhões caso o negócio não seja autorizado pelas agências reguladoras.
Entenda a relação entre a Selic fixada pelo Copom e a taxa over dos bancos
Muito se discute sobre a taxa básica de juros do Brasil, a Selic, porém a maioria das pessoas não sabe como ela é formada e nem sua aplicação no dia a dia dos mercados. Ainda mais pelo fato da taxa estipulada pelo Banco Central, oficialmente conhecida como Selic Meta, não ser a mesma taxa utilizada nas transações interbancárias, a Selic Over, que por sua vez é observada no sistema SELIC.
Confuso? Para esclarecer as diferenças, basta ter claro o conceito da taxa Selic Meta, sua relação com a taxa Selic praticada pelo mercado e também o papel do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia, também conhecido como SELIC.
A Selic Meta
Nas reuniões do Copom (Comitê de Política Monetária), que ocorrem 8 vezes ao ano, os diretores do Banco Central discutem quais as perspectivas para a economia brasileira, como a inflação passada e esperada, crescimento econômico do País, câmbio, taxa de juro externa, nível de atividade e crédito, entre outras variantes. Em função destas discussões, decidem qual o nível ideal da taxa de juros do País - se ela deve ser elevada, reduzida, ou mantida. Ao final das reuniões, faz-se uma nota à imprensa e uma semana depois é publicada a ata com as deliberações e vetores observados.
Essa taxa deliberada pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central é a Selic Meta, ou em outras palavras, a meta do Banco Central para a taxa efetivamente formanda nas transações ocorridas no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia.
O SELIC é o depositário central dos títulos emitidos pelo Tesouro Nacional e pelo Banco Central do Brasil. O sistema processa a emissão, o resgate, o pagamento dos juros, a custódia e a liquidação das operações (definitivas e compromissadas), envolvendo estes títulos públicos, registrados em seu ambiente.
Como se forma a Selic Over
Como explica Ricardo Rocha, professor de Finanças do Insper (Instituto de Ensino e Pesquisa), a taxa Selic Over é obtida a partir do financiamento no mercado interbancário lastreado em títulos públicos, sendo calculada diariamente. Estas operações são firmadas justamente no sistema SELIC, na forma de operações compromissadas.
Esta taxa surge da necessidade de financiamento de quem está comprando títulos públicos, e sua formação depende da lei da oferta e demanda por estes fundos. Quando há mais investidores para realizar os financiamentos, a Selic Over é menor, porém se há mais pessoas com carteiras de títulos para tomar dinheiro, ela sobe.
Para entender melhor o mecanismo de financiamento interbancário na forma de operações compromissadas com lastro em títulos públicos, suponha que o compulsório seja de 20%. Um determinado banco X chega ao final do dia com um total de R$ 200.000 em depósitos à vista, devendo, então, recolher 20% deste valor, ou seja, R$ 40.000, junto ao BC. Contudo, suas reservas no Banco Central somam R$ 35.000 - logo, faltam R$ 5.000 para fechar o balanço do banco.
Ele terá que recorrer a outro banco que teve um excesso de reservas. Ao fazer essa operação de financiamento, o banco X terá que transferir ao banco Y títulos de sua carteira de ativos como forma de garantia ao empréstimo de R$ 5.000. Ou seja, o banco Y compra títulos públicos do banco X com uma garantia de que serão recomprados em um prazo pré-estabelecido, mediante o pagamento de juros.
Chegamos ao ponto crucial: esta taxa de juros utilizada nesse empréstimo interbancário é exatamente a Selic Over. Ela se refere aos empréstimos de 1 dia, que são os mais comuns neste tipo de transação entre bancos.
É claro que no mundo real não existem só dois bancos envolvidos nessa operação, cobrando taxas distintas. Ao final do dia, calcula-se a taxa de juros média de todos os empréstimos interbancários ponderada pelo volume de negócios no dia.
Na verdade o banco X ainda tem outra opção: pedir empréstimo ao BC, o redesconto, porém essa prática é pouco utilizada, pois os juros cobrados são punitivos.
Onde entra o Banco Central?
Até agora o Banco Central parece ser um espectador do processo, mas sua participação entra a partir daqui. Existem dois tipos de mercado para os títulos públicos: primário e secundário. O primário envolve a compra de títulos por parte dos bancos; o secundário envolve o Banco Central. Quando o BC quer alterar a base monetária é preciso que ele realize operações de mercado aberto, ou seja, comprar e vender títulos no mercado secundário.
Teoricamente, o mecanismo é simples. Suponha que o BC queira expandir a base monetária, logo ele terá que comprar títulos no mercado aberto. Nesse caso, as reservas do banco que está vendendo os títulos aumentam, o que permite que ele conceda empréstimos mais baratos, ou seja, a juros menores no mercado interbancário. Como isso ocorre entre vários bancos simultaneamente, os juros interbancários caem, o que significa que a Selic Over cai também. O mecanismo para contração da base monetária é justamente o oposto.
Taxa de juros estabelecida pelo Banco Central é, como o nome diz, uma meta
O BC determina uma meta para a Selic, mas não consegue determinar a taxa efetivamente formada no mercado. Por que isso ocorre?
Porque a taxa Selic meta é o que o Banco Central espera que vá acontecer nas transações interbancárias - em outras palavras, é, como o próprio nome diz, uma meta. Através de suas intervenções com as operações de mercado aberto, o BC consegue comprar e vender títulos no mercado secundário e, assim, influenciar as taxas de juros formadas nas transações entre os bancos.
Fonte: InfoMoney
Confuso? Para esclarecer as diferenças, basta ter claro o conceito da taxa Selic Meta, sua relação com a taxa Selic praticada pelo mercado e também o papel do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia, também conhecido como SELIC.
A Selic Meta
Nas reuniões do Copom (Comitê de Política Monetária), que ocorrem 8 vezes ao ano, os diretores do Banco Central discutem quais as perspectivas para a economia brasileira, como a inflação passada e esperada, crescimento econômico do País, câmbio, taxa de juro externa, nível de atividade e crédito, entre outras variantes. Em função destas discussões, decidem qual o nível ideal da taxa de juros do País - se ela deve ser elevada, reduzida, ou mantida. Ao final das reuniões, faz-se uma nota à imprensa e uma semana depois é publicada a ata com as deliberações e vetores observados.
Essa taxa deliberada pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central é a Selic Meta, ou em outras palavras, a meta do Banco Central para a taxa efetivamente formanda nas transações ocorridas no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia.
O SELIC é o depositário central dos títulos emitidos pelo Tesouro Nacional e pelo Banco Central do Brasil. O sistema processa a emissão, o resgate, o pagamento dos juros, a custódia e a liquidação das operações (definitivas e compromissadas), envolvendo estes títulos públicos, registrados em seu ambiente.
Como se forma a Selic Over
Como explica Ricardo Rocha, professor de Finanças do Insper (Instituto de Ensino e Pesquisa), a taxa Selic Over é obtida a partir do financiamento no mercado interbancário lastreado em títulos públicos, sendo calculada diariamente. Estas operações são firmadas justamente no sistema SELIC, na forma de operações compromissadas.
Esta taxa surge da necessidade de financiamento de quem está comprando títulos públicos, e sua formação depende da lei da oferta e demanda por estes fundos. Quando há mais investidores para realizar os financiamentos, a Selic Over é menor, porém se há mais pessoas com carteiras de títulos para tomar dinheiro, ela sobe.
Para entender melhor o mecanismo de financiamento interbancário na forma de operações compromissadas com lastro em títulos públicos, suponha que o compulsório seja de 20%. Um determinado banco X chega ao final do dia com um total de R$ 200.000 em depósitos à vista, devendo, então, recolher 20% deste valor, ou seja, R$ 40.000, junto ao BC. Contudo, suas reservas no Banco Central somam R$ 35.000 - logo, faltam R$ 5.000 para fechar o balanço do banco.
Ele terá que recorrer a outro banco que teve um excesso de reservas. Ao fazer essa operação de financiamento, o banco X terá que transferir ao banco Y títulos de sua carteira de ativos como forma de garantia ao empréstimo de R$ 5.000. Ou seja, o banco Y compra títulos públicos do banco X com uma garantia de que serão recomprados em um prazo pré-estabelecido, mediante o pagamento de juros.
Chegamos ao ponto crucial: esta taxa de juros utilizada nesse empréstimo interbancário é exatamente a Selic Over. Ela se refere aos empréstimos de 1 dia, que são os mais comuns neste tipo de transação entre bancos.
É claro que no mundo real não existem só dois bancos envolvidos nessa operação, cobrando taxas distintas. Ao final do dia, calcula-se a taxa de juros média de todos os empréstimos interbancários ponderada pelo volume de negócios no dia.
Na verdade o banco X ainda tem outra opção: pedir empréstimo ao BC, o redesconto, porém essa prática é pouco utilizada, pois os juros cobrados são punitivos.
Onde entra o Banco Central?
Até agora o Banco Central parece ser um espectador do processo, mas sua participação entra a partir daqui. Existem dois tipos de mercado para os títulos públicos: primário e secundário. O primário envolve a compra de títulos por parte dos bancos; o secundário envolve o Banco Central. Quando o BC quer alterar a base monetária é preciso que ele realize operações de mercado aberto, ou seja, comprar e vender títulos no mercado secundário.
Teoricamente, o mecanismo é simples. Suponha que o BC queira expandir a base monetária, logo ele terá que comprar títulos no mercado aberto. Nesse caso, as reservas do banco que está vendendo os títulos aumentam, o que permite que ele conceda empréstimos mais baratos, ou seja, a juros menores no mercado interbancário. Como isso ocorre entre vários bancos simultaneamente, os juros interbancários caem, o que significa que a Selic Over cai também. O mecanismo para contração da base monetária é justamente o oposto.
Taxa de juros estabelecida pelo Banco Central é, como o nome diz, uma meta
O BC determina uma meta para a Selic, mas não consegue determinar a taxa efetivamente formada no mercado. Por que isso ocorre?
Porque a taxa Selic meta é o que o Banco Central espera que vá acontecer nas transações interbancárias - em outras palavras, é, como o próprio nome diz, uma meta. Através de suas intervenções com as operações de mercado aberto, o BC consegue comprar e vender títulos no mercado secundário e, assim, influenciar as taxas de juros formadas nas transações entre os bancos.
Fonte: InfoMoney
Aposta é de alta de 50pb da Selic, mas mudança de estratégia não é descartada
O Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) inicia sua reunião nesta terça-feira (19) sem deixar pistas muito claras ao mercado sobre os rumos da política monetária do País. Em meio a um cenário inflacionário ainda complicado, os analistas se dividiram ao apontar qual será a elevação da taxa Selic promovida pelo comitê.
A maioria das apostas se concentra em alta de 50 pontos-base, mas nas últimas semanas a projeção de duas altas de 25 pb ganhou força.
"Acreditamos em uma alta de 50 pb nessa reunião, para ajudar a conter a deterioração significativa do cenário inflacionário, mas admitimos que os riscos de uma estratégia de duas elevações de 25 pb são altos", diz o Société Générale, avaliando o tom mais ameno o tom adotado pelo BC recentemente.
Faz diferença?
O banco francês afirma que, apesar de parecer a mesma coisa, não é. "A sinalização é diferente", explica Alejandro Cuadrado, analista do banco. Enquanto uma alta mais forte da taxa Selic agora poderia restaurar a credibilidade do BC, um movimento mais brando justamente quando a inflação está em alta poderia reforçar uma alta na curva de juros.
A Gradual também destaca essa "migração" do mercado para expectativas de alta de 25 pb na Selic. "O cenário de inflação mais comportada no segundo semestre [como vem sendo apontado pelo BC] não nos parece absurdo, e de fato há eventos que podem levar a uma queda nos preços", diz a corretora, listando o fim do QE2, nos EUA, o efeito das medidas adotadas até agora pelo BC e o aperto monetário nos emergentes como razões para esse arrefecimento da inflação.
Sangue frio
Por isso, "o Banco Central tem que ter sangue frio agora e manter-se fiel ao plano por ele mesmo traçado. Mudar de tom agora pode custar ainda mais caro no controle das expectativas", diz o economista André Perfeito, que acredita que uma alta de 25 pb, acompanhada de alguma medida macroprudencial já será suficiente para "acomodar a atividade de forma mais tempestiva".
No mesmo sentido, a Rosenberg também aponta o "dilema" do BC em seguir o caminho previamente traçado - e prometido ao Governo - de encerrar o ciclo de aperto com uma alta de 50 pb da taxa Selic em abril, ou mudar de estratégia agora, "já com o desgaste de ter que se explicar à mais alta autoridade do País". "Se houver uma mudança de rumo, o comunicado e a ata seriam as oportunidades perfeitas para comunicá-la ao mercado. A conferir", escreve a consultoria.
+25 pb
Além de Perfeito, a Bradesco Corretora e a Modal também apostam em uma alta de apenas 25 pb na taxa Selic - que, na visão da asset, deve ser a última. "Temos a percepção de que o Banco Central torce por uma janela de oportunidade que se abrirá após esse próximo Copom, com dados mais fracos de atividade, em conjunto com uma desaceleração na inflação mês a mês, dados de crédito também enfraquecidos e contas fiscais mostrando desaceleração dos gastos", diz a asset.
Entretanto, essa indicação não seria a melhor opção do BC, segundo os economistas da Modal. "Mesmo que esses indícios de desaceleração se materializem, acreditamos que o BC não deveria sinalizar a parada de juros nessa reunião, por acharmos que ainda é muito cedo para indicar se os dados de março/abril serão fruto de um efeito estatístico ou se representarão uma tendência de desaceleração da economia que ajudaria no combate inflacionário. Os riscos são grandes em caso de insucesso e melhor seria gerar um ciclo de aumento de juros mais longo".
Mais medidas macroprudenciais à vista
Apesar de não entrarem em acordo sobre o tamanho da alta da Selic, as análises de modo geral têm algo em comum: o BC deve anunciar novas medidas macroprudenciais para complementar os efeitos sobre a inflação no País. "É mais provável que o BC opte pela intesificação do uso de instrumentos macroprudenciais para conter a demanda agregada", afirma a LCA. A consultoria espera uma alta de 50 pb na taxa de juro nesta reunião.
Neste mesmo sentido, Guilherme Loureiro, do Barclays, prevê uma elevação de 50 pb do juro básico seguida de um período de pausa por parte do BC, para observar o comportamento da inflação, mas sem descartar a implantação novas medidas macroprudenciais, especialmente para conter a oferta de crédito.
Já o banco francês acredita que é "bastante possível" que o aperto monetário venha desses instrumentos alternativos, já que o BC tem "capacidade política e vontade limitadas para responder às pressões inflacionárias e às perspectivas otimistas".
Governo e mercado divergentes
Também apostando em alta de 50 pb, a Rosenberg & Associados levanta os próximos passos do Copom como principal ponto a ser observado, uma vez "o mercado vem tentanto convencer o Governo de que será necessário ter um aperto monetário maior do que ele imaginava e tudo indica que o BC começa a se convencer", afirma a equipe liderada por Thais Marzola Zara.
"Enquanto o BC vê a inflação ceder no último trimestre, o mercado entende que as ações tomadas até agora, incluindo o que tem sido sinalizado pelo BC para suas ações no futuro imediato - i.e. Selic encerrando o ano em 12,25% - não serão suficientes", completa o time da Rosenberg & Associados.
Fonte: InfoMoney
A maioria das apostas se concentra em alta de 50 pontos-base, mas nas últimas semanas a projeção de duas altas de 25 pb ganhou força.
"Acreditamos em uma alta de 50 pb nessa reunião, para ajudar a conter a deterioração significativa do cenário inflacionário, mas admitimos que os riscos de uma estratégia de duas elevações de 25 pb são altos", diz o Société Générale, avaliando o tom mais ameno o tom adotado pelo BC recentemente.
Faz diferença?
O banco francês afirma que, apesar de parecer a mesma coisa, não é. "A sinalização é diferente", explica Alejandro Cuadrado, analista do banco. Enquanto uma alta mais forte da taxa Selic agora poderia restaurar a credibilidade do BC, um movimento mais brando justamente quando a inflação está em alta poderia reforçar uma alta na curva de juros.
A Gradual também destaca essa "migração" do mercado para expectativas de alta de 25 pb na Selic. "O cenário de inflação mais comportada no segundo semestre [como vem sendo apontado pelo BC] não nos parece absurdo, e de fato há eventos que podem levar a uma queda nos preços", diz a corretora, listando o fim do QE2, nos EUA, o efeito das medidas adotadas até agora pelo BC e o aperto monetário nos emergentes como razões para esse arrefecimento da inflação.
Sangue frio
Por isso, "o Banco Central tem que ter sangue frio agora e manter-se fiel ao plano por ele mesmo traçado. Mudar de tom agora pode custar ainda mais caro no controle das expectativas", diz o economista André Perfeito, que acredita que uma alta de 25 pb, acompanhada de alguma medida macroprudencial já será suficiente para "acomodar a atividade de forma mais tempestiva".
No mesmo sentido, a Rosenberg também aponta o "dilema" do BC em seguir o caminho previamente traçado - e prometido ao Governo - de encerrar o ciclo de aperto com uma alta de 50 pb da taxa Selic em abril, ou mudar de estratégia agora, "já com o desgaste de ter que se explicar à mais alta autoridade do País". "Se houver uma mudança de rumo, o comunicado e a ata seriam as oportunidades perfeitas para comunicá-la ao mercado. A conferir", escreve a consultoria.
+25 pb
Além de Perfeito, a Bradesco Corretora e a Modal também apostam em uma alta de apenas 25 pb na taxa Selic - que, na visão da asset, deve ser a última. "Temos a percepção de que o Banco Central torce por uma janela de oportunidade que se abrirá após esse próximo Copom, com dados mais fracos de atividade, em conjunto com uma desaceleração na inflação mês a mês, dados de crédito também enfraquecidos e contas fiscais mostrando desaceleração dos gastos", diz a asset.
Entretanto, essa indicação não seria a melhor opção do BC, segundo os economistas da Modal. "Mesmo que esses indícios de desaceleração se materializem, acreditamos que o BC não deveria sinalizar a parada de juros nessa reunião, por acharmos que ainda é muito cedo para indicar se os dados de março/abril serão fruto de um efeito estatístico ou se representarão uma tendência de desaceleração da economia que ajudaria no combate inflacionário. Os riscos são grandes em caso de insucesso e melhor seria gerar um ciclo de aumento de juros mais longo".
Mais medidas macroprudenciais à vista
Apesar de não entrarem em acordo sobre o tamanho da alta da Selic, as análises de modo geral têm algo em comum: o BC deve anunciar novas medidas macroprudenciais para complementar os efeitos sobre a inflação no País. "É mais provável que o BC opte pela intesificação do uso de instrumentos macroprudenciais para conter a demanda agregada", afirma a LCA. A consultoria espera uma alta de 50 pb na taxa de juro nesta reunião.
Neste mesmo sentido, Guilherme Loureiro, do Barclays, prevê uma elevação de 50 pb do juro básico seguida de um período de pausa por parte do BC, para observar o comportamento da inflação, mas sem descartar a implantação novas medidas macroprudenciais, especialmente para conter a oferta de crédito.
Já o banco francês acredita que é "bastante possível" que o aperto monetário venha desses instrumentos alternativos, já que o BC tem "capacidade política e vontade limitadas para responder às pressões inflacionárias e às perspectivas otimistas".
Governo e mercado divergentes
Também apostando em alta de 50 pb, a Rosenberg & Associados levanta os próximos passos do Copom como principal ponto a ser observado, uma vez "o mercado vem tentanto convencer o Governo de que será necessário ter um aperto monetário maior do que ele imaginava e tudo indica que o BC começa a se convencer", afirma a equipe liderada por Thais Marzola Zara.
"Enquanto o BC vê a inflação ceder no último trimestre, o mercado entende que as ações tomadas até agora, incluindo o que tem sido sinalizado pelo BC para suas ações no futuro imediato - i.e. Selic encerrando o ano em 12,25% - não serão suficientes", completa o time da Rosenberg & Associados.
Fonte: InfoMoney
Direto ao ponto: com baixos volumes e espera por alta da Selic, pregão é de cautela
Em movimento de recuperação das perdas e em linha com os mercados da Europa e Wall Street, o Ibovespa registrou alta de 1,13% na última sessão, aos 66.158 pontos. A terça-feira (19) marcou o primeiro dia da reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central), cuja expectativa é de um novo aumento da taxa básica de juro, entre 0,25 e 0,50 pontos-base.
Ao unir a espera pela elevação da Selic aos baixos volumes tradicionalmente vistos em uma véspera de feriado, o pregão exige cautela, diz o operador da Oliveira Franco Corretora, Márcio de Aguiar. O menor número de negociações pode complicar uma nova alta para a bolsa, ao mesmo tempo em que alguns movimentos de análise gráfica indicam uma tendência de baixa, diz Aguiar.
A agenda segue pouco movimentada no dia, com os pedidos de hipoteca na última semana nos Estados Unidos e as vendas de moradias usadas no país em março. Por aqui, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulga o IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo para famílias com até 40 salários mínimos) de abril. O movimento mais significativo segue com os resultados corporativos em Wall Street e, no front doméstico, com a reunião do Copom.
Setor financeiro e de siderurgia exigem atenção
O operador chama a atenção para a oportunidade trazida pelos setores bancário e siderúrgico no curto prazo. Os resultados positivos do Goldman Sachs na última terça-feira trouxeram uma importante chance de retomada também no cenário doméstico, enquanto o forte movimento de queda do setor siderúrgico tenderia a trilhar a correção do elevado nível de sobrevenda em breve.
Fonte: InfoMoney
Ao unir a espera pela elevação da Selic aos baixos volumes tradicionalmente vistos em uma véspera de feriado, o pregão exige cautela, diz o operador da Oliveira Franco Corretora, Márcio de Aguiar. O menor número de negociações pode complicar uma nova alta para a bolsa, ao mesmo tempo em que alguns movimentos de análise gráfica indicam uma tendência de baixa, diz Aguiar.
A agenda segue pouco movimentada no dia, com os pedidos de hipoteca na última semana nos Estados Unidos e as vendas de moradias usadas no país em março. Por aqui, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulga o IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo para famílias com até 40 salários mínimos) de abril. O movimento mais significativo segue com os resultados corporativos em Wall Street e, no front doméstico, com a reunião do Copom.
Setor financeiro e de siderurgia exigem atenção
O operador chama a atenção para a oportunidade trazida pelos setores bancário e siderúrgico no curto prazo. Os resultados positivos do Goldman Sachs na última terça-feira trouxeram uma importante chance de retomada também no cenário doméstico, enquanto o forte movimento de queda do setor siderúrgico tenderia a trilhar a correção do elevado nível de sobrevenda em breve.
Fonte: InfoMoney
11/04/2011
Rapidinhas: Bovespa, Medidas Economicas, Portugal
As ações da MMX Mineração (MMXM3) acumularam a maior alta do Ibovespa na semana que passou com valorização de 9,9%. Segundo os analistas gráficos as ações da empresa romperam uma importante resistência que depois foi utilizada como suporte aos preços, o que daria mais confiança a essa alta.
Já as ações da Cosan (CSAN3) não resistiram às mudanças sugeridas pelo governo no setor produtivo de etanol e possível aumento no imposto de exportação do açúcar, e acabaram registrando as maiores perdas da semana no índice Ibovespa com queda de 8,7% no período.
Com o aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre operações a crédito para o consumidor, o setor bancário na Bolsa foi o mais atingido no pregão de sexta-feira. Mas os analistas acreditam que este movimento é passageiro. Eles entendem que o aumento do IOF não irá impactar dramaticamente o nível do consumo do país.
No entanto, Guido Mantega já afirmou que o governo tem mais cartas na manga caso o consumo não arrefeça e traga consigo a queda da inflação.
Mantega ainda ameaçou novas medidas cambiais caso a valorização do Real não reverta no médio prazo. A moeda norte-americana fechou em queda, cotada a R$ 1,57 na sexta-feira.
Segundo o Ministro o governo não permitirá bolhas no mercado financeiro, imobiliário e de capitais.
Os contratos futuros de petróleo (NYMEX:CLK11) fecharam em alta no mercado internacional na sexta-feira. Em Nova Iorque o barril fechou cotado a US$ 112,79 alta de mais de 2%.
A União Européia irá contribuir com 80 bilhões de Euros, aproximadamente R$ 180 bilhões, para o fundo de auxílio financeiro a Portugal.
A China registrou déficit comercial de US$ 1 bilhão no primeiro trimestre deste ano. Isso mostra que o mercado interno da China está se tornando uma alternativa viável às exportações.
A NYSE Euronext rejeitou a oferta recente feita pela Nasdaq OMX e ICE. A NYSE pretende se unir com a Deutsche Boerse. A NYSE Euronext entende que mesmo com a oferta menor feita pela Deutsche Boerse, a união das duas bolsas irá gerar mais valor aos acionistas no longo prazo.
Já as ações da Cosan (CSAN3) não resistiram às mudanças sugeridas pelo governo no setor produtivo de etanol e possível aumento no imposto de exportação do açúcar, e acabaram registrando as maiores perdas da semana no índice Ibovespa com queda de 8,7% no período.
Com o aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre operações a crédito para o consumidor, o setor bancário na Bolsa foi o mais atingido no pregão de sexta-feira. Mas os analistas acreditam que este movimento é passageiro. Eles entendem que o aumento do IOF não irá impactar dramaticamente o nível do consumo do país.
No entanto, Guido Mantega já afirmou que o governo tem mais cartas na manga caso o consumo não arrefeça e traga consigo a queda da inflação.
Mantega ainda ameaçou novas medidas cambiais caso a valorização do Real não reverta no médio prazo. A moeda norte-americana fechou em queda, cotada a R$ 1,57 na sexta-feira.
Segundo o Ministro o governo não permitirá bolhas no mercado financeiro, imobiliário e de capitais.
Os contratos futuros de petróleo (NYMEX:CLK11) fecharam em alta no mercado internacional na sexta-feira. Em Nova Iorque o barril fechou cotado a US$ 112,79 alta de mais de 2%.
A União Européia irá contribuir com 80 bilhões de Euros, aproximadamente R$ 180 bilhões, para o fundo de auxílio financeiro a Portugal.
A China registrou déficit comercial de US$ 1 bilhão no primeiro trimestre deste ano. Isso mostra que o mercado interno da China está se tornando uma alternativa viável às exportações.
A NYSE Euronext rejeitou a oferta recente feita pela Nasdaq OMX e ICE. A NYSE pretende se unir com a Deutsche Boerse. A NYSE Euronext entende que mesmo com a oferta menor feita pela Deutsche Boerse, a união das duas bolsas irá gerar mais valor aos acionistas no longo prazo.
11/03/2011
Rapidinhas: Bovespa, Copom, Economia Americana
As ações da OGX Petróleo, do mega-empresário Eike Batista, oitavo homem mais rico do mundo, sofreram a maior desvalorização do índice Ibovespa no pregão de ontem. Os papéis acumularam queda de 5,40% e bateram em um importante suporte de preços.
As ações da Vale continuaram ontem o movimento negativo visto na quarta-feira. As preferenciais caíram 3,25% e as ordinárias 2,93%. As negociações das ações preferenciais entre os investidores acumularam o volume de R$ 1,3 bilhão, o maior do pregão, praticamente o dobro da movimentação das ações da Petrobras que ficaram em segundo lugar no dia.
Segundo os analistas a queda da Vale ontem seria reflexo do déficit na balança comercial da China em fevereiro, maior cliente da mineradora.
O COPOM (Comitê de Política Monetária) destacou na ata de sua última reunião maior preocupação com a inflação. Nos próximos seis meses a apreciação dos preços deve permanecer em patamares similares ou mesmo superiores ao atual. A ata ainda traz certa preocupação com aumento internacional nos preços das commodities, que podem contribuir ainda mais com a perspectiva inflacionária.
Analisando profundamente a ata os economistas acreditam que a autoridade monetária irá implantar novas medidas no câmbio com o intuito de depreciar o Real e terminar os aumentos na taxa de juros.
O orçamento do Tesouro dos Estados Unidos postou o maior déficit fiscal de sua história em fevereiro deste ano: US$ 222 bilhões. O déficit projetado anual em 2011 é de US$ 1,5 trilhão, mais um recorde. Todo esse déficit, ou seja, gastos acima da arrecadação fizeram a dívida em relação ao PIB dos EUA saltar para mais de 60%, quase o dobro de uma década atrás.
Os pedidos de seguro-desemprego decepcionaram na semana passada e vieram acima do esperado com 397 mil novas solicitações. Mesmo assim é uma melhora expressiva em relação ao início do ano passado quando se viam mais de 500 mil solicitações semanais.
Fonte: Advfn
As ações da Vale continuaram ontem o movimento negativo visto na quarta-feira. As preferenciais caíram 3,25% e as ordinárias 2,93%. As negociações das ações preferenciais entre os investidores acumularam o volume de R$ 1,3 bilhão, o maior do pregão, praticamente o dobro da movimentação das ações da Petrobras que ficaram em segundo lugar no dia.
Segundo os analistas a queda da Vale ontem seria reflexo do déficit na balança comercial da China em fevereiro, maior cliente da mineradora.
O COPOM (Comitê de Política Monetária) destacou na ata de sua última reunião maior preocupação com a inflação. Nos próximos seis meses a apreciação dos preços deve permanecer em patamares similares ou mesmo superiores ao atual. A ata ainda traz certa preocupação com aumento internacional nos preços das commodities, que podem contribuir ainda mais com a perspectiva inflacionária.
Analisando profundamente a ata os economistas acreditam que a autoridade monetária irá implantar novas medidas no câmbio com o intuito de depreciar o Real e terminar os aumentos na taxa de juros.
O orçamento do Tesouro dos Estados Unidos postou o maior déficit fiscal de sua história em fevereiro deste ano: US$ 222 bilhões. O déficit projetado anual em 2011 é de US$ 1,5 trilhão, mais um recorde. Todo esse déficit, ou seja, gastos acima da arrecadação fizeram a dívida em relação ao PIB dos EUA saltar para mais de 60%, quase o dobro de uma década atrás.
Os pedidos de seguro-desemprego decepcionaram na semana passada e vieram acima do esperado com 397 mil novas solicitações. Mesmo assim é uma melhora expressiva em relação ao início do ano passado quando se viam mais de 500 mil solicitações semanais.
Fonte: Advfn
04/03/2011
Rapidinhas: Bovespa, PIB, Dolar, Resultados, Economia Mundial
O PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil cresceu 7,5% em 2010 segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A taxa é a maior desde o ano de 1986. No total o PIB brasileiro somou R$ 3,6 trilhões...
A Gerdau registrou lucros líquidos de R$ 2,45 bilhões em 2010, alta excepcional de 144% sobre os resultados de 2009. A empresa faturou R$ 31 bilhões, acréscimo de 18% em um ano. A empresa ainda anunciou o pagamento de dividendos de R$ 0,06 e R$ 0,09 para cada ação preferencial e ordinária respectivamente...
A AmBev em 2010 lucrou R$ 7,5 bilhões, alta de 26% em relação ao ano anterior. Apenas no quarto trimestre os lucros líquidos atingiram R$ 2,6 bilhões, alta de 44% em comparação ao mesmo período de 2009. A empresa produziu quase 12 bilhões de litros de cerveja no ano passado...
Ontem a cotação do Dólar refletiu o aumento na taxa básica de juros. A Selic, como é chamada, subiu para 11,75% ao ano. A moeda fechou o dia com desvalorização de 0,50%. O índice Ibovespa fechou aos 68.171 pontos, alta de 1,32% no dia. Ibovespa e Dólar andaram em lados opostos durante todo o pregão...
As siderúrgicas foram o destaque na bolsa ontem. Usiminas, Gerdau e Metalúrgica Gerdau terminaram o dia com as maiores valorizações do índice Ibovespa...
A CAB Ambiental decidiu que o momento do mercado não é propício e cancelou sua IPO (Oferta Pública Inicial em inglês), programada para esta sexta-feira. Segundo a empresa o bookbuilding, processo de formação dos preços de compra das ações para os investidores que fizeram reserva, ficou muito aquém do esperado...
Não ajudou o fato de a empresa tentar estrear no mercado BOVESPA MAIS, ainda pouco conhecido dos investidores tradicionais. O BOVESPA MAIS é uma ótima iniciativa da BM&F Bovespa para tentar atrair empresas com capitalizações menores, um primeiro estágio para o Novo Mercado...
A Liga de Estados Árabes, conjunto de países da região com estreitamento de laços econômicos, sociais e políticos, da qual a Líbia faz parte, está analisando uma solicitação do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, para mediar uma proposta de paz e encerrar o conflito no país em meio a uma guerra civil...
Com uma perspectiva de resolução do conflito na Líbia, cuja produção de petróleo está estimada em apenas 40% da capacidade, a cotação do petróleo terminou o dia em queda...
O crescimento do PIB na União Européia em 2010 foi de 1,8%. O presidente do Banco Central Europeu acredita que já na próxima reunião poderá haver um aumento na taxa de juros da região...
A Gerdau registrou lucros líquidos de R$ 2,45 bilhões em 2010, alta excepcional de 144% sobre os resultados de 2009. A empresa faturou R$ 31 bilhões, acréscimo de 18% em um ano. A empresa ainda anunciou o pagamento de dividendos de R$ 0,06 e R$ 0,09 para cada ação preferencial e ordinária respectivamente...
A AmBev em 2010 lucrou R$ 7,5 bilhões, alta de 26% em relação ao ano anterior. Apenas no quarto trimestre os lucros líquidos atingiram R$ 2,6 bilhões, alta de 44% em comparação ao mesmo período de 2009. A empresa produziu quase 12 bilhões de litros de cerveja no ano passado...
Ontem a cotação do Dólar refletiu o aumento na taxa básica de juros. A Selic, como é chamada, subiu para 11,75% ao ano. A moeda fechou o dia com desvalorização de 0,50%. O índice Ibovespa fechou aos 68.171 pontos, alta de 1,32% no dia. Ibovespa e Dólar andaram em lados opostos durante todo o pregão...
As siderúrgicas foram o destaque na bolsa ontem. Usiminas, Gerdau e Metalúrgica Gerdau terminaram o dia com as maiores valorizações do índice Ibovespa...
A CAB Ambiental decidiu que o momento do mercado não é propício e cancelou sua IPO (Oferta Pública Inicial em inglês), programada para esta sexta-feira. Segundo a empresa o bookbuilding, processo de formação dos preços de compra das ações para os investidores que fizeram reserva, ficou muito aquém do esperado...
Não ajudou o fato de a empresa tentar estrear no mercado BOVESPA MAIS, ainda pouco conhecido dos investidores tradicionais. O BOVESPA MAIS é uma ótima iniciativa da BM&F Bovespa para tentar atrair empresas com capitalizações menores, um primeiro estágio para o Novo Mercado...
A Liga de Estados Árabes, conjunto de países da região com estreitamento de laços econômicos, sociais e políticos, da qual a Líbia faz parte, está analisando uma solicitação do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, para mediar uma proposta de paz e encerrar o conflito no país em meio a uma guerra civil...
Com uma perspectiva de resolução do conflito na Líbia, cuja produção de petróleo está estimada em apenas 40% da capacidade, a cotação do petróleo terminou o dia em queda...
O crescimento do PIB na União Européia em 2010 foi de 1,8%. O presidente do Banco Central Europeu acredita que já na próxima reunião poderá haver um aumento na taxa de juros da região...
03/03/2011
Rapidinhas: Bovespa, Juros, Economia Mundial, Ouro
Os executivos da Cosan acreditam que a associação com a Shell para a criação da Raízen irá trazer enormes ganhos para as empresas. A economia é estimada em R$ 3,4 bilhões até 2013. Vasco Dias, presidente da companhia, acredita que os números estimados ainda são conservadores e não expõem todo o potencial do negócio. As ações da Cosan foram destaque de valorização no dia e fecharam em alta de 3,8%.
O COPOM (Comitê de Política Monetária) não surpreendeu e em decisão unânime elevou a SELIC em 0,50%, levando a taxa básica de juros da economia brasileira para 11,75% ao ano.
O ITEL, índice composto de empresas de telecomunicação brasileiras, teve a maior valorização dentre todos os índices acompanhados pela BM&F Bovespa nos dois primeiros meses deste ano com valorização de 7,3%. Para comparação o índice Ibovespa teve perda de 4,4% no período.
O índice setorial que mais sofreu neste começo do ano é o do setor imobiliário, o IMOB, com queda de 15,3%.
O índice Ibovespa ainda sente o peso do investidor estrangeiro. Em fevereiro o saldo, a diferença entre compras e vendas, desse investidor ficou negativo em R$ 1,2 bilhões.
Ontem no evento que marcou o lançamento do iPad 2 da Apple, Steve Jobs, CEO da empresa, surpreendeu a todos os presentes e apresentou o show como tradicionalmente faz. Steve Jobs tirou uma licença para tratamento médico por tempo indeterminado no começo deste ano. Especulou-se que o executivo não voltaria mais a ativa por estar tratando de um câncer em fase terminal.
O relatório de emprego da ADP mostrou que nos Estados Unidos, em fevereiro, as empresas norte-americanas fizeram 217 mil novas contratações. O valor supera em 14% as contratações feitas no mês passado, mostrando que o mercado de trabalho nos Estados Unidos começa a reaquecer.
As autoridades norte-americanas afirmam que a economia somente ficará longe da crise quando o mercado de trabalho voltar a níveis adequados.
A cotação do ouro não para de subir. O metal para investimento superou a cotação máxima histórica na bolsa COMEX em Nova Iorque ontem, fechando em US$ 1.437,70 a onça troy (31,10 gramas). O ouro é bastante procurado por investidores em momentos de incerteza política e econômica.
O COPOM (Comitê de Política Monetária) não surpreendeu e em decisão unânime elevou a SELIC em 0,50%, levando a taxa básica de juros da economia brasileira para 11,75% ao ano.
O ITEL, índice composto de empresas de telecomunicação brasileiras, teve a maior valorização dentre todos os índices acompanhados pela BM&F Bovespa nos dois primeiros meses deste ano com valorização de 7,3%. Para comparação o índice Ibovespa teve perda de 4,4% no período.
O índice setorial que mais sofreu neste começo do ano é o do setor imobiliário, o IMOB, com queda de 15,3%.
O índice Ibovespa ainda sente o peso do investidor estrangeiro. Em fevereiro o saldo, a diferença entre compras e vendas, desse investidor ficou negativo em R$ 1,2 bilhões.
Ontem no evento que marcou o lançamento do iPad 2 da Apple, Steve Jobs, CEO da empresa, surpreendeu a todos os presentes e apresentou o show como tradicionalmente faz. Steve Jobs tirou uma licença para tratamento médico por tempo indeterminado no começo deste ano. Especulou-se que o executivo não voltaria mais a ativa por estar tratando de um câncer em fase terminal.
O relatório de emprego da ADP mostrou que nos Estados Unidos, em fevereiro, as empresas norte-americanas fizeram 217 mil novas contratações. O valor supera em 14% as contratações feitas no mês passado, mostrando que o mercado de trabalho nos Estados Unidos começa a reaquecer.
As autoridades norte-americanas afirmam que a economia somente ficará longe da crise quando o mercado de trabalho voltar a níveis adequados.
A cotação do ouro não para de subir. O metal para investimento superou a cotação máxima histórica na bolsa COMEX em Nova Iorque ontem, fechando em US$ 1.437,70 a onça troy (31,10 gramas). O ouro é bastante procurado por investidores em momentos de incerteza política e econômica.
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