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18/06/2011

Investidores 'punem' ações da Petrobras

O mau humor dos investidores em relação à Petrobras tem feito as ações da empresa apresentar desempenho muito pior que os papéis das grandes petroleiras de fora, informa reportagem de Érica Fraga para a Folha.

A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

Desde o início de novembro de 2010 --quando o preço do petróleo começou a decolar--, as ações das principais empresas de energia da América do Norte, representadas pelo índice IXE, registram alta de 21,4%.

Na contramão dessa tendência, os papéis da Petrobras negociados nos EUA (American Depositary Receipts, ADRs) acumulam queda de 1,4%. Já as ações ordinárias da empresa recuaram 7,1% no Brasil (até quinta), no mesmo período.

A Petrobras informou que não se pronunciaria sobre a evolução de suas ações.

Investidores começaram a fugir das ações da Petrobras no fim de 2009, quando foi anunciado que seria feita operação para aumentar o capital da empresa (e, com isso, recursos disponíveis para investimentos) por meio da emissão de novas ações.

Fonte: Folha.com

19/05/2011

Ação da OGX inverte e recua 1,81%, acompanhando o movimento do Ibovespa

nvertendo os ganhos observados no início do pregão, as ações da OGX Petróleo (OGXP3) encerraram esta quinta-feira (19) em queda de 1,81%, cotadas em R$15,20. Também revertendo os ganhos registrados durante a manhã, o Ibovespa fechou com queda de 0,75%.

No intraday, os papéis da petrolífera chegaram a registrar valorização de 3,56%, quanto atingiram sua cotação máxima de R$ 15,43. Vale mencionar que na terça-feira (17) os papéis dispararam 7,80%, impulsionados pelo anúncio da declaração de comercialidade de dois poços na Bacia do Paranaíba, no nordeste do País. Apesar disso, as ações da companhia acumulam perdas de 24,00% em 2011, e 10,01% no mês de maio.

Alta exagerada?
Porém, como alertaram os analistas do Santander, Vicente Falanga Neto e Christian Audi, a valorização foi exagerada, embora reconheçam que a notícia é positiva.

"Acreditamos que a OGX deverá atirar em várias frentes antes que suas ações ganhem impulso e se sustentem. Nesta terça-feira, os papéis da companhia valorizaram-se R$ 1, o que imprime um valuation de US$ 22 por boe (barril de óleo equivalente) da reserva de Paranaíba, uma supervalorização se comparado à transação da Statoil-Sinochem, que foi avaliado em US$ 15 o barril de suas reservas", dizem os analistas em relatório apontando um preço-alvo para os papéis da companhia de R$ 2

Fonte: InfoMoney

15/05/2011

Petrobras fecha 1º trimestre com lucro líquido recorde de R$ 10,985 bilhões

A Petrobras (PETR3, PETR4) registrou lucro líquido atribuível aos acionistas de R$ 10,985 bilhões no primeiro trimestre de 2011, montante 3,61% superior ao reportado no quarto trimestre e 42,18% acima do apurado nos primeiros três meses de 2010.

O lucro líquido consolidado ficou em R$ 11,194 bilhões nesse trimestre, 43,57% maior do que foi visto no 1T10 e 5,25% maior do que em relação ao 4T10, superando assim o recorde pertecente aos últimos três meses do ano passado.

Segundo balanço patrimonial divulgado pela companhia nesta sexta-feira (13) após o fechamento do mercado, o Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciações e amortizações) do trimestre avançou 6,75% na comparação com o mesmo período de 2010, indo para R$ 16,093 bilhões. Já a receita de vendas somou R$ 54,8 bilhões entre janeiro e março deste ano, número superior ao que foi visto tanto no 1T10 (+8,70%) quanto no 4T10 (+0,57%).

As cifras apresentadas pela companhia divergiram das projeções compiladas pela InfoMoney. O lucro líquido atribuível aos acionistas no trimestre ficou 13,66% acima da média das estimativas do BB Investimentos e da Ágora Corretora. Já o Ebitda e a receita líquida do trimestre vieram 0,02% e 3,89%, respectivamente, abaixo do que foi projetado.

Resultado financeiro e preço do petróleo impulsionam o lucro
Conforme previsto pelos analistas, o resultado financeiro teve um impacto bastante significativo para o crescimento do lucro líquido da Petrobras na comparação anual. Por conta dos ganhos cambiais sobre seu endividamento - refletindo a apreciação do real em relação ao dólar - e do aumento das receitas com aplicações financeiras e títulos públicos federais, o resultado financeiro da petrolífera passou de R$ 701 milhões negativos no 1T10 para R$ 2,022 bilhões positivos nesses três primeiros meses do ano, explica a Petrobras.

Aliado a isso, a empresa destaca a evolução do preço em dólares do petróleo nacional, que cresceu 29% nesses 12 meses. Os maiores níveis de produção de petróleo, LGN (Líquido de Gás Natural) e gás natural e a elevação das vendas de gás natural também tiveram um reflexo positivo no lucro líquido, destaca a empresa.

Investimentos e endividamento
Com as atividades operacionais deste primeiro trimestre, a empresa gerou um fluxo de caixa líquido 34% superior ao que foi visto no mesmo período do ano passado, somando R$ 12,924 bilhões. Ela informa ainda que seus investimentos entre janeiro e março já chegaram a R$ 15,871 bilhões, com R$ 7,196 bilhões aplicado no segmento de E&P (Exploração e Produção) e R$ 5,845 bilhões na área de abastecimento.

Com isso, seu nível de alavancagem manteve o patamar 17% visto no final do ano passado, permanecendo bem distante do limite máximo estabelecido pela companhia, de 35%.

Gasolina e diesel puxam vendas domésticas
O volume de vendas da Petrobras no mercado interno durante o primeiro trimestre do ano chegou a 2,344 milhões de barris por dia, alta de 7% ao mesmo período de 2010. Destaque para o diesel, que detém a maior participação de vendas no mercado doméstico, cujo volume diário de barris vendidos cresceu 9% na mesma base comparativa, por conta da "menor participação de outros players", informa a petrolífera.

A gasolina - segunda maior participação nas vendas internas - também mostrou evolução nesses 12 meses (+7%), somando 439 mil barris diários. Segundo a Petrobras, a vantagem do preço da gasolina em relação ao etanol na maior parte dos estados brasileiros, somada ao crescimento da frota de veículos, contribuíram para essa expansão.

Saindo do campo dos não derivados, destaque para o volume de vendas de gás natural, que passou de 257 mil barris para 291 mil barris - alta de 13% -, tendo em vista o crescimento da indústria no período e a maior demanda por geração de energia.

Queda nas exportações
Já as vendas da Petrobras no mercado externo mostrou retração de 10% entre os primeiros trimestres de 2010 e 2011, somando 1,182 milhão de barris por dia. "O decréscimo nas exportações reflete a maior disponibilidade de petróleo no 1T10, devido à parada programada ocorrida na Replan", explica a companhia.

Com isso, as vendas gerais (mercado interno + mercado externo) ficaram em 3,526 milhões de barris diários, praticamente estável em relação aos 3,499 milhões de barris vendidos entre janeiro e março de 2010.

Exploração e produção
Segmentando o resultado da petrolífera, a área de Exploração e Produção teve ganhos líquidos de R$ 9,327 bilhões no 1T11, variação positiva de 28% frente ao mesmo período de 2010 e de 19% ante o quarto trimestre. Em ambos casos, a melhora deve-se aos melhores preços do petróleo nacional em dólares por barril - que foi 29% maior do que em 1T10 e 18% maior do que em 4T10. Contudo, esses ganhos foram compensados pelos maiores custos com participações governamentais, destaca a empresa.

Já a produção nacional mostrou uma expansão de 4% frente ao primeiro trimestre do ano anterior - sendo 3% de aumento na produção de petróleo e LGN e 4% de alta na produção de gás natural. A Petro atribui isso ao aumento da produção nos campos de Marlim Leste, Cachalote/Baleia Franca, Jubarte, Uruguá/Tambaú, Frade, Piloto de Lula e Marlim Sul. Além disso, os TLD (testes de longa duração) de Tiro, Sidon e Guará superaram o declínio natural dos demais campos, ressalta a companhia.

Abastecimento
Já no segmento de abastecimento, a Petrobras viu seu resultado líquido passar de R$ 1,116 bilhão positivo no 1T10 para R$ 95 milhões negativos no primeiro trimestre de 2011. Os maiores custos de aquisição e transferência de petróleo e a importação de derivados, segundo a estatal, foram responsáveis pela reversão do resultado. Durante os três primeiros meses desse ano, foram importados 684 mil barris de petróleo e derivados por dia, volume 10% superior ao que foi visto 12 meses atrás.

Esses efeitos foram parcialmente impactados por um crescente volume de vendas de derivados no mercado internacional e pela vendas vendas internas de derivados indexados a preços internacionais, tendo em vista os melhores preços praticados lá fora durante o período comparativo, destaca a petrolífera. Outro atenuador das perdas destacado por ela foi o aumento nos ganhos com participações no setor petroquímico durante o período.

Gás & Energia e distribuição
No segmento de gás & energia, houve uma alta de 59% no resultado líquido do primeiro trimestre frente ao mesmo período de 2010, chegando a R$ 515 milhões. O aumento das vendas de gás natural, a redução dos custos de aquisição e transferência do gás natural nacional, a maior receita fixa proveniente dos leilões de energia e perda estimada de R$ 80 milhões no valor recuperável de ativos durante o 1T10 foram os principais fatores que colaboraram para essa melhoria, destaca a Petro.

Já a área de distribuição teve um desempenho operacional praticamente estável, fechando o 1T11 em R$ 369 milhões - alta de 2% ante os três primeiros meses do ano passado. Enquanto a margem de comercialização e o volume vendido mostraram evolução na base comparativa, os maiores gastos com serviços e pessoas, em decorrência do acordo coletivo de trabalho 2010/2011, balancearam o resultado.

Com isso, a participação da Petrobras no mercado de distribuição de combustíveis caiu de 39,5% para 38,9%.

Rali do petróleo garantiu bom resultado internacional
O desempenho internacional da Petrobras quase dobrou na comparação anual, indo de R$ 447 milhões no 1T10 para R$ 843 milhões no 1T11. O aumento no resultado, segundo a petrolífera, decorreu dos maiores preços das commodities no mercado internacional nesse começo de 2011, bem como pelo incremento no volume de vendas na Nigéria devido à entrada de novos poços produtores durante o exercício de 2010.

Esses melhores preços compensaram a leve redução de 2% na produção da empresa brasileira lá fora. Sobre a produção de petróleo e LGN, a Petrobras explica que, embora tenha dado início à produção dos poços nigerianos Akpo e Agbami, o cancelamento de contratos no Equador e o declínio dos poços maduros na Argentina e na Colômbia pesaram contra. A queda na produção de gás natural também refletiu o declínio dos poços argentinos, bem como alguns problemas sindicais enfrentados naquele país durante o período.

Fonte: InfoMoney

Grécia, petróleo e inflação dividem as atenções do mercado semana que vem

O esforço para conter a inflação, o aperto monetário chinês, a volatilidade das commodities nos mercados internacionais e um noticiário corporativo permeado de balanços corporativos por aqui levaram o Ibovespa a terminar a segunda semana de maio com queda acumulada de 1,84%, aos 63.235 pontos.

Os fluxos modestos da bolsa local impediram que o índice deixasse o pólo negativo, enquanto a participação de estrangeiros seguiu concentrada na ponta vendedora. O benchmark operou descolado de Wall Street, com o Dow Jones, o principal benchmark da bolsa norte-americana, fechando a semana em baixa de apenas 0,34%. No ano, enquanto o principal índice da bolsa paulista acumula perdas de 8,8%, o Dow mostra ganhos na mesma porcentagem.

Grécia de volta ao noticiário
Durante a semana, cresceram especulações sobre a necessidade de uma nova ajuda financeira à Grécia, que poderia estar preparando a reestruturação da sua dívida. A especulação fez com que a agência de classificação de risco Standard & Poor's rebaixasse o rating do crédito soberano grego de longo prazo de “BB-” para “B”. Já a Moody's colocou a nota do país em revisão para um possível corte.

Na sexta-feira, o presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, afirmou que o plano de auxílio financeiro ao país, que previa uma arrecadação de € 27 bilhões no mercado em 2012, é inviável e não deve ser cumprido. "Para mim é claro que a Grécia não conseguirá regressar aos mercados financeiros em 2012", disse ao jornal Muenchner Merkur.

Por sua vez, o jornal alemão Die Welt afirmou em sua edição online que a Comissão Europeia e o FMI (Fundo Monetário Internacional) seriam favoráveis à uma reestruturação da dívida grega, enquanto o BCE (Banco Central Europeu) e a França continuariam a opor-se à ideia.

Zona do Euro polariza as atenções da semana
O economista da Senso Corretora, Antônio Carlos Amarante, projeta uma semana com a Europa no centro do noticiário externo, principalmente por conta da possível reestruturação da economia grega. Ele ainda destaca outros focos de preocupação com o bloco, como uma nova alta da taxa de juros após o PIB (Produto Interno Bruto) da Zona do Euro ter crescido acima do esperado no primeiro trimestre, além da forte cotação do euro.

A principais preocupações econômicas no mercado interno ficam com a expectativa pelas medidas macroeconômicas ou monetárias do governo para conter a inflação. "A bolsa precisa da perspectiva de um cenário sólido", diz o economista, que ressalta que o mercado acionário enfrenta a concorrência 'desleal' dos rendimentos em renda fixa.

Commodities e Petrobras dividem a cena
O analista da Solidus Corretora, Christian Klemt, também considera importante o cenário europeu, assim como a necessidade de assegurar ao investidor o controle da inflação interna, mas defende que o principal balizador do curto prazo ainda é a queda das commodities, principalmente devido ao grande peso das companhias relacionadas ao setor na bolsa brasileira.

Klemt e Amarante apontam também que o resultado da Petrobras (PETR3, PETR4), divulgado na noite de sexta-feira, repercute no início da semana. A estatal registrou lucro líquido atribuível aos acionistas de R$ 10,985 bilhões no primeiro trimestre de 2011, montante 3,61% superior ao reportado no quarto trimestre e 42,18% acima do apurado nos primeiros três meses de 2010.

Resultados
Ao lado do desempenho das matérias-primas, o economista da Senso Corretora ainda destaca a temporada de resultados. Na próxima semana, por aqui e nos Estados Unidos, as divulgações perdem força e caminham para seu final. Ainda assim, as pequenas empresas continuam a ser uma grata surpresa. "Os papéis de segunda ou terceira linha, que não representam commodities, têm apresentado resultados maravilhosos", frisa Amarante.

Os resultados da TAM (TAMM3), Cemig (CMIG4) e dos bancos Sofisa (SFSA3) e PanAmericano (BPNM4) iniciam a temporada corporativa da próxima semana.

Agenda
Os indicadores domésticos serão escassos, com índices de preços e vendas no varejo. Pelo mundo, as balanças comerciais dos Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido, relativos a março, e da China, em abril, também permeiam a semana.

Fonte: InfoMoney

05/05/2011

Petróleo nos EUA e Brent despencam por temores com a demanda

O Brent registou perda de 6,84 dólares, a 114,35 dólares o barril

Preocupações com recuperação dos EUA derrubaram preços dos recursos petrolíferos
Nova York - Os futuros do petróleo nos Estados Unidos e o tipo Brent tombaram nesta quinta-feira diante das preocupações com a redução do ritmo do crescimento econômico e pressionados com uma fraca demanda pela commodity.

Por volta das 12h20 (horário de Brasília), o petróleo tipo Brent na ICE, registrava perda de 6,84 dólares, a 114,35 dólares o barril.
Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), o junho do petróleo bruto caía 6,60 centavos, a 102,64 dólares o barril.
Fonte: Um Investimentos

03/05/2011

Petrobras: Por que ação subiu em dia negativo no mercado nacional?

Ontem com o noticiário envolvendo a morte do terrorista Osama Bin Laden ocupando todo o espaço na mídia um comunicado da Petrobras passou despercebido pela maioria dos investidores. Em um dia negativo na Bolsa nacional, com queda de 1,01% no índice Ibovespa, as ações preferenciais da Petrobras subiram 0,43%, atingindo valorização de mais de 1% durante o pregão. Na sexta-feira passada a Petrobras (PETR3 e PETR4), após o fechamento do mercado, comunicou a revisão do Plano Diretor do Pólo Pré-sal da Bacia de Santos, o chamado Plansal, lançado julho de 2008. A revisão do Plansal reduz em aproximadamente um terço a necessidade de recursos para investimento na região em razão da melhora nos projetos de produção, maior produtividade dos poços e mais experiência na região identificando áreas mais produtivas. A Petrobras também acredita que a expectativa de volume recuperável potencial das áreas de Cernambi e Lula (antigo poço Tupi) vai além dos 8 bilhões de barris de petróleo. A companhia espera investir até US$ 73 bilhões no pré-sal da Bacia de Santos até 2015 para garantir o aumento da produção do pré-sal constantemente. Com essa nova realidade e investimentos na região a Petrobras espera superar a meta de 1 milhão de barris diários em 2017.
Fonte: Advfn

02/05/2011

EUA matam Osama Bin Laden: Veja a conseqüência nas Bolsas mundiais

Foi anunciado agora pela manhã que os Estados Unidos conseguiram localizar e matar o procurado terrorista Osama Bin Laden no Paquistão. As principais bolsas mundiais e futuros das bolsas dos EUA abrem em alta, trazendo a euforia das ruas norte-americanas com a notícia aos mercados. Investidores posicionados em Petrobras (PETR3 e PETR4), OGX Petróleo (OGXP3) e HRT (HRTP3) devem ficar atentos ao preço do petróleo no mercado internacional. A sensação de diminuição de riscos derrubou os preços da commodity em quase 3% hoje pela manhã. A Petrobras está em vantagem hoje por ter anunciado na sexta-feira uma forte redução no orçamento para gastos com a exploração do petróleo das camadas pré-sal. Mineradoras como Vale (VALE3 e VALE5) e MMX (MMXM3) e podem sofrer um pouco hoje também por conta de uma retração geral nos preços de commodities metálicas no mundo. No entanto, os analistas afirmam que o movimento possa ser pontual. O Dólar também subiu contra diversas moedas internacionais, movimento que poderá ser visto também no mercado nacional hoje acreditam os analistas. De qualquer forma, a tendência de queda da moeda norte-americana continua no médio prazo. Os especialistas em segurança agora acreditam que os EUA devam ficar em alerta máximo contra ataques terroristas. A morte de Osama Bin Laden é muito simbólica na luta do país contra o terrorismo islâmico e ataques aos EUA em retaliação são quase certos de que ocorram ao redor do mundo.

Fonte: Advfn

19/04/2011

O que fazer com as ações da OGX após o relatório da D&M

Enquanto Eike diz que análise é velha como o filme “Benjamin Button”, mercado desconfia e papéis despencam; a opinião de 10 analistas:

Ativa – “O resultado frustra as expectativas e, adicionalmente, agrega um componente de risco relacionado ao disclosure de dados por parte da OGX, que apresentou inicialmente números do potencial de reservas de Delineação que pode levar a uma percepção incorreta a respeito do verdadeiro resultado do relatório”, analisa Ricardo Corrêa.
BB Investimentos – Para o analista Nelson Rodrigues de Matos, embora os riscos ainda não estejam totalmente mitigados, “entendemos que se trata de uma excelente oportunidade de investimento, notadamente se considerarmos que se trata de uma empresa de petróleo em fase de pré-operacional”, afirma. Segundo ele, “se por um lado os riscos não tenham sido eliminados, por outro os prêmios não foram todos precificados pelo mercado”. A recomendação é de compra, com um preço-alvo de 30,60 reais para o final do ano.
BMO Capital Markets - “As expectativas dos investidores eram muito altas e o relatório da D&M é realístico”, aponta o analista Christopher Brown. “Definitivamente acho que os investidores devem comprar nessa fraqueza. Acho que alguns analistas também estão reagindo de uma forma exagerada”, ressaltou. O analista manteve a recomendação de desempenho acima da média de mercado (outperform) para os papéis da OGX, com um preço-alvo de 23 reais.
BTG Pactual - “A empresa não chegou nem perto do que esperávamos em recursos contingentes”, disse o analista Gustavo Gattass. A recomendação foi rebaixada de compra para neutra. A estimativa para o preço-alvo em 12 meses caiu de 27,63 reais para 21,63 de reais, segundo relatório obtido pela Bloomberg.
Empiricus – Rodolfo Amstalden lembra que o preço atual da ação considera um valor de apenas 3 dólares por barril riscado, enquanto negociações em geologia semelhante são realizadas a 8 dólares. “Recomendamos compra para quem tem estômago para volatilidade”.
Itaú BBA - Os analistas Diego Mendes e Paula Kovarsky do Itaú BBA reiteraram a recomendação outperform (performance acima da média do mercado) para as ações da companhia, mantendo o preço-alvo de 33,30 reais até o final do ano. Segundo eles, os números divulgados pela OGX vieram em linha com as estimativas e “não trouxeram surpresas”.
Link Investimentos – “Nossa visão é de que a princípio não deverão existir custos adicionais, fora do programado no seu plano de negócios, para a OGX conseguir certificar os atuais recursos contingentes de 3C em 2C/2P nos próximos meses”, escreveu o analista Andrés Kikuchi, em relatório no qual colocou a recomendação e preço-alvo para as ações em revisão. “Acreditamos que em um primeiro momento, o mercado esteja penalizando demasiadamente as ações”, afirma.
Planner – “Nossa avaliação é de que o relatório da DeGolyer & MacNaughton tenha um impacto negativo nas ações da OGX, devido às incertezas relativas aos reservatórios, falta de planos para desenvolver volumes de hidrocarbonetos na área e a incerteza quanto à viabilidade econômica de tais desenvolvimentos”, afirmou Henrique Ribas.
Santander – Para os analistas Christian Audi e Vicente Falanga Neto, a venda de uma fatia na Bacia de Campos era o principal evento de curto prazo que poderia impulsionar as ações da OGX. “Dado ao aumento do foco da administração em produção e na estratégia de migrar recursos para reservas para maximizar os preços, a nossa convicção de uma venda no curto prazo foi reduzida”, dizem. O preço-alvo de 33 reais caiu para 25 reais até o final de 2011. A recomendação caiu de compra para manutenção.
Socopa – “Como parte do mercado trabalhava com estimativas de 4 bilhões de boe contingentes, o número desagradou. No entanto, o aumento dos recursos potenciais é bastante relevante e novas classificações de contingência devem acontecer durante o ano”, ressalta o analista Osmar Cesar Camilo.

Fonte: Exame

OGX Petróleo despenca: Exagero ou ainda cai mais?

Ontem após a agência de classificação de risco Standard & Poor’s ameaçar rebaixar a nota de crédito dos títulos da dívida pública dos Estados Unidos, as principais bolsas mundiais operaram em um dia negativo. No Brasil não foi diferente e o índice Ibovespa amargou queda de 1,9%. Dentre o índice Ibovespa uma queda se destacou: as ações da OGX Petróleo (OGXP3), do mega-empresário Eike Batista, fecharam o dia em queda de mais de 17% (após o fechamento do after-market), apresentando um volume financeiro muito acima do normal. Os analistas explicam que o relatório de reservas de petróleo e gás da companhia, divulgado contra o final de semana, decepcionou o mercado. Bancos e corretoras ajustaram o preço justo dos ativos e alteraram suas recomendações de compra. Outro fator que impactou o desempenho das ações foi o anúncio da redução do farm-out (processo de venda parcial ou total dos direitos de concessão detidos pela empresa) dos campos na Bacia de Santos para apenas 10%, o que irá impactar o caixa da empresa no curto-prazo. No entanto a justificativa é boa: a empresa diz que a superioridade da qualidade e produtividade do petróleo encontrado na região são enormes e a OGX não pretende mais se desfazer desses ativos. De toda a forma a maioria dos analistas concorda que fundamentalmente a OGX Petróleo continua uma ótima aposta no longo prazo. Eles afirmam que os investidores devem estar preparados para este tipo de volatilidade nas ações da empresa nessa fase pré-operacional. Os analistas gráficos alertam os investidores posicionados nos papéis da OGX. Como foi aberto um gap muito grande no preço da ação é possível um movimento de alta com a intenção de fechar esse vazio nos preços. O ativo também pode vir testar o suporte de preços de R$ 15,92 no curto prazo. Eles afirmam que o momento exige cautela para não se cometer uma atitude impensada.

Fonte: Advfn

18/04/2011

Para analista, OGX continua "com o risco que sempre teve", e reação é exagerada

A reação do mercado ao relatório de estimativas das reservas da OGX Petróleo (OGXP3), empresa de Eike Batista, que teve uma queda de 17,25% nas ações nesta segunda-feira (18), é vista como um pouco de exagero pelo analista do Banco do Brasil, Nelson Rodrigues de Matos.
“O investidor sempre soube que empresa de petróleo é uma atividade de risco”, aponta. “E a empresa continua com o risco que sempre teve, por ser uma pré-operacional em atividade exploratória”.

Mais tempo

Para Matos, é preciso esperar para analisar o relatório, que não tinha como objetivo reduzir o risco da companhia. “O que se tinha antes era uma estimativa de se ia encontrar ou não petróleo. Agora não, já encontrou – precisa confirmar a extensão”, diz.
O analista frisa que uma campanha exploratória não se resolve do dia para a noite, ou de um ano para o outro, é algo que demora entre dois ou três anos. “Falta intensificar as perfurações para ver como o campo se comporta”, completa, lembrando que muitos dos poços da OGX são pioneiros, e não há confirmação de volumes.
Segundo ele, mais perfurações vão determinar não somente o volume correto dos recursos, mas também o nível de incerteza (3C), que também decepcionou. “E ainda há muito o que perfurar”.
Matos destaca que aos 3 bilhões de barris reportados como recursos contingentes na Bacia de Campos se somam os recursos a serem delimitados – outros 1,3 bilhão de barris. “Considerando uma taxa de sucesso de 80%, o número final seria próximo do que o mercado esperava, de 4 bilhões.

Dados 2011

Ele também lembra que o relatório foi feito com base nas informações de 31 de dezembro de 2010, deixando de fora boa parte dos resultados da campanha exploratória da empresa neste ano, “alguns deles bem positivos”.

Fonte: UOL

Ações da OGX, de Eike Batista, caem 17,25%; grupo perde R$ 11,9 bi

As ações da OGX (OGXP3), companhia petrolífera do empresário Eike Batista, fecharam em queda de 17,25% nesta segunda-feira (19), com a decepção do mercado com o relatório da certificadora DeGolyer and MacNaughton (D&M) sobre as reservas da companhia.
Outras empresas do grupo também tiveram queda nas ações. Com o resultado, as seis empresas do megaempresário listadas na Bolsa perderam R$ 11,93 bilhões em valor de mercado entre sexta-feira e esta segunda. O cálculo é da consultoria Economatica.

A principal perda foi da OGX (OGXP3), companhia petrolífera do grupo EBX, de Eike, que se desvalorizou R$ 10,9 bilhões, indo de R$ 63,53 bilhões na sexta-feira para R$ 52,57 bilhões nesta segunda em valor de mercado.

As outras empresas do grupo também tiveram perdas, mas de valores menores, como a mineradora MMX, que caiu de R$ 6,491 bilhões para R$ 6,128 bilhões (uma redução de R$ 363,2 milhões).
Desde antes da abertura do mercado, relatórios negativos circularam sobre os novos dados da companhia --como do BTG Pactual, Santander e Deutsche Bank-- que revisaram para baixo o preço-alvo e a recomendação para a empresa.
Mas a corretora Ágora reforçou sua indicação de compra para as ações. "Os resultados apresentados nos relatórios comprovaram uma importante e acelerada evolução na base de ativos da companhia e atestaram sua capacidade de crescer organicamente", disse a corretora.

Os dados apresentados pelo relatório da D&M foram considerados insuficientes pelo mercado para se ter uma ideia real das reservas de petróleo e gás natural da empresa.

Ações de outras empresas do grupo também caem

O desempenho das ações da OGX acabou prejudicando outros papéis do grupo EBX. A LLX Logística ON (LLXL3) caiu 5,22%, a R$ 4,72. A MMX Mineração ON (MMXM3) teve queda de 5,59%, a R$ 10,46.
Declarações de Eike Batista também afetaram o desempenho das ações. Ele disse que desistiu de vender 30% dos blocos que a empresa possui na bacia de Campos e que agora pensa em alienar uma parcela de 10%.

Corretoras reduzem avaliação sobre papéis das empresas

Diante da situação, corretoras revisaram recomendações e preços-alvo das ações. O Santander reduziu a classificação de "compra'' para "manutenção" e a estimativa para o preço por ação caiu de R$ 33,00 para R$ 25,00, de acordo com relatório de analistas liderados por Christian Audi.

O BTG Pactual, por sua vez, rebaixou a recomendação de "compra" para "neutra", após a petrolífera ter anunciado recursos totais de petróleo e gás abaixo do esperado. A instituição reduziu a estimativa para o preço por ação em 12 meses de R$ 27,63 para R$ 21,63, como os analistas Gustavo Gattass e Rafael Fonseca afirmaram em relatório a clientes.

O Morgan Stanley ainda cortou de R$ 27 para R$ 23 sua previsão para o preço das ações da OGX nos próximos 12 meses, após excluir de sua análise o melhor cenário possível para a empresa (o chamado "bull case").

Eike pagou viagem de autoridades colombianas

Reportagem da Folha divulgada nesta segunda-feira mostrou que Eike Batista, pagou excursões a autoridades da Colômbia que analisam o pedido de licenciamento de seus projetos em uma região de preservação ecológica.
Eike Batista foi eleito o oitavo homem mais rico do mundo pela revista "Forbes". Ele é o brasileiro mais rico, com uma fortuna de cerca de R$ 50 bilhões.

Fonte: UOL

Ações da OGX despencam quase 15% após atualização de reservas

Braço pretolífero do Grupo EBX, comandado por Eike Batista,atualizou na sexta-feira sua estimativa de recursos potenciais de óleo e gás para 10,8 bilhões de boe

As ações da OGX Petróleo (OGXP3), braço petrolífero do Grupo EBX, comandado pelo bilionário brasileiro Eike Batista, abriram em forte baixa na sessão desta segunda-feira (18), repercutindo a divulgação do relatório da consultoria especializada DeGolyer & MacNaughton (D&M) que atualiza para 10,8 bilhões de barris de óleo equivalente (boe) os recursos potenciais de óleo e gás da companhia.

Às 10h25 (horário de Brasília), os papéis ordinários da companhia despencavam 14,10%, negociados a 16,88 reais. Mais cedo, as ações atingiram a mínima de 16,35 reais, o que representa uma queda de 16,8%.

No pregão de sexta-feira (15), os papéis da empresa tinham subido 3,15%, para 19,65 reais, diante da expectativa dos investidores pela divulgação do relatório.

Segundo o documento, a OGX conta com um potencial líquido de 5,7 bilhões de barris na bacia de Campos; 1 bilhão de barris na bacia do Parnaíba; e 1,1 bilhão de barris na Colômbia. Esses números, somados à estimativa de 6,8 bilhões de boe divulgada em setembro de 2009, totalizam as novas reservas da OGX.

“Esses resultados, apresentados por uma consultoria independente e respeitada em todo o mundo, vêm comprovar o extraordinário sucesso de nossa estratégia de atuação”, afirmou Eike na mesma nota à imprensa.

O empresário destacou, ainda, que a maior parte das descobertas da OGX situa-se em águas rasas, o que reduziria os custos de exploração e produção, quando comparados ao pré-sal. Além disso, a tecnologia de extração em águas rasas seria “amplamente dominada.”

Avaliação

Na opinião do BTG Pactual, os recursos totais de petróleo e gás ficaram abaixo do esperado. Por conta disso, a instituição financeira rebaixou sua recomendação para OGX de compra para neutra. Os analistas Gustavo Gattass e Rafael Fonseca reduziram a estimativa para o preço-alvo em 12 meses de 27,63 reais para 21,63 de reais, segundo relatório obtido pela Bloomberg.

A mesma atitude foi tomada pelo Santander, que reduziu sua recomendação de compra para manter os papéis da OGX. Em relatório, os analistas Christian Audi e Vicente Falanga Neto diminuíram suas estimativas de preço-alvo de 33 reais para 25 reais até o final de 2011.

Segundo o Santander, a OGX apresentou um total de recursos potenciais e de contingentes menor que o esperado na Bacia de Campos. Além disso, os analistas criticam também o uso de uma nova classificação (recursos de delineação) no relatório. Por conta disso, eles optaram por não atribuir valor a estes recursos.

Os recursos de delineação na Bacia de Campos totalizaram 1,3 bilhão de boe, segundo relatório da OGX, e levam em consideração o limite geológico das estruturas encontradas, enquanto os recursos contingentes consideram apenas premissas relacionadas à distância do poço, independente da não ocorrência de barreiras geológicas evidenciadas pela sísmica.

Na contramão, os analistas Diego Mendes e Paula Kovarsky do Itaú BBA reiteraram a recomendação outperform (performance acima da média do mercado) para as ações da companhia, mantendo o preço-alvo de 33,30 reais até o final do ano. Segundo eles, os números divulgados pela OGX vieram em linha com as estimativas e “não trouxeram surpresas”

IPO em Londres

O empresário Eike Batista disse na sexta-feira que está em fase de conclusão o processo que vai listar as ações da OGX na Bolsa de Londres. Segundo ele, a listagem deverá estar concluída em no máximo três meses.

Fonte: Exame

OGX: Reação do mercado ao relatório da D&M está exagerada, diz BMO

Analista reitera a visão otimista com a empresa e sugere que investidores aproveitem a queda para comprar mais ações

A reação negativa do mercado após a atualização das reservas da OGX (OGXP3) feita pela certificadora D&M (DeGolyer & MacNaughton) está exagerada, afirma Christopher Brown, analista da BMO Capital Markets.

“As expectativas dos investidores eram muito altas e o relatório da D&M é realístico”, aponta Brown em entrevista feita por telefone para EXAME.com. O relatório elevou as reservas da OGX de 6,8 bilhões para 10,8 bilhões de barris de óleo equivalente (boe).

Os papéis da empresa de Eike Batista iniciaram a sessão de hoje com uma forte queda de 15%. Na mínima do dia, as ações chegaram a 16,8%, negociadas a 16,35 reais. Na sexta-feira, a expectativa pelo relatório motivou uma alta de 3,5% nas ações.

“Definitivamente acho que os investidores devem comprar nessa fraqueza. Acho que alguns analistas também estão reagindo de uma forma exagerada”, afirmou. Brown espera que o preço-alvo do mercado seja revisado para algo próximo do que ele já tinha como projeção.

O analista manteve a recomendação de desempenho acima da média de mercado (outperform) para os papéis da OGX, com um preço-alvo de 23 reais. “Estamos otimistas com os próximos meses”, explica.

Brown espera que a venda de uma fatia minoritária na Bacia de Campos, como tem sido amplamente divulgada pela empresa, possa ajudar na retomada das ações, mas se fechado a um “preço razoável”.

A venda, contudo, não deverá acontecer no primeiro semestre, destaca o analista. Brown também espera que a continuidade das descobertas e o início da extração de óleo sirvam como impulsionadores dos papéis.

Fonte: Exame

Ações da OGX, de Eike Batista, despencam na Bolsa de Valores

As ações da OGX (OGXP3) despencavam durante o pregão da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) nesta segunda-feira, com a decepção do mercado com o relatório da certificadora DeGolyer and MacNaughton (D&M) sobre as reservas da companhia.

Desde antes da abertura do mercado, relatórios negativos circularam sobre os novos dados da companhia --como do BTG Pactual, Santander e Deutsche Bank-- que revisaram para baixo o preço-alvo e a recomendação para a empresa.
Mas a corretora Ágora reforçou sua indicação de compra para as ações. "Os resultados apresentados nos relatórios comprovaram uma importante e acelerada evolução na base de ativos da companhia e atestaram sua capacidade de crescer organicamente", disse a corretora.
Os dados apresentados pelo relatório da D&M foram considerados insuficientes pelo mercado para se ter uma ideia real das reservas de petróleo e gás natural da empresa.

Eike pagou viagem de autoridades colombianas

Reportagem da Folha divulgada nesta segunda-feira mostrou que Eike Batista, pagou excursões a autoridades da Colômbia que analisam o pedido de licenciamento de seus projetos em uma região de preservação ecológica.
Por volta de 13h10, as ações da OGX eram cotadas a R$ 16,96, uma perda de 13,69%. Muitos analistas --como de BTG Pactual, Santander e Deutsche Bank-- revisaram para baixo o preço-alvo e a recomendação para a empresa.

Fonte: UOL

Petrolíferas: revisão de riscos desencadeada por OGX derruba ações do setor

A segunda-feira (18) não trouxe notícias muito positivas para o setor de petróleo e gás. Entre as novidades da OGX Petróleo (OGXP3), a queda da commodity no mercado internacional e os temores em relação às economias norte-americana e chinesa, as empresas do setor operam em forte baixa.

A OGX lidera as baixas do Ibovespa, recuando 15,42% depois da divulgação do relatório de estimativas das reservas decepcionar o mercado. As declarações de Eike Batista sobre a empresa também não animaram, e diversas casas de research já cortaram a recomendação para os papéis da empresa.

HRT e QGEP
Com isso, as ações da HRT (HRTP3) e Queiroz Galvão Exploração e Produção (QGEP3) também têm forte queda na sessão, de 4,36% e 4,68%, respectivamente.

Segundo o analista do Banco do Brasil, Nelson Rodrigues de Matos, as empresas seguem o movimento da OGX porque têm um case bastante semelhante e sofrem com essa reavaliação dos riscos exploratórios sendo feita pelo mercado. “Os recursos ainda são prospectivos, então pode ser que a história se repita nessas menores”, explica.

Petrobras: cenário macro dita o rumo
A Petrobras (PETR3, PETR4) não escapa das quedas da sessão, e vê suas ações ON e PN recuarem 2,87% e 3,13%, nessa ordem. Mas segundo Matos, a baixa dos papéis da estatal não segue tanto a referência da OGX, já que a empresa está longe de ser pré-operacional e ter que confirmar suas reservas.

No caso da Petrobras, Matos aponta como pontos de pressão a queda do petróleo na sessão, em resposta a declarações da OPEP, além da notícia de que a Standard & Poor’s colocou o rating norte-americano em perspectiva negativa. Os rotineiros temores sobre a economia chinesa também pesam sobre os ativos da estatal.

Fonte: UOL

13/04/2011

Rapidinhas: Bovespa, Cambio, Petroleo

Foi oficialmente lançada a Brix, a Bolsa para negociação de derivativos energéticos, do empresário Eike Batista. Inicialmente o foco será no mercado de energia elétrica, mas o empresário não descartou negociar futuramente contratos de petróleo.
Eike Batista está apostando que a produção da OGX Petróleo (OGXP3), sua empresa de extração de petróleo, será negociada livremente na Brix.
A Brix tem com um dos principais sócios a IntercontinentalExchange, que já opera no mercado de derivativos internacional. A ICE, como também é chamada, em parceria com a Nasdaq OMX, está tentando adquirir a NYSE Euronext pelo valor de US$ 11,5 bilhões nos Estados Unidos.

A cotação do barril de petróleo (CLK11) caiu fortemente no mercado internacional ontem, fechando com baixa de mais de 3%.

As ações da Petrobras (PETR3 e PETR4) acompanham a queda na cotação da commodity e foram destaques de baixa dentre as ações que compõem o índice Ibovespa, com queda de mais de 3%.

Aloizio Mercadante, Ministro da Ciência e Tecnologia, confirmou que a Apple (AAPL) irá fabricar o iPad 2 no Brasil. A estimativa é que o início da produção comece até o final de novembro deste ano.

A Agrenco (AGEN11) comunicou ontem que o conselho de administração aprovou a troca do CEO da companhia. Agora quem comanda interinamente a empresa é Luis De Lucio.
A companhia também conclui os termos de uma autorização para que a GEM (Global Yield Fund) adquira 7,7 milhões de Certificados de Ações da Agrenco ao preço de exercício de R$ 3,00.
A GEM é um fundo especializado em aquisições de empresas em países emergentes, administrador de mais de US$ 3 bilhões em recursos.

Em iniciativa inédita, o único programa de fidelidade em bolsas de valores do mundo criado pela BM&F Bovespa é um sucesso segundo comunicado da empresa ontem pela manhã. Em apenas quatro meses mais de 10 mil pessoas já aderiram ao programa.
Quem se cadastrou no programa de fidelidade Fica Mais da BM&F Bovespa já pode trocar seus pontos por passagens aéreas, combustível, livros, CDs e DVDs, hospedagem em hotéis, serviços de telefonia móvel, fixa e banda larga, assinatura de revistas, serviços de TV por assinatura, além de outras opções.
Lançado em dezembro de 2010, o Fica Mais quer estimular os investidores a permanecerem mais tempo no mercado de ações. Seus participantes acumulam pontos de acordo com a sua permanência na Bolsa e com o número de amigos que indicarem para se tornarem investidores.

Com toda a tensão registrada nos mercados ontem a cotação do Dólar (DOLK11) encerrou o movimento de queda e fechou em alta de 0,80%, cotado acima de R$ 1,59.

12/04/2011

Petróleo fecha em queda de mais de 3% em Nova York

Os preços do petróleo caíram pela segunda vez consecutiva nesta terça-feira em Nova York, a cerca de US$ 106, enquanto em Londres também perderam mais de US$ 3, em um mercado mais inquieto em relação à demanda do que à oferta.
Na Nymex (New York Mercantile Exchange), o barril de WTI (designação de "light sweet crude" negociado nos EUA) para entrega em maio fechou em US$ 106,25, em queda de 3,33% em relação a segunda-feira.
Em duas sessões, o preço do WTI caiu cerca de 6%.
No IntercontinentalExchange de Londres, o barril de Brent --de referência na Europa-- com igual vencimento perdeu 2,46%, a US$ 120,92.
"A atenção afastou-se completamente dos problemas no Oriente Médio", que tinham contribuído para levar os preços do petróleo a seus níveis mais altos desde setembro de 2008, afirmou Matt Smith, da Summit Energy.
Agora o temor é de que "os preços elevados atuem como uma tampa sobre a demanda mundial de petróleo", explicou o analista. "Vemos os sinais preliminares, particularmente nos Estados Unidos, em relação à demanda de gasolina".
A revisão das previsões de crescimento do FMI (Fundo Monetário Internacional) na segunda-feira, avivaram os temores do mercado, uma tonalidade negativa que teve continuação com o relatório da Agência Internacional de Energia publicado nesta terça-feira.
Em seu relatório mensal, a AIE (Agência Internacional de Energia) apontou a existência de um "risco real de que um petróleo que se mantenha sobre os US$ 100 o barril já não seja compatível com o ritmo da recuperação econômica".
Esses temores provocaram "um sólido movimento de realização de lucros", observou Matt Smith.
O tom do mercado também foi dado por uma nota publicada na segunda-feira pelo banco Goldman Sachs, forte ator no mercado de commodities, que recomendou realizar lucros.
O banco decidiu encerrar suas posições de compra de uma cesta de matérias-primas, entre elas o petróleo, mas também algodão, cobre e platina.

Fonte: Folha.com

11/04/2011

Rapidinhas: Bovespa, Medidas Economicas, Portugal

As ações da MMX Mineração (MMXM3) acumularam a maior alta do Ibovespa na semana que passou com valorização de 9,9%. Segundo os analistas gráficos as ações da empresa romperam uma importante resistência que depois foi utilizada como suporte aos preços, o que daria mais confiança a essa alta.

Já as ações da Cosan (CSAN3) não resistiram às mudanças sugeridas pelo governo no setor produtivo de etanol e possível aumento no imposto de exportação do açúcar, e acabaram registrando as maiores perdas da semana no índice Ibovespa com queda de 8,7% no período.

Com o aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre operações a crédito para o consumidor, o setor bancário na Bolsa foi o mais atingido no pregão de sexta-feira. Mas os analistas acreditam que este movimento é passageiro. Eles entendem que o aumento do IOF não irá impactar dramaticamente o nível do consumo do país.
No entanto, Guido Mantega já afirmou que o governo tem mais cartas na manga caso o consumo não arrefeça e traga consigo a queda da inflação.
Mantega ainda ameaçou novas medidas cambiais caso a valorização do Real não reverta no médio prazo. A moeda norte-americana fechou em queda, cotada a R$ 1,57 na sexta-feira.

Segundo o Ministro o governo não permitirá bolhas no mercado financeiro, imobiliário e de capitais.

Os contratos futuros de petróleo (NYMEX:CLK11) fecharam em alta no mercado internacional na sexta-feira. Em Nova Iorque o barril fechou cotado a US$ 112,79 alta de mais de 2%.

A União Européia irá contribuir com 80 bilhões de Euros, aproximadamente R$ 180 bilhões, para o fundo de auxílio financeiro a Portugal.

A China registrou déficit comercial de US$ 1 bilhão no primeiro trimestre deste ano. Isso mostra que o mercado interno da China está se tornando uma alternativa viável às exportações.

A NYSE Euronext rejeitou a oferta recente feita pela Nasdaq OMX e ICE. A NYSE pretende se unir com a Deutsche Boerse. A NYSE Euronext entende que mesmo com a oferta menor feita pela Deutsche Boerse, a união das duas bolsas irá gerar mais valor aos acionistas no longo prazo.

08/04/2011

Rapidinhas: Bovespa, Cambio, Economia Mundial, Impostos, Petroleo

Ontem à noite Guido Mantega, Ministro da Fazenda, anunciou que o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) de operações a crédito para pessoas físicas aumentará em 100%, passando para 3%.
Crédito a empresas e para investimentos estão fora do reajuste.
O objetivo da medida é claro: combater a inflação atingindo o consumo. Caso a inflação desacelere o governo poderá rever o reajuste do IOF.

As ações da Cosan (CSAN3) sofreram as maiores perdas do Ibovespa ontem, com queda de 4,84%.
Os investidores estão receosos com a nova regulação na produção do etanol e um possível aumento no imposto de exportação do açúcar.

As medidas anunciadas na quarta-feira pelo governo brasileiro para tentar conter a valorização do Real não surtiram efeito.
Ontem o Dólar fechou cotado a R$ 1,58, queda de 1,9% e menor valor desde agosto de 2008.

O crédito ao consumidor norte-americano surpreendeu os analistas e veio acima do esperado em fevereiro, mostrando mais um sinal da recuperação da economia dos EUA.

Um novo terremoto atingiu o Japão ontem medindo 7,1 graus na escala Richter. Apesar do susto não houve grandes prejuízos e as usinas nucleares do país, inclusive a de Fukushima, não sofreram abalos graves.

O FMI acredita que a cotação atual do barril de petróleo deverá permanecer em alta pelo menos no curto prazo. Ontem o barril de petróleo fechou em alta em Nova Iorque, cotado acima de US$ 110.

23/03/2011

Petrobras e OGX: Boas notícias para as duas empresas

As ações da OGX Petróleo tiveram o segundo melhor desempenho dentre as ações que compõem o índice Ibovespa ontem. Os papéis da empresa registraram alta de 5,9% (fechamento do after-market) após a nova descoberta de hidrocarbonetos na Bacia de Campos. Os analistas ficaram animados com a descoberta: a área tem se mostrado um campo fértil para a OGX o que aumenta as probabilidades de extração e comercialidade dos blocos que a empresa possui, além de reduzir os custos com logística pela proximidade entre eles. A Petrobras também trouxe boas notícias: a petrolífera pretende dobrar suas reservas comprovadas de petróleo nos próximos cinco anos, afirmou Sergio Gabrielli, presidente da empresa. Se conseguir atingir essa meta, a petrolífera contaria com até 35 bilhões de barris de petróleo e teria a maior reserva privada do mundo. Gabrielli comentou ainda sobre a cotação da commodity no mercado internacional: ele não acredita que os preços atuais tenham sustentação no médio prazo. No entanto com o barril de petróleo cotado acima de US$ 100,00 a Petrobras conta com perspectivas financeiras excelentes.

Fonte: Advfn