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30/07/2013

Rapidinhas - 30/07/2013

Com a saída de Eike Batista do controle da MPX Energia (MPXE3), a companhia começou a dar os primeiros passos a se distanciar do grupo EBX. A MPX está propondo uma nova redação para seu estatuto social e eleger um novo membro para o conselho de administração...

A M. Dias Branco (MDIA3) registrou lucro líquido de R$ 142,7 milhões no segundo trimestre de 2013 (2T13), alta de 22,5% na comparação anual ...

O banco Santader Brasil (SANB11) lucrou R$ 501 milhões no segundo trimestre de 2013 (2T13), queda de 17,8% na comparação anual ...

Reportagem do jornal Folha de S.Paulo apontou uma autuação do Ministério do Trabalho contra a Le Lis Blanc (LLIS3) ao encontrar 28 bolivianos em condições de trabalho análogas à escravidão em oficinas que confeccionavam roupas da companhia ...

A Souza Cruz (CRUZ3) registrou lucro líquido de 435,6 milhões no segundo trimestre de 2013 (2T13), alta de 9,3% em um ano...

O lucro líquido da BRF (BRFS3) subiu 3.160% no segundo trimestre de 2013 (2T13), para R$ 208 milhões ...

Após nove cortes, o Relatório Focus, semanário compilado pelo Banco Central, manteve a previsão de crescimento do PIB brasileiro em 2,28% no ano de 2013. O IPCA, índice de preços utilizado no sistema de metas de inflação do governo, está estimado em 5,75% ao final deste ano. O Dólar deverá encerrar 2013 cotado a R$ 2,25, segundo o relatório, enquanto que em 2014, está estimado em $ 2,30. A taxa Selic, taxa básica de juros da economia brasileira, deve encerrar o ano em 9,25% ao ano, mesmo percentual estimado para o ano que vem...

Fonte: Advfn

10/07/2013

Rapidinhas - 10/07/2013

O Departamento de Proteção ao Consumidor multou as operadoras Vivo (VIVO4) e Tim (TIMP3), em R$ 2,2 milhões e R$ 1,6 milhão respectivamente, por propaganda enganosa ...

A Copel (CPLE6) comunicou que a ANEEL aprovou o diferimento do reajuste médio de 14,61% por meio da aplicação de reajuste de 9,55%. Segundo a companhia, a decisão da ANEEL a atende a manifestação do governo do Paraná e evita desequilíbrio econômico-financeiro. As ADRs da companhia (NYSE:ELP) dispararam ontem na bolsa de valores de Nova Iorque, fechando o dia em alta de 7,1% ...

Após questionamentos da CVM, a OGX Petróleo (OGXP3) emitiu dois comunicados na segunda-feira (08/7). O primeiro dizia que a companhia tinha apenas indícios de que poderia não haver viabilidade comercial para o desenvolvimento da sua produção e determinou a realização de estudos adicionais antes de anunciar o fechamento de poços. No segundo comunicado, a OGX afirma que negocia parcerias para os blocos que arrematou sozinha na 11a. rodada da ANP, mas até este momento não existe qualquer negócio fechado ...

Otávio Lazcano, diretor financeiro e de relações com investidores da EBX Brasil, holding de Eike Batista, renunciou de suas posições. Eike Batista acumulará as funções deixadas por Lazcano ...

Após reduzir as perspectivas de crescimento da economia global, o FMI reduziu a estimativa de alta da economia brasileira para 2,5% em 2013 ...

O FMI ainda indicou que o governo brasileiro não deve subestimar o risco inflacionário e apertar a política monetária...

Fonte: Advfn

07/07/2011

Diferença entre poupar e investir

O brasileiro não tem o hábito poupar, muito menos de investir. Em nosso país a maioria das pessoas gasta todo dinheiro que recebe e não possui reservas financeiras. Alguns poupam uma parte do que recebem, e apenas poucas pessoas investem parte de suas receitas.
Mas peraí, poupar não é a mesma coisa que investir? Não, não é, poupar e investir são 2 coisas diferentes, e vou explicar porque.

A situação que a maioria dos brasileiros vive é muito preocupante e arriscada, pois ao menor problema ou imprevisto, essa pessoas acabam tendo que recorrer à empréstimos, que depois são difíceis de se quitar, porque a pessoa estava com o orçamento no limite, o que vai gerar um período de grande dificuldade e stress, e acaba virando uma bola de neve. Outro ponto crítico, que muitos esquecem, é que a cada ano que passa, as pessoas perdem o emprego mais cedo, e não conseguem mais se recolocar no mercado de trabalho, forçando que se aposentem cada vez mais cedo, e com menos recursos. As pessoas tem o péssimo hábito, de achar que o salário recebido é um dinheiro apenas para aquele mês, e não para a vida toda, e esquecem de pensar no que farão para se sustentar na velhice, quando a renda do emprego não existir mais, e só restar a mísera aposentadoria oferecida pelo governo. As pessoas precisam entender, que o salário recebido, não é apenas para aquele mês, e sim, para a vida toda, é mês a mês, que a pessoa tem que formar o seu futuro, e garantir uma tranquilidade lá na frente, porém, não se pode abrir mão de todo presente pensando apenas no futuro, é preciso equilibrar as duas coisas, por isso é muito importante investir e não apenas poupar, para fazer seu dinheiro crescer e trabalhar para você.

Sabendo que devemos investir bem, para termos uma boa reserva não só para nossa aposentadoria, mas também para atingirmos nossos objetivos e sonhos mais facilmente, vamos analisar o motivo de poupar ser difernte de investir.

Poupar é o simples ato de guardar dinheiro, porém, nem sempre o dinheiro guardado vai nos trazer bons retornos, por exemplo, nos meses finais de 2010 e iniciais de 2011, a poupança (aplicação preferida de muitos brasileiros) perdeu para a inflação durante 8 meses seguidos, ou seja, o dinheiro que foi depositado na poupança, apesar de ter rendido um pouquinho todo mês, esse rendimento foi inferior ao aumento da inflação, e após os 8 meses, mesmo tendo mais dinheiro na conta, o seu poder de compra era menor do que 8 meses antes. O que quero dizer aqui, é que a inflação pode corroer o capital mal investido, mesmo quando as pessoas tem a ilusão que o seu patrimonio está aumentando.

Vamos simular um investimento em poupança, com taxas próximas as obtidas em 2010, com duração de 12 meses, com inicio no primeiro dia de 2010, e termino no ultimo dia de 2010.
Supondo que a pessoa tivesse aplicado 10 mil reais, quanto ela teria ao final dos 12 meses? Assumindo que o rendimento médio da poupança foi de 6,80% ao ano, após 12 meses os 10 mil se transformam em 10.680,00. Um ganho liquido de 680,00 reais, correto? Errado. Explico, a inflação em 2010 foi de proxima de 11,32% ao ano, ou seja, por mais que tenhamos 10.680,00 ao final do período, eles equivalem a 9.548,00, pois a inflação corroeu parte do patrimonio, no final de dezembro, era necessário mais de 10 mil para comprar o mesmo produto que se comprava com 10 mil no começo do ano.

Por isso, apenas guardar dinheiro é muito perigoso, e em alguns momentos você estará perdendo dinheiro, ou apenas, empatando, o que não vai te proporcionar ganhos para uma melhor aposentadoria.

Agora vamos ver quanto de capital teríamos se tivessmos investido nosso dinheiro de forma mais rentável, tivessemos buscado alternativas que nos possibilitassem maior ganho. Simulando os mesmos 10 mil em aplicações de maior risco, que dessem um retorno de 1,5% ao mes, nós teríamos ao fim de 12 meses um montante de 11.956,00, e descontando a inflação teríamos 10.705,00. Vejam que a inflação, que em 2010 foi muito alta, levou boa parte do rendimento, mas ainda nos sobrou um aumento de patrimonio real de 705,00 reais.

Claro que a inflação não irá se manter alta, na casa dos 2 digitos pra sempre, porém, mesmo com ela abaixo de 6% ao ano, possibilitando à poupança ganhos reais, esses ganhos serão mínimos, enquanto outras formas de investimento podem trazer retornos excelentes.

Você deve estar me perguntando que investimentos vão dar retornos de 1,5% ao mês, existem diversos, é preciso usar a criatividade e estudar muito, mas a bolsa de valores é uma dessas formas, investimentos em imoveis podem dar um retorno como esse, compra e venda de produtos pode superar esse retorno, aplicações de renda fixa atreladas a inflação podem trazer um excelente resultado, principalmente em épocas que a inflação está alta, existem aplicações que pagam 6% + IGPM ao ano, ou seja, você ja garantiu um ganho real de 6% ao ano, independente do valor da inflação. Não é o objetivo desse post falar detalhadamente de cada investimento possível, mas com o passar dos dias, vou colocando artigos aqui sobre diversos investimentos.

E como já falei no meu artigo sobre juros compostos, quanto maior o prazo de tempo que o dinheiro estiver rendendo, maior será a diferença de capital no final, por isso, quando você pensa que a diferença de rentabilidade é "pequena", de apenas 0,2% ao mês, saiba que no longo prazo essa diferença fica gigantesca.
Confira meu artigo sobre o poder dos juros compostos aqui.

Resumindo, ao investir, você coloca o dinheiro para trabalhar para você ao longo do tempo, e quanto mais tempo tiver, maior será o patrimonio acumulado, e buscando os melhroes investimentos, mais rápido atingirá seus objetivos e melhor será sua aposentadoria. E ao poupar, você está apenas guardando o dinheiro, deixando ele de lado, encostado, parado, sendo corroído pelo dragão da inflação.

21/05/2011

Varejistas reduzem compras diante da expectativa de queda no consumo

Diante do comportamento mais contido do consumidor, os varejistas reduziram, em média de 1,5%, as compras de seus fornecedores nos meses de abril e maio deste ano na comparação com o mesmo período de 2010.

O dado foi apresentado hoje ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, pelo Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), que reúne 35 grandes varejistas como C&A, Pão de Açúcar, Magazine Luiza, Leroy Merlin e Tok & Stok.
"As medidas que o governo visava para reduzir a taxa de crescimento já estão surtindo efeito, a preocupação agora é em mantê-las nesse nível ou até tomar medidas para reestimular a economia", disse o presidente do IDV, Fernando de Castro.

Segundo o executivo, o último dia das mães foi um exemplo da desaceleração, em que diversos setores venderam menos do que o previsto. Ele considerou que todos os segmentos estão sentindo a desaceleração, mas que ela é um pouco maior para eletroeletrônicos e materiais de construção.

"É muito difícil saber se o remédio é excessivo, mas estamos indicando ao ministro que parece ser suficiente", afirmou Castro. O grupo de varejistas também pediu ao ministro uma intervenção para acabar com as barreiras fiscais introduzidas sobre a comercialização entre Estados.

(Luciana Seabra | Valor)

Fonte: Uol

19/05/2011

Medidas para frear a inflação devem fazer efeito no final do 2º trimestre, diz Tombini

As recentes medidas tomadas pelo governo para tentar frear a inflação deverão surtir efeito a partir do final do segundo trimestre deste ano, afirmou o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, em teleconferência realizada nesta quinta-feira (19). Tombini também voltou a lembrar que o centro da meta do governo para a inflação, de 4,5% ao ano, deverá ser atingido em 2012.

Em abril, o Copom (Comitê de Política Monetária) elevou em 0,25 ponto percentual a taxa básica de juro nacional, levando a Selic para 12,00% ao ano. Esta foi a terceira elevação de um ciclo de aperto monetário que começou em janeiro, quando o Comitê voltou a subir os juros, após uma interrupção em julho de 2010.

"Os recentes resultados são muito promissores. Nós veremos a inflação mensal cair", disse Tombini. "Muito do que estamos fazendo vai começar a mostrar resultado no final do segundo trimestre e os efeitos dessas medidas poderão ser sentidos mais intensivamente na segunda metade deste ano", completou.

Tombini disse ainda que o governo tem trabalhado mais do que pode para garantir que a inflação não sairá do controle. "Nós já comunicamos que o centro da meta do governo para a inflação será atingido em 2012", afirmou.

Crédito
Em relação às medidas macroprudenciais tomadas pelo governo para frear o ritmo de concessão de crédito no País, Tombini disse que vê moderação no crédito nos próximos meses. "Mesmo assim, ainda há muita liquidez no mercado. Ainda há também algumas áreas de crédito que estão crescendo rápido", destacou. O presidente do BC afirmou ainda que espera um crescimento menor que 15% no volume de crédito concedido pelos bancos no Brasil para este ano.

Fonte: InfoMoney

18/05/2011

Ipea prevê que inflação não passará 6% no ano

A previsão do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), ligado ao governo federal, é que a inflação em 2011 não deve ultrapassar o teto da meta 6,5%, ficando entre 5% e 6%.
Segundo o boletim Conjuntura em Foco, divulgado nesta quarta-feira (18), no acumulado dos últimos 12 meses, espera-se que “a inflação ainda suba pelo efeito estatístico de carregar a inflação alta dos primeiros meses de 2011”.
O combate à inflação se tornou um dos principais objetivos do governo. Para este ano, o centro da meta de inflação perseguido pelo Banco Central é de 4,5%.
O centro da meta pode ter variação de dois pontos percentuais para cima ou para baixo, ou seja, a inflação poderia ir de 2,5% a 6,5%.
Segundo o coordenador do Grupo de Análise e Previsões do Ipea (GAP), Roberto Messenberg, o modelo de metas de inflação prevê que a inflação acumulada em 12 meses fique dentro desta margem.
“Isso não significa descumprir a meta. A banda de variação existe justamente para acomodar os choques, que são os choques de commodities”, afirmou Messenberg ao destacar que espera para o segundo semestre uma queda gradual da inflação.
O boletim do Ipea faz menção à última ata do Copom (Comitê de Política Monetária) do BC, relativa à reunião abril deste ano, que elevou a taxa básica de juros (a Selic) em para 12% ao ano.
O documento diz que o conjunto de medidas adotadas a partir de 2010 deverá surtir “o efeito desejado e trará a inflação de volta ao centro da meta em 2012”.

Preço das commodities

A expectativa para o segundo semestre é uma tendência de arrefecimento da inflação das commodities, de acordo com Messenberg.
Segundo o boletim do Ipea, os preços de commodities, que pesam na formação de preços da economia brasileira, cresceram significativamente quando cotados em dólar desde meados de 2010, liderado pelo crescimento dos preços das commodities agrícolas em 2010 e de energia em 2011.

Serviços

O efeito das medidas macroprudenciais adotadas pelo governo também contribui para a redução da alta dos preços de serviços, segundo o Ipea, por meio da contenção do crédito.
A medida macroprudencial que Messenberg destaca é a de restrição ao crédito, anunciado pelo Banco Central em dezembro de 2010, incluindo aumento nas alíquotas de compulsório sobre depósitos a prazo, de 15% para 20%, no adicional de compulsório para depósitos a prazo e à vista, de 8% para 12%, e no fator de ponderação de risco nas operações de crédito para pessoa física com prazo superior a 24 meses, de 100% para 150%.
Em março de 2011, ocorreram ajustes nas regras de dedução de compulsórios sobre depósitos a prazo, e, em abril do mesmo ano, o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de empréstimos para pessoa física passou de 1,5% para 3%.

Inflação sob controle

Messenberg afirma que a inflação brasileira não está fora de controle. “Ficaremos dentro da meta. Não temos nada que possa sustentar o diagnóstico que a economia brasileira fique desgarrada”.
Segundo o coordenador do Ipea, apesar de haver um processo de aceleração inflacionária, não há um “combustível para que leve a uma bolha de preços ou de superinflação”.
“O que temos no Brasil é ganho de salário real, valorização do câmbio, maior demanda pela moeda doméstica e fuga da moeda estrangeira”.
Messenberg destaca que, apesar da inflação, a economia brasileira está conseguindo preservar uma trajetória ascendente de investimentos.
“Estamos muito próximos de conseguir fazer com que a taxa de investimento na economia cresça ao custo de uma pequena elevação da inflação”, disse.
Messenberg ainda destacou que na próxima reunião do Copom já se poderá discutir a manutenção da taxa de juros.

Fonte: Uol

07/05/2011

Dados de inflação podem, enfim, trazer uma semana mais tranquila para a bolsa

O mercado de trabalho norte-americano teve papel relevante para a bolsa brasileira nesta semana. Com a piora na criação de vagas do setor privado e o aumento em pedidos de auxílio-desemprego batendo um recorde anual, a chance de recuperação da demanda foi posta em xeque e os commodities despencaram pelos mercados globais, inclusive o brasileiro. Apenas as ações da Petrobras (PETR3, PETR4), Vale (VALE3, VALE5) e OGX (OGXP3) detêm 25,425% em peso no índice.

Mais do que o cenário externo, no entanto, continuaram a pesar as perspectivas de elevação da inflação e a saída do investidor estrangeiro. Pela oitava semana seguida, o boletim Focus apontou a deterioração do cenário inflacionário interno. O pessimismo se estendeu por quatro dos cinco dias da semana, e levou o Ibovespa a recuar 2,59%, enquanto nas bolsas de Wall Street, o Dow Jones perdeu 1,34% no mesmo período.

Índices inflacionários podem sinalizar recuperação
O descolamento dos mercados brasileiro e norte-americano segue nesta semana, mas na ponta positiva, diz o analista da Um Investimentos, Eduardo Oliveira. Para isso, ele cita a melhora esperada nos setores de consumo, bancos e construção civil, após o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) ter sinalizado um cenário de descompressão inflacionária antes do esperado pelo mercado.

"A agenda doméstica está mais tranquila e deve trazer índices de inflação sinalizando recuo no avanço dos preços, mas que ainda devem permanecer em elevado patamar", diz o analista da CoinValores, Marco Saravalle. A expectativa é que o IGP-DI registre avanço de 0,4% e as leituras preliminares do IPC e IGP-M mostrem alta de 0,69% e 0,39%, nesta ordem.

Commodities ainda pressionam
Enquanto os setores ligados ao consumo são cotados entre as melhoras esperadas para a próxima semana, Oliveira adverte que o desempenho do índice pode ser contido pelas commodities. "O mercado ainda está muito concentrado em Petrobras e Vale, que continuam pressionadas", diz o analista da Um Investimentos.

Saravalle alerta também para possíveis medidas de contração econômica vindas da China e outros emergentes. Nos dois primeiros dias da semana, o gigante asiático divulga sua balança comercial, a produção industrial e os índices de preços ao consumidor e ao produtor.

Resultados ganham força por aqui
Nos Estados Unidos, a temporada corporativa vai se dirigindo para o final, com apenas algumas grandes empresas, como Disney, Cisco e Macy's, divulgando seus balanços. No front doméstico, por outro lado, ela se intensifica, com os números de construtoras (Even, Gafisa, Camargo Corrêa e Tecnisa) e bancos (Banco do Brasil, Bic Banco e Banco ABC Brasil) no início da semana.

A semana deve ser a mais movimentada da temporada, que termina no final deste mês. O mercado fica ainda na expectativa pelo balanço da Petrobras no primeiro trimestre, a ser divulgado após o fechamento do pregão de sexta-feira (13).

Fonte: InfoMoney

06/05/2011

Fechamento de hoje

E se encerra mais uma semana, nosso indice fechou com alta de 1,59% hoje, recuperando o patamar dos 64 mil pontos e amenizando um pouco as baixas recentes.

Vale e Petro fecharam no negativo, quedas de 0,3% e 1,0% respectivamente.
Ogx conseguiu fechar o dia em alta de quase 1%, tentando uma respirada depois de tanto apanhar. Hoje sai o balanço da empresa, então segunda-feira pode ser um dia de fortes emoções.

O dia hoje foi de destaque para as ações das construtoras, consumo e bancos, com altas acima dos 5% para as construtoras, caso da Mrv, já com a Cyrela a alta foi mais humilde e subiu 3,15%.

Os bancos subiram na casa dos 2%, casos de Itau, Bradesco, Banco do Brasil e Santander.

Cielo e Redecard continuaram a alta, e subiram mais de 2% cada uma.

Já o setor de consumo, subiu forte hoje, com Lojas Renner subindo mais de 3,5%, B2W (Submarino e Americanas.com) tiveram a expressiva alta de 7,4% e Lojas Americanas 9,3% de alta, encerrando muito bem a semana.

O forte movimento das construtoras, bancos e setor de consumo se deve aos dados divulgados referentes a inflação e ao controle do governo, que diz, que a economia está seguindo o caminho esperado.

05/05/2011

Presidente do BC diz que estratégia contra inflação não mudou

O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, disse nesta quinta-feira que as estratégias da autoridade para controlar a inflação não mudaram.
Na ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), divulgada na semana passada, o BC deu mais destaque para o uso dos juros como instrumento para segurar a alta de preços, o que foi visto pelo mercado como uma mudança de direção pela instituição, que vinha apoiando suas ações em medidas macroprudenciais, como a restrição ao crédito.

"Não há mudança alguma. Simplesmente na comunicação estamos tratando de dar o destaque necessário para o instrumento convencional. Medidas macroprudenciais serão levadas em conta no processo de aperto das condições monetárias que está em curso para trazer a inflação para o centro da meta", afirmou.
O presidente disse ainda que "há muita falação" que não vem do BC, mas que a linha adotada pela instituição tem sido consistente.

"Não mudou absolutamente nada. O BC vem fazendo a sua política articulada e tem recebido contribuições de outras partes do governo no combate a inflação, é apenas uma questão de ênfase", completou.
O presidente disse ainda que a inflação deverá "rodar no centro da meta" a partir dos próximos meses, o que significa uma inflação mensal de até 0,4%. No acumulado dos 12 meses, porém, a inflação ainda ficará acima dos 4,5% por conta do comportamento dos preços no início do ano. Para 2012, Tombini prevê a inflação no centro da meta, ou seja, em 4,5%.

"Uma política monetária opera com defasagem. Tudo o que foi feito nesses três meses não tem condição de atingir a inflação corrente, vai atingir ao longo do tempo", concluiu.

Fonte: Folha

Presidente do BC pede aos brasileiros que moderem consumo

O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, afirmou nesta quinta-feira que os brasileiros devem moderar o consumo neste momento.
"Se quiser adiar o consumo, moderar o consumo para consumir mais para a frente, esse é o momento de fazê-lo", afirmou, durante audiência que reuniu três comissões da Câmara dos Deputados e duas do Senado.

Segundo Tombini, os consumidores devem aproveitar a situação de alta nos juros para poupar.
"No ciclo de aperto em que nós estamos, você cria um incentivo para o poupador que vai ser melhor remunerado nas suas aplicações financeiras."
Ele também disse que as estratégias do BC para controlar a inflação não mudaram.

Na ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), divulgada na semana passada, o BC deu mais destaque para o uso dos juros como instrumento para segurar a alta de preços, o que foi visto pelo mercado como uma mudança de direção pela instituição, que vinha apoiando suas ações em medidas macroprudenciais, como a restrição ao crédito.

"Não há mudança alguma. Simplesmente na comunicação estamos tratando de dar o destaque necessário para o instrumento convencional. Medidas macroprudenciais serão levadas em conta no processo de aperto das condições monetárias que está em curso para trazer a inflação para o centro da meta", afirmou.
O presidente disse ainda que "há muita falação" que não vem do BC, mas que a linha adotada pela instituição tem sido consistente.

Tombini disse ainda que a inflação deverá "rodar no centro da meta" a partir dos próximos meses, o que significa uma inflação mensal de até 0,4%. No acumulado dos 12 meses, porém, a inflação ainda ficará acima dos 4,5% por conta do comportamento dos preços no início do ano. Para 2012, Tombini prevê a inflação no centro da meta, ou seja, em 4,5%.

"Uma política monetária opera com defasagem. Tudo o que foi feito nesses três meses não tem condição de atingir a inflação corrente, vai atingir ao longo do tempo", concluiu.

Fonte: Folha.com

28/04/2011

Agenda do investidor para esta quinta-feira

No Brasil a FGV (Fundação Getulio Vargas) divulga o IGP-M, índice de inflação calculado todo o mês e comumente utilizado para a correção de contratos de aluguel e tarifas de energia elétrica. O Banco Central publica a Ata da última reunião do COPOM (Comitê de Política Monetária) na qual se discute os fatores que influenciaram o aumento de 0,25% na taxa de juros e perspectivas econômicas para o futuro próximo. Nos Estados Unidos o Departamento do Trabalho divulga os Pedidos de Seguro-Desemprego semanal. O Departamento do Comércio divulga o a terceira prévia do PIB (Produto Interno Bruto) do primeiro trimestre e publica as Vendas Pendentes de Imóveis. No Japão começará a reunião do comitê de política monetária do Bank of Japan.

Fonte: Advfn

27/04/2011

Rapidinhas: Inflação, Juros, Cambio, Economia Mundial

Alexandre Tombini, presidente do Banco Central do Brasil, afirmou que o COPOM decidiu aumentar a taxa de juros Selic em 0,25% na reunião passada porque foi necessário.
Segundo Tombini o intuito é combater diretamente a inflação, através da diminuição da expansão do crédito.
O presidente do BC descarta controlar completamente a inflação neste ano. É muito mais provável que a inflação volte ao centro da meta (de 4,5% ao ano) somente em 2012.

A própria presidente Dilma Rousseff engrossou o coro contra crescente inflação em discurso ontem. A presidente culpou a alta dos alimentos e do etanol como principais fatores inflacionários.

O Real marcou nova valorização ontem contra o Dólar deixando a moeda norte-americana novamente para trás. O Dólar caiu quase 0,5% cotado a R$ 1,567.

O preço de moradias medido pelo índice S&P Case-Shiller nos EUA mostrou contração em fevereiro.
Ano a ano o índice mostrou queda de 2,6% nos preços dos imóveis, no entanto na comparação mensal o índice pouco se alterou, e até mesmo amenizou a queda vista nos dados revisados.

A montadora de veículos norte-americana Ford, segunda maior dos EUA, atrás apenas da General Motors, lucrou US$ 2,5 bilhões no primeiro trimestre de 2011, alta de 22%, surpreendendo os analistas.
Os aumentos nos lucros vieram de preços mais altos cobrados por seus automóveis. A montadora tem conseguido aumentar os preços dos seus veículos consistentemente porque os consumidores tem se agradado das últimos lançamentos da companhia.
No entanto, as dívidas da empresa ainda preocupam os analistas. A Ford está mais endividada que seus concorrentes, pois durante a crise de 2008 a montadora tomou empréstimos de US$ 23 bilhões diretamente no mercado, ao invés de ser auxiliada pelo governo norte-americano.

25/04/2011

Rapidinhas: Bovespa, Selic, Ouro

Na quarta-feira da semana passada o Banco Central decidiu aumentar em 0,25% a taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, para 12% ao ano.
Dessa vez a decisão do Banco Central deixou os economistas divididos: Alguns esperam alta de 0,5% enquanto outros não esperavam nenhum aumento na taxa de juros.

Os investidores que apostaram em um aumento mais fraco na Selic viram as empresas do setor de construção civil virar destaque de alta na semana.
As ações de construtoras são sensíveis aos aumentos nas taxas de juros, pois influenciam no valor das parcelas de financiamento da casa própria.
Depois da aceleração da inflação, iniciada no ano passado, o setor passou por momentos difíceis na Bolsa, com o temor dos investidores de que o Banco Central iria enxugar os recursos disponíveis no mercado para o financiamento de imóveis.

Na quarta-feira as ações da OGX Petróleo (OGXP3) continuaram o movimento de recuperação de perdas e subiram mais de 5%, maior alta do índice Ibovespa.
No entanto a valorização recente não compensou a forte queda nas ações da empresa, após o relatório de avaliação das reservas de petróleo e gás da empresa, e fecharam a semana em queda de mais de 8%, a maior do índice Ibovespa.

As ações da Duratex (DTEX3) tiveram a maior valorização do índice Ibovespa na semana passada, com alta de 6,7% no período.

A CPFL Energia (CPFE3) e a ERSA Energias Renováveis pretendem unir ativos e projetos de energia renovável no Brasil.
O negócio resultará na criação de uma companhia com mais de 1.000 MW de potência em operação e construção, com presença marcante nas três principais tecnologias de energia renovável desenvolvidas atualmente no país - Parques Eólicos, Pequenas Centrais Hidrelétricas e Usinas Termelétricas a Biomassa ...
As ações ordinárias da CSN (CSNA3) apresentam um dos melhores desempenhos do índice Ibovespa na quarta-feira após a Rio Tinto comprar da siderúrgica a participação de 19,9% que detinha no capital da Riversdale, produtora de carvão da Austrália, por US$ 830 milhões.

Os contratos futuros com vencimento em maio do Ouro superaram pela primeira vez a cotação de US$ 1.500 a onça na Bolsa COMEX de Nova Iorque.
O preço equivale a R$ 76,20 a grama do metal para investimento.

19/04/2011

Rapidinhas: Bovespa, Inflação, Economia Mundial

Após comunicar que está conversando com a Ersa, as ações da CPFL Energia (CPFE3) foram o destaque do índice Ibovespa ontem, com alta de mais de 4%.
A CPFL está atrás de oportunidades de investimentos na geração de energia renovável. A Ersa é especializada na geração de energia elétrica a partir de fontes renováveis.

A Vulcabras, dona das marcas Azaleia, Olympikus e Rebook, assinou um contrato visando a aquisição de ativos industriais (prédios, máquinas e equipamentos) na cidade de Chennai, na Índia.
Os investimentos previstos para os próximos dois anos são de aproximadamente US$ 50 milhões.
A empresa ainda aproveitou para reafirmar seu projeto de internacionalização, ao buscar maior diversificação de suas bases de produção e maior competitividade.

A CSN não gostou da mudança no estatuto da Usiminas em caso de cisão, incorporação ou fusão da companhia.
Agora os acionistas da siderúrgica recebem apenas pelo valor patrimonial das ações e não mais pelo valor de mercado em caso de troca de controle. Alguns analistas acreditam que esse seja um movimento com a intenção de desestimular uma mudança no controle da companhia.

Guido Mantega, Ministro da Fazenda, culpou os altos preços das commodities pela aceleração da inflação no Brasil nos último meses.

A agência de classificação de risco Standard & Poor’s pode revisar negativamente a nota de crédito dos Estados Unidos, comunicou a empresa ontem. Segundo a agência, os maiores riscos ao país são os crescentes déficits no orçamento e dívida pública.
Como conseqüência as principais bolsas de valores do mundo fecharam em queda. O índice Ibovespa não escapou e fechou ontem com desvalorização de 1,9%.

18/04/2011

Resultados, Grécia e China trazem mau humor aos mercados externos

Os principais mercados externos globais registram desvalorização nesta segunda-feira (18), diante de uma série de notícias que mantém a cautela como sentimento dominante do mercado neste pregão. Nos Estados Unidos, os contratos futuros dos índices em Wall Street apontam abertura em queda e respondem não só à ansiedade dos investidores com a temporada de balanços, que traz nesta sessão o resultado do Citigroup, mas também às renovadas preocupações com a crise fiscal na Europa.
No continente, os principais índices de ações tanto em Londres quanto em Frankfurt recuam  cerca de 1%, em meio a rumores sobre uma reestruturação da dívida grega. O ministro de finanças da Grécia, George Papaconstantinou, no entanto, afirmou que o país não possui nenhum plano para reestruturar sua dívida, ao passo que o FMI (Fundo Monetário Internacional) considera a situação grega como insustentável, segundo rumores.
A Grécia é o país com a maior probabilidade de calote, com 62,57%, segundo o mercado de CDS  (Credit Default Swaps, títulos que funcionam como proteção contra inadimplência), de acordo com informações da CMA Vision.
Soma-se ao conturbado cenário o resultado das eleições parlamentares na Finlândia, com a expressiva votação do partido True Finns - opositor a programas de ajuda financeira aos países em crise -, o que eleva as incertezas sobre a aprovação da participação do país em um programa de ajuda a Portugal.
Mais aperto na China
Na Ásia, o índice Nikkei, mais importante da Bolsa de Tóquio, encerrou o pregão em queda. Já o principal índice acionário chinês, o Shanghai Composite, registrou leve alta, mesmo após mais uma medida de aperto monetário do governo para combater a inflação.
O governo do país elevou a taxa de exigência de reservas de capital dos bancos durante o final de semana em 50 pontos-base, como já era esperado por grande parte dos investidores após a China anunciar que a inflação em março atingiu o maior valor em 32 meses, ao marcar alta de 5,4% na comparação anual.
Nos Estados Unidos, a agenda mais fraca abre espaço para a temporada de resultados, com destaque para o Citigroup. Entre os indicadores econômicos, apenas o índice NAHB de confiança do construtor, referente a abril, tem mais relevância. De acordo com a LCA, a trajetória aguardada é de recuperação gradual, "acompanhando a retomada (ainda que incipiente) das vendas de moradias neste início de ano".
Inflação em pauta
Por aqui, a inflação medida pelo IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) apontou queda no ritmo de alta na primeira semana de abril, marcando variação de 0,83%, taxa 0,06 ponto percentual inferior àquela vista na semana anterior.
No entanto, pela sexta semana consecutivo o boletim Focus do Banco Central trouxe elevação da projeção do mercado para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que passou de 6,26% para 6,29% em 2011. A expectativa para a Selic e para o PIB (Produto Interno Bruto) foram mantidas, respectivamente, em 12,25% ao ano e crescimento de 4% em 2011.
Vale notar que a sessão marca também o vencimento de opções sobre ações da Bovespa, o que deve acrescentar volatilidade às negociações.

Fonte: InfoMoney

Ante cautela no cenário internacional, Ibovespa Futuro abre em baixa

O Ibovespa Futuro inicia as negociações desta segunda-feira (18) em forte baixa de 1,31% a 67.130 pontos, em semana mais curta por causa do feriado de Tiradentes e da Páscoa. No plano interno, destaque para a inflação, com nova elevação na projeção do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) para este mês e para 2011, de acordo com o relatório Focus.
O mercado acionário externo também segue em baixa, com ações de bancos pesando no desempenho europeu. No continente, a crise fiscal continua em pauta, com destaque para rumores sobre uma possível reestruturação da dívida grega. O mau humor europeu contagia os futuros norte-americanos, que mostram perdas em dia de novos resultados corporativos.
Vale notar também que na China o governo elevou a taxa de exigência de reservas de capital dos bancos durante o final de semana em 50 pontos-base, o que também adiciona instabilidade ao pregão. Para o Ibovespa, a volatilidade deve predominar com o vencimento de opções sobre ações nesta segunda.
Brasil: inflaçãoAinda de acordo com o documento do Banco Central, ao mesmo tempo em que a projeção para o IPCA segue em alta, a expectativa é de que o aperto monetário via taxa básica de juro seja de apenas mais 0,50 ponto percentual, com a taxa Selic em 12,25% ao ano ao final de 2011, sem qualquer alteração na expectativa frente à última semana.
A agenda interna também contou com a divulgação do IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal), que mostrou retração na primeira semana de abril, com uma taxa 0,06 ponto percentual inferior àquela vista na semana anterior. Este resultado marcou a reversão dos cinco aumentos consecutivos da inflação por este índice.

Fonte: InfoMoney

12/04/2011

Rapidinhas: Bovespa, Inflação

As ações da Marfrig (MRFG3) subiram 2,4% ontem, destaque de alta do índice Ibovespa, após a China autorizar a importação de carne suína ao país.

A Petrobras (PETR3 e PETR4) comprovou excelente produtividade no poço de Guará, localizado no pré-sal da Bacia de Santos. Segundo a empresa o potencial de produção inicial é de cerca de 50 mil barris de petróleo por dia .

As ações da Forja Taurus (FJTA3 e FJTA4) caíram fortemente ontem com a possibilidade de um novo referendo pela proibição da comercialização de armas e munições. As ações ordinárias da Forja Taurus caíram quase 7% e ações preferenciais aproximadamente 4% .
A Forja Taurus, uma das três maiores fabricantes de armas curtas no mundo, deverá sofrer grande impacto financeiro caso o referendo tenha aceitação popular, já que em torno de 70% de sua receita nos últimos anos vem da divisão de armas .

As ações da Agrenco (AGEN11) dispararam ontem na Bolsa. A empresa chegou a um acordo final com os credores, que aprovaram a proposta de aporte de capital, no valor de até R$ 130 milhões. Segundo o comunicado os recursos serão utilizados na operação das fábricas de Alto Araguaia e Caarapó, paradas desde 2008 .

A Brasil Ecodiesel (ECOD3) recebeu ontem do Ministério do Desenvolvimento Agrário o Selo Combustível Social na Unidade Produtora de Biodiesel localizada em Iraquara, Bahia .
Esta unidade estava proibida de participar dos leilões de biodiesel desde março do ano passado. Os investidores se animaram com a notícia e as ações da Brasil Ecodiesel tiveram a maior valorização do índice Ibovespa ontem, com alta de 3,5% .

Segundo reportagem do Valor Econômico, o mega-empresário Eike Batista em associação com Intercontinental Exchange irá lançar hoje uma nova Bolsa para negociação de contratos de energia no Brasil.
A BRIX, como deverá ser chamada a nova Bolsa, é um novo negócio para contribuir com o setor de infraestrutura no Brasil, segundo os criadores do negócio, e tem como objetivo é trazer mais transparência e uma referência de preço aos negociadores de energia no mercado.

O Relatório Focus, publicação semanal do Banco Central, traz novamente preocupação com a alta da inflação. A média da inflação do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) calculado pelos analistas consultados pelo Banco Central para esse ano aumentou para 6,26% .
Esse valor chega muito próximo do teto máximo anual da inflação estipulado pelo Banco Central. A autoridade monetária tem como meta o IPCA em 4,5% ao ano, com tolerância de 2% para cima ou para baixo.

Fonte: Advfn

11/04/2011

Rapidinhas: Bovespa, Medidas Economicas, Portugal

As ações da MMX Mineração (MMXM3) acumularam a maior alta do Ibovespa na semana que passou com valorização de 9,9%. Segundo os analistas gráficos as ações da empresa romperam uma importante resistência que depois foi utilizada como suporte aos preços, o que daria mais confiança a essa alta.

Já as ações da Cosan (CSAN3) não resistiram às mudanças sugeridas pelo governo no setor produtivo de etanol e possível aumento no imposto de exportação do açúcar, e acabaram registrando as maiores perdas da semana no índice Ibovespa com queda de 8,7% no período.

Com o aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre operações a crédito para o consumidor, o setor bancário na Bolsa foi o mais atingido no pregão de sexta-feira. Mas os analistas acreditam que este movimento é passageiro. Eles entendem que o aumento do IOF não irá impactar dramaticamente o nível do consumo do país.
No entanto, Guido Mantega já afirmou que o governo tem mais cartas na manga caso o consumo não arrefeça e traga consigo a queda da inflação.
Mantega ainda ameaçou novas medidas cambiais caso a valorização do Real não reverta no médio prazo. A moeda norte-americana fechou em queda, cotada a R$ 1,57 na sexta-feira.

Segundo o Ministro o governo não permitirá bolhas no mercado financeiro, imobiliário e de capitais.

Os contratos futuros de petróleo (NYMEX:CLK11) fecharam em alta no mercado internacional na sexta-feira. Em Nova Iorque o barril fechou cotado a US$ 112,79 alta de mais de 2%.

A União Européia irá contribuir com 80 bilhões de Euros, aproximadamente R$ 180 bilhões, para o fundo de auxílio financeiro a Portugal.

A China registrou déficit comercial de US$ 1 bilhão no primeiro trimestre deste ano. Isso mostra que o mercado interno da China está se tornando uma alternativa viável às exportações.

A NYSE Euronext rejeitou a oferta recente feita pela Nasdaq OMX e ICE. A NYSE pretende se unir com a Deutsche Boerse. A NYSE Euronext entende que mesmo com a oferta menor feita pela Deutsche Boerse, a união das duas bolsas irá gerar mais valor aos acionistas no longo prazo.

08/04/2011

Rapidinhas: Bovespa, Cambio, Economia Mundial, Impostos, Petroleo

Ontem à noite Guido Mantega, Ministro da Fazenda, anunciou que o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) de operações a crédito para pessoas físicas aumentará em 100%, passando para 3%.
Crédito a empresas e para investimentos estão fora do reajuste.
O objetivo da medida é claro: combater a inflação atingindo o consumo. Caso a inflação desacelere o governo poderá rever o reajuste do IOF.

As ações da Cosan (CSAN3) sofreram as maiores perdas do Ibovespa ontem, com queda de 4,84%.
Os investidores estão receosos com a nova regulação na produção do etanol e um possível aumento no imposto de exportação do açúcar.

As medidas anunciadas na quarta-feira pelo governo brasileiro para tentar conter a valorização do Real não surtiram efeito.
Ontem o Dólar fechou cotado a R$ 1,58, queda de 1,9% e menor valor desde agosto de 2008.

O crédito ao consumidor norte-americano surpreendeu os analistas e veio acima do esperado em fevereiro, mostrando mais um sinal da recuperação da economia dos EUA.

Um novo terremoto atingiu o Japão ontem medindo 7,1 graus na escala Richter. Apesar do susto não houve grandes prejuízos e as usinas nucleares do país, inclusive a de Fukushima, não sofreram abalos graves.

O FMI acredita que a cotação atual do barril de petróleo deverá permanecer em alta pelo menos no curto prazo. Ontem o barril de petróleo fechou em alta em Nova Iorque, cotado acima de US$ 110.

01/04/2011

Poupança perde para a inflação em março pelo oitavo mês seguido

Quem deixou o dinheiro na poupança em março perdeu novamente poder de compra. Isso porque o rendimento da modalidade ficou abaixo da inflação para o mês. Esse é o oitavo mês consecutivo que a poupança fica para trás.

As cadernetas renderam em março 0,54% para o poupador, mas o retorno real – depois de descontado a inflação -, ficou em -0,08%. As poupanças são remuneradas em 6% ao ano mais a taxa referencial, que é uma média dos CDBs (Certificados de Depósitos Interbancários) do mercado, remunerados com base na taxa básica de juro, a Selic.

De acordo com a professora da FGV-Rio (Fundação Getulio Vargas), Myrian Lund, o cenário de inflação alta tem provocado a perda na poupança e esse cenário não tão positivo deve permanecer neste ano, apesar de o governo ter lançado medidas de controle dos preços. “Deve fechar no zero a zero”, afirmou ela, sobre a evolução dos preços e a rentabilidade das cadernetas em 2011.

O peso do juro
O aumento da Selic faz com que as cadernetas fiquem ainda mais defasadas. “À medida que o juro da economia aumenta, a poupança fica desvantajosa”, ponderou Myrian. “O grande peso da rentabilidade da poupança são os 6%, que são fixos”, explicou a professora. Já a parte variável, que tem influência da Selic, exerce pouco peso.

De acordo com Myrian, quando a Selic estava a 8,75%, a poupança estava em destaque, porque só sua parte fixa dava 6% ao ano. Agora que o juro está em 11,75% e, segundo a professora, deve chegar a 12,25% no final do ano, as cadernetas ficam mais defasadas e outras modalidades ganham destaque.

O que fazer?
Diante deste cenário, o que deve fazer o investidor? “Se ele [investidor] for usar o dinheiro rápido, é melhor ficar até poder usá-lo. Se não, vá para a renda fixa, para fundos DI e o Tesouro Direto”, ponderou o professor da Trevisan Escola de Negócios, Alcides Leite.
Myrian, por sua vez, disse que, independentemente do cenário, não muda sua opinião em relação à poupança: “Ela foi feita para quem está começando e quer poupar, sem pagar tarifa de conta-corrente alta. Não é, por exemplo, para quem tem mais de R$ 10 mil”.

Perda desde 2010
Confira, abaixo, as perdas da poupança desde agosto de 2010:
Desempenho da poupança
Mês RentabilidadeReal
Agosto 0,59% -0,18%
Setembro 0,57% -0,57%
Outubro 0,55% -0,46%
Novembro 0,53% -0,90%
Dezembro 0,64% -0,05%
Janeiro 0,57% -0,22%
Fevereiro 0,60% -0,39%
Março 0,54% -0,08% 


Fonte: InfoMoney
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Comentário: notícia importante, que mostra a fragilidade da poupança em tempos de inflação elevada e de juros altos, apesar da sua simplicidade, e da isenção do IR, ela vem perdendo para a inflação com frequencia, com isso, o investidor tem perda do poder de compra. É importante buscar formas mais eficientes de investimento, e não apenas "guardar" dinheiro, existe uma grande diferença entre poupar e investir. Alternativas mais rentáveis atualmente são os títulos do tesouro direto, porém esses não possuem boa liquidez, temos tambés os CDB's e os fundos DI, que normalmente possuem liquidez tão boa quanto da poupança, e atualmente estão remunerando melhor o investidor, mesmo para quem vai manter o dinheiro por pouco tempo e acabar caindo na taxação mais alta do IR.