25/01/2011

Deputados estaduais de SP só trabalham 2 meses em 7

O Legislativo paulista retoma seus trabalhos na semana que vem depois de ter vivido sete meses de baixa produtividade, período em que o foco dos deputados esteve voltado para as eleições. Na prática, a Assembleia Legislativa funcionou em apenas dois meses desde julho.
Neste período, em que estão incluídos cerca 70 dias de recesso, os deputados estaduais custaram aos paulistas R$ 78,7 milhões.
O levantamento feito pela Folha considera salários dos parlamentares e seus assessores, auxílio-moradia e verba de gabinete.
Do início do segundo semestre até 19 de outubro, a Casa não votou nenhum projeto. Nesse período, o Legislativo funcionou à base de sessões com discursos de raros parlamentares.
Até dezembro, a aprovação de projetos se deu por acordo, sem debate. As nove votações nominais em plenário foram concentradas entre 8 e 22 de dezembro. No segundo semestre de 2009, houve 29 votações.
As comissões permanentes ficaram paralisadas por três meses, de agosto ao final de outubro. Além disso, de agosto até dezembro, das 25 comissões permanentes da Casa, 21 se reuniram no máximo duas vezes. Nove delas não se reuniram, como a de Segurança Pública.
Barros Munhoz (PSDB), presidente da Assembleia, admite a baixa produtividades, mas diz que o Legislativo cumpriu sua obrigações em 2010 (leia texto ao lado).
ORÇAMENTO
Além de votações obrigatórias, como o Orçamento --aprovado sem emendas parlamentares-- e as contas do governo, o Legislativo aprovou a lei que fixa 25% dos leitos do SUS para particulares e convênios.
A outra emenda de impacto aprovada foi o aumento do salário do governador, que elevou o teto do funcionalismo e gerou gasto extra de R$ 425 milhões por ano.
A Assembleia também aprovou 12 leis de menor impacto. Seis criam cargos e seis tratam de assuntos como a rotulagem de transgênicos.
Das 168 leis publicadas desde 1º de julho, 147 ou nomeiam pontes, viadutos e passarelas, ou declaram instituições comunitárias como de "utilidade", ou instituem dias como o do profissional da segurança privada.
Líder do governo, o deputado Vaz de Lima (PSDB) classifica o período como "atípico" por causa das eleições e diz que os trabalhos não sofreram prejuízo.
"Se esse é o custo da democracia, é muito barato. É natural ter que ir atrás do eleitor", afirmou ele.
Oposicionista, Major Olímpio (PDT), no entanto, diz que os colegas não trabalharam no ano passado.
"A Assembleia não existiu em 2010. Não tem nada de custo da democracia. Isso é desculpa. A Casa tem funcionado como órgão homologador do Executivo."

Fonte: Folha


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Comentário: fica até difícil falar alguma coisa sobre isso, até porque não sou um grande conhecedor de política, mas, alguns pontos citados no texto publicado na Folha, são muito claros e permitem que qualquer pessoa, entendida ou não do ramo político, tire conclusões importantes, afinal, basta perguntar para qualquer trabalhador brasileiro, o que acontece se ele faltar ao trabalho por 1 semana apenas, sem justificativa, e você terá a resposta, uma bela demissão!
O que mais revolta, é a cara de pau de alguns, em dizer que trabalharam apenas 2 meses, no lugar de 7, pois esse "é o custo da democracia". Um absurdo, falta de vergonha na cara, e falta de respeito com o povo brasileiro, que é quem elege esse bando de censurado para o legislativo.
Depois, os deputados ficam bravinhos, quando o CQC faz piada deles, quando vão lá em Brasilia falar com os deputados federais, perguntam aonde fica Pernambuco, e vários não sabem responder, isso sem citar outros absurdos que acompanhamos em 2010 por lá e foi mostrado pelo CQC.

24/01/2011

Bolsa em queda: Veja os suportes importantes no curto prazo

O índice Ibovespa desde quarta-feira da semana passada vem apresentando uma tendência de queda consistente. No dia 19 de janeiro o Ibovespa perdeu o importante suporte de 70 mil pontos o que deixou a maioria dos investidores nervosos. E agora qual o provável movimento da bolsa? Segundo os analistas gráficos, o Ibovespa deve testar um novo suporte de curto prazo em torno dos 68.600 pontos. Se perder este suporte é provável um movimento mais forte de queda até os 67 mil pontos, o que representaria uma queda moderada de 3% nos próximos dias. Hoje o movimento da bolsa possui um agravante, pois é véspera de feriado do aniversário da cidade de São Paulo. Nesses dias é possível um esvaziamento do volume, com os investidores receosos em ficar posicionados logo no início da semana, passando a operar somente a partir de quarta-feira.

Fonte: Advfn

21/01/2011

Novo painel de cotações

Hoje coloquei no ar um novo painel de cotações, maior, com mais ações e mais informações sobre cada ação.
Agora conta com informações como valor abertuta, mínima e máxima do dia, além do volume e quantidade de negócios.
Ainda é uma versão inicial, pretendo deixar o layout melhor, e estou pensando em montar uma página mais leve, com um painel maior ainda, para caber mais ações.
Para acompanhar as principais ações da Bovespa, basta ir à página "Painel de Cotações Bovespa".

Divirtam-se, e as críticas e sugestões são sempre bem vindas.

Agrenco: Depois de alta de 50%, qual a perspectiva para os papéis

Os BDRs da Agrenco Limited, papéis da empresa negociados na bolsa brasileira, subiram 50% desde a volta das negociações, em 10 de janeiro deste ano, suspensas desde fevereiro de 2010 por atraso na entrega da documentação corporativa periódica. Uma nova notícia dá ainda mais fôlego aos investidores que permaneceram firmes no ativo: a empresa anunciou a obtenção de uma linha de financiamento de R$ 130 milhões junto de um fundo de investimentos no Reino Unido. O fato é importante porque esse empréstimo permitirá que a empresa volte a ficar operacional. Os analistas gráficos agora esperam que com as coisas voltando ao normal os papéis da empresa possas fechar o gap deixado em fevereiro de 2010, quando encerraram o dia cotados a R$ 2,89. Pelo fechamento de ontem o potencial de valorização pode chegar a mais 33% no curto prazo. Mas é preciso estar ciente que dos riscos associados a este tipo de operação, mas os acionistas minoritários continuam confiantes na reviravolta da companhia.

Fonte: Advfn

20/01/2011

Rapidinhas: Bovespa, câmbio, juros

O Banco Central não surpreendeu e aumentou a taxa SELIC em 0,5% na reunião de ontem, elevando a taxa de juros básica da economia para 11,25% ao ano.

Os papéis da TAM fugiram da queda do mercado ontem após a empresa detalhar o plano de fusão com a LAN Linhas Aéreas Chilenas. Os acionistas receberão BDRs da LAN e o registro da TAM na bolsa brasileira será cancelado. A marca TAM continuará a ser usada no Brasil na aviação.

As medidas atuais aplicadas pelo governo brasileiro não estão conseguindo segurar a valorização do Real. Com a alta nos juros de ontem a situação deverá ficar ainda mais complicada. Os economistas já esperam novas medidas nos próximos meses.

As construções iniciadas de imóveis nos EUA vieram abaixo da expectativa com os números de dezembro...
Mas os alvarás de construção superaram bastante as expectativas, com alta de 17% na medição de dezembro na comparação mensal.

A Grécia volta novamente ao centro das atenções européias com rumores que o país pode não honrar seus compromissos. A Alemanha estaria intermediando as negociações para evitar o calote.

Foguete: os BDRs da Agrenco dispararam mais de 40% somente nas duas últimas horas do pregão de ontem. Não há informações até o momento sobre alguma boa notícia vinculada à empresa ou se o movimento é somente especulativo. Os investidores, entretanto, não têm o que reclamar.

Fonte: Advfn

Vale: Ásia despenca e ações da mineradora podem sofrer hoje

O mercado acionário asiático teve forte queda no fechamento das operações agora pela manhã. O índice da bolsa de Xangai na China, a mais afetada, teve queda de 2,92%. O motivo parece contraditório, mas há explicação segundo os analistas: O PIB da China expandiu-se 9,8% no quarto trimestre de 2010, uma expansão bem acima da expectativa dos economistas. Dessa forma os investidores ficaram ansiosos por novas medidas de aperto econômico na China, que tem passado por um pequeno surto inflacionário, situação que o governo já disse que não permitirá avançar. Setores ligados a commodities e construção civil foram os mais afetados na bolsa, dois setores que a Vale possui bastante exposição na China. No restante do mundo as principais bolsas européias e futuros dos índices norte-americanos também abrem o dia em baixa.

Fonte: Advfn

19/01/2011

Veja aqui o assunto que dominará o mercado hoje

Hoje terminam as reuniões do COPOM (Comitê de Política Monetária) do Banco Central que define o rumo da taxa básica de juros no país, a SELIC. O consenso do mercado é uma alta de 0,5% elevando a SELIC a 11,25% ao ano. Os analistas afirmam que os investidores já se anteciparam à decisão, portanto não é esperado nenhum movimento controverso no mercado. O cenário muda caso o COPOM decida por um aperto maior ou menor na decisão. Os economistas estão apostando em uma série de altas na taxa SELIC este ano o que beneficiaria alguns setores em detrimento de outros. Os setores ligados ao mercado financeiro, imóveis e consumo devem ser os mais afetados. As apostas então se voltam para empresas ligadas a commodities e energia.

Fonte: Advfn

18/01/2011

Vale: Prepare-se para mais boas notícias

Ontem o índice Ibovespa, dentro de toda a volatilidade do dia, fechou em queda. Mas as ações da Vale, que compõem grande parte do índice, fecharam em alta de 1,46%, num movimento quase contínuo de alta, nada mal para um dia volátil e pessimista. Os analistas continuam festejando neste início do ano, como no ano anterior, as virtudes de se investir empresa. E ao que se deve o descolamento dos preços ocorridos ontem? Segundo os analistas dois fatores explicam o movimento: as chuvas que assolam os países exportadores de minério de ferro, incluindo o Brasil, e as ameaças do corte de fornecimento da Índia, podem fazer o preço do minério de ferro, maior componente no faturamento total da Vale, subir acima de US$ 200,00 a tonelada, maior valor em quase 10 anos. Os analistas gráficos afirmam que uma importante resistência de preços foi quebrada agora em janeiro e tudo indica que os preços devam buscar a próxima resistência, por volta de R$ 56,70, uma alta projetada de 7% em relação ao fechamento de ontem.

Fonte: Advfn

17/01/2011

Rapidinhas: Bovespa

A Vale decidiu pagar R$ 1,67 bilhão extraordinariamente aos acionistas como juros sobre capital próprio. O valores serão pagos em 31 de janeiro deste ano.
A CSN está se posicionando em ações da Usiminas. A companhia já possui 5% das ações ordinárias e preferenciais. Os analistas especulam que a CSN pode estar preparando uma aquisição da Usiminas.
As ações da Embraer explodiram na sexta-feira após recomendação do banco Goldman Sachs. Os papéis ordinários da empresa tiveram alta de mais de 10% no dia.

Fonte: Advfn

Entenda a situação: Ásia despenca e dia será complicado no Brasil Entenda a situação: Ásia despenca e dia será complicado no Brasil

A bolsa de Xangai na China, referência para a região, despencou no fechamento agora pela manhã, com a decisão do banco central chinês em elevar novamente o depósito compulsório no país, tentando enxugar a liquidez no mercado interno, numa tentativa de desacelerar a inflação. Como resultado as principais bolsas européias e futuros dos índices norte-americanos operam em baixa no início das operações. O Brasil deve sofrer mais do que o normal hoje com dois fatores adicionais que poderão trazer mais volatilidade ao pregão: além da notícia do aumento do compulsório chinês, hoje vencem as opções sobre ações na Bovespa e nos EUA é feriado, tirando uma importante referência dos investidores nacionais. Dia de vencimento de opções são geralmente bastante voláteis, principalmente nas primeiras duas horas de pregão, momento do fechamento das operações pelos investidores.

Fonte; Advfn

14/01/2011

Queda na bolsa: É momento de se preocupar?

O dia ontem parecia que ia ser de alta. No início da manhã veio a notícia importante de que Portugal e Espanha estavam vendendo seus títulos de dívida normalmente, aliviando os temores de mais crise na Europa. A bolsa até abriu bem, mas já na primeira hora de negociação veio o movimento de queda. Como se explica então esse movimento? Para os analistas houve realização de lucros pelos investidores no mercado, um movimento normal dentro de uma tendência de alta. Para eles a tendência de curto prazo ainda é de alta, que somente será perdida se o índice Ibovespa cair abaixo dos 69.667 pontos. Era natural esperar uma resistência à subida dos preços por volta dos 72 mil pontos, ponto importante que precisa ser quebrado e transformado em suporte para garantir um movimento ascendente com maior força. A partir daí é que a bolsa pode fazer o verdadeiro teste dos 73.920 pontos, máxima obtida pelo Ibovespa antes da crise de 2008.

Fonte: Advfn

13/01/2011

Rapidinhas: Economia dos USA - FED

FED/Livro Bege: Economia dos EUA continua crescendo moderadamente
FED/Livro Bege: Setores de habitação e crédito continuam fracos
FED/Livro Bege: Custos sobem, mas preços finais seguem estáveis
FED/Livro Bege: Emprego melhora em algumas áreas
FED/Livro Bege: Vendas de natal superaram as previsões em alguns distritos
FED/Livro Bege: Pressão salarial segue limitada

Fonte: AE Broadcast

12/01/2011

OGX Petróleo: Mais um poço vazio. É hora de se preocupar?

A OGX Petróleo confirmou que mais um poço seu na Bacia de Santos não possui potencial comercial. Apesar de inicialmente apresentar indícios de hidrocarbonetos, componentes que formam o petróleo, um empreendimento no local não conseguiria extrair material suficiente para se pagar. Mas qual o impacto dessa descoberta no preço das ações? Nenhum, segundo os analistas. A empresa possui diversos outros pontos para promover perfurações na Bacia de Santos e não encontrar viabilidade comercial em novos poços faz parte do negócio. Para os analistas a empresa terá um desempenho acima da média do mercado em 2011. Vale lembrar que as ações da petrolífera vêm crescendo quase continuamente desde novembro de 2008, uma alta de mais de 400% no período.

Fonte: Advfn

11/01/2011

Rapidinhas: Bovespa

Agrenco: os papéis da companhia voltaram a ser negociadas ontem na Bovespa depois de quase um ano paradas. Os BDRs tiveram uma movimentação de R$ 28 milhões e queda de 51% em relação ao preço de fechamento de fevereiro de 2010. A cotação se manteve estável durante todo o dia, sem muitas oscilações, mostrando que ainda há força compradora na companhia.
As ações da B2W avançaram 7% ontem com os rumores de um possível fechamento de capital, promovido pelo acionista controlador as Lojas Americanas. As empresas negaram estudar essa possibilidade.

Fonte; Advfn

Petrobras: Veja quando virá uma alta mais expressiva

Como podem ser avaliadas as ações da Petrobras no curto prazo? Para os analistas gráficos o movimento do último mês, dezembro de 2010, foi positivo. As ações da petrolífera falharam em formar um novo fundo no mês passado, o que possibilita a formação clássica de alta de topos e fundos ascendentes. Para as ações preferenciais, as mais negociadas na bolsa, os papéis logo deverão encontrar certa resistência para subida numa região de preço em torno de R$ 27,80. As ações ordinárias, entretanto, já quebraram esta resistência mais próxima. Voltando às preferenciais, o nível de preço de R$ 29,20 sendo quebrado deverá levar os papéis a testar a resistência mais importante no médio prazo que seria por volta de R$ 30,70. Depois disso, segundo os analistas, as ações da empresa ganham fôlego para procurar os níveis vistos no início de 2010, promovendo uma valorização de 40% a 50% em relação ao preço de fechamento de ontem.

Fonte: Advfn

10/01/2011

Risco de crédito da Petrobras piora com negociações da Galp

Receios estão ligados ao fato de que a possível a compra por parte da estatal brasileira de uma participação na Galp Energia eleve o endividamento da Petrobras.

A percepção dos investidores sobre o risco de crédito da Petróleo Brasileiro SA vem piorando em relação à Petroleos Mexicanos. Há receio de que a possível a compra por parte da estatal brasileira de uma participação na Galp Energia SGPS SA vai elevar o endividamento.

O custo para proteger a dívida da Petrobras por cinco anos contra um calote por meio dos contratos de derivativos credit default swaps, ou CDS, subiu 24 pontos-base para a máxima em quatro semanas na semana passada, quando a empresa confirmou que está negociando a aquisição.

A dívida líquida de US$ 40 bilhões da Petrobras é 17 por cento maior do que a da italiana Eni SpA, a segunda petrolífera mais endividada do mundo, de acordo com dados do terceiro trimestre compilados pela Bloomberg. A empresa brasileira quer adquirir 33 por cento da Galp ao mesmo tempo em que executa investimentos de US$ 224 bilhões para a exploração do pré-sal. As despesas da Petrobras subiram 11 por cento nos primeiros nove meses do ano passado para R$ 56,5 bilhões.


“Eles estão se precipitando”, disse Jack Deino, que administra cerca de US$ 1,6 bilhões em dívida de mercados emergentes na Invesco Inc. em Nova York, em uma entrevista por telefone. “O mercado ficaria desconfortável se eles se endividassem mais com o negócio.” A Invesco não tem títulos da Petrobras.


A dívida da Petrobras equivalia a 23 por cento de seus ativos no final do terceiro trimestre, o maior nível entre as dez maiores empresas mundiais do setor faturamento, segundo dados da Bloomberg.


Os CDS que protegem a dívida da Petrobrás custavam 10 pontos-base, ou 0,09 ponto percentual, mais do que os contratos para a dívida da Pemex em 7 de janeiro. A diferença de preço era de 2 pontos base em 9 de novembro.


Rendimento de títulos sobe


A especulação por parte de investidores de que a Petrobras irá gastar demais em exploração está elevando o rendimento de seus títulos em relação à Pemex, a maior produtora de petróleo da América Latina.


A taxa de 5,15 por cento dos bônus da Petrobras de cupom de 7,875 por cento e vencimento em março de 2019 está 13 pontos- base acima de títulos da Pemex com prazo similar. No dia 6 de dezembro, os bônus da Petrobras rendiam 5 pontos-base menos que os títulos da empresa mexicana.


As taxas dos papéis da Petrobras também aumentaram em relação à colombiana Ecopetrol SA, a empresa estatal de exploração de petróleo que mais cresce na região. A taxa do bônus em dólares da Ecopetrol com cupom de 7,625 e vencimento em julho de 2019 caiu 34 pontos-base desde 17 de dezembro para 5,193 na semana passada.


Oferta pela Galp


A Petrobras disse em 4 de janeiro que está em negociações para uma possível transação envolvendo a fatia da Eni SpA na Galp. A empresa não revelou quanto poderia pagar. O Diário Econômico de Lisboa disse em 5 de janeiro que a Petrobras está oferecendo por volta de 3,5 bilhões de euros, sem revelar a fonte da informação. A quantia é menor que os 4,7 bilhões de euros que a Eni está buscando, disse o jornal. O valor de mercado da Galp era de 11,8 bilhões de euros em 7 de janeiro.


O presidente do conselho da Galp, Francisco Murteira Nabo, disse em 3 de janeiro que acionistas estão negociando a transação e que ele não está mediando as conversas. No dia seguinte, Eni declarou que está considerando opções para Galp, incluindo “oportunidades” com a Petrobras. Na semana passada, a assessoria de imprensa da Petrobras não quis comentar sobre o status das negociações, quanto custaria a participação ou como poderia afetar a dívida.


O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, disse no mês passado que a empresa pretende ampliar sua dívida em cerca de 60 por cento para US$ 107 bilhões até 2014. O endividamento quase triplicou em dois anos para US$ 67,7 bilhões com a compra de plataformas de perfuração, navios petroleiros e helicópteros para a expansão da produção e a exploração em águas profundas.

Fonte: Exame.com 

Agrenco: Paciência recompensada, investidores eufóricos

Menos de um mês: esse era o tempo que faltava para que o registro dos BDRs da Agrenco Limited, negociados na bolsa de valores de São Paulo, fosse cancelado. A suspensão da negociação dos papéis da empresa se deu no início de 2010, solicitados pela CVM, pelo atraso na documentação periódica exigida de todas as empresas listadas em bolsa. A CVM utiliza esse recurso extremo para proteger investidores incautos de investir em empresas em que não se conhece mais sua real situação financeira. Mas a Agrenco reagiu e buscou reverter a situação. Segundo alguns investidores, o momento de virada, foi a eleição do novo conselho de administração, capitaneado por Edgard Mansur Salomão. Na quinta-feira da semana passada a empresa concluiu e entregou toda a documentação faltante à CVM. A autarquia deliberou, em apenas um dia, e deferiu pela reversão do processo de suspensão do registro da Agrenco na bolsa. Para as ações voltarem operar na bolsa, a Bovespa ainda precisa receber o ofício da CVM em que confirma a liberação da empresa para negociações, que poderá ocorrer ainda nesta segunda-feira, mas ainda não confirmado pela bolsa, dado a necessidade da formação dos livros de negociação e leilão para abertura.

Fonte: Advfn

07/01/2011

Mini-curso: Opções - Precificação de Opções

Dando continuidade ao nosso mini-curso de opções, hoje vamos falar sobre precificação de opções, ou seja, o que compõe o preço de uma opção, e como chegar no preço teórico de uma opção, para sabermos se o preço atual (preço real, ou preço de mercado) da opção está acima ou abaixo de quanto ela teoricamente vale, com isso conseguimos saber se a opção está subavaliada ou sobreavaliada.

O preço de uma opção é chamado de prêmio, e ele pode ser constituído de valor intrínseco (VI), também conhecido como valor verdadeiro, e por valor extrínseco (VE), também conhecido por valor de expectativa.
O VI só vai existir em opções com strike (preço de exercício) menor do que a cotação atual da ação. E o valor do VI será exatamente a diferença entre o preço da ação e o preço do strike.
VI = Preço da Ação - Strike.
Se o resultado for positivo, temos VI, caso contrário não, não existe VI negativo.

Já o VE, existe em opções com strike menor ou maior que o preço de exercício, porém, quando mais ITM e OTM for a opção, menor será o valor do VE, e quando mais ATM for a opção, maior será o VE.
VE é o valor que o comprador está disposto a pagar como valor extra para ter o direito de comprar a ação no tempo futuro ao preço combinado, e que o vendedor exige receber, para vender a ação ao preço combinado. Quanto mais tempo falta para o exercício, maior é o VE. Não faz sentido uma pessoa se comprometer a vender por R$ 50,00 daqui 1 mês algo que hoje vale R$ 50,00, e não cobrar nada por isso. Ou se comprometer a vender por R$ 49,00 algo que hoje valoe R$ 50,00 e receber apenas R$ 1,00 por isso, pois nessas condições, ele poderia vender à mercado a ação por R$ 50,00. E para finalizar, também não irá se comprometer a vender a R$ 50,00 algo que hoje vale R$ 49,00 e não cobrar por isso, pois se em 1 mês a ação subir para R$ 51,00, ele terá de vender por R$ 50,00 e não terá recebido nada para abrir mão do lucro potencial. Esse valor extra cobrado é o VE.
O VE é maior nas opções ATM, pois a expectativa e a chance dela ser exercída é grande, uma opção muito OTM tem poucas chances de ser exercída, então, paga-se menos por ela, pois a expectativa dela ser exercida é menor, e por fim, nas muito ITM, a chance dela ser exercída é muito grande, e com isso ela acaba tendo seu prêmio composto praticamente inteiro por VI, se comportando de forma parecida com a ação, esse contexto vai ficar mais claro quando falarmos das gregas logo abaixo.
Para calcular o VE é simples, ele é a diferença entre o prêmio da opção e o VI.
VE = Prêmio - VI.

Como não existe VI negativo, e o VI só existe em opções ITM, quando a opção não for ITM e não tiver VI, todo prêmio da opção será constituido por VE.
Exemplo: para a PETR4 valendo 27,00, temos:
-PETRB22 valendo 5,30 (ITM), sendo 5,00 de VI e 0,40 de VE;
-PETRB24 valendo 3,50 (ITM), sendo 3,00 de VI e 0,50 de VE;
-PETRB26 valendo 1,70 (ITM), sendo 1,00 de VI e 0,70 de VE;
-PETRB28 valendo 0,80 (ATM), sendo 0,80 de VE;
-PETRB30 valendo 0,25 (OTM), sendo 0,25 de VE;
-PETRB32 valendo 0,07 (OTM), sendo 0,07 de VE;
-PETRB34 valendo 0,03 (OTM), sendo 0,03 de VE;
Veja no exemplo acima, como o VE é maior na opção ATM, e vai diminuindo conforme ela fica ITM ou OTM.

O modelo de precificação mais conhecido e utilizado é o Black & Scholes, e ele se utiliza de 5 gregas: Delta, Gamma, Theta, Vega e Rho. Não vou mostrar aqui a fórmula de Black & Scholes, pois sai do escopo do tópico, e não é necessário para o entendimento do conceita das gregas e para fazer boa parte das operações. As fórmulas de Black & Scholes podem ser encontradas aqui: http://pt.wikipedia.org/wiki/Black-Scholes

 
Nós vamos focar apenas nas gregas Delta, Gamma e Theta, pois é possível operar opções apenas com essas 3 gregas, e a Vega e a Rho acabam saindo do escopo do mini-curso. É importante entender o conceito de Delta, Gama e Theta, pois são muito importantes nas montagens e desmontagens das operações, assim como para entender o comportamento da opção.


Delta: é o quanto a opção vai variar de preço para cada R$ 1,00 que a ação variar. É expresso em percentual. Um delta de 50 (0,50) está dizendo que, se a ação variar R$ 1,00, a opção vai variar R$ 0,50, não importa a direção.
Quanto mais ITM a opção, mais delta possui, chegando muito próximo de 100 nas opções muito ITM. Uma opção ATM tende a ter delta próximo a 50. E as opções OTM tendem a ter delta próximos de zero.

Gama: é a taxa de variação do delta, ou seja, quanto delta a opção vai ganhar ou perder ce acordo com a variação da ação. O gama diz quanto de delta a opção vai ganhar ou perder para cada R$ 1,00 de variação da ação, não importando a direção. Um gama de 5 (0,05) diz que se a ação subir R$ 1,00, a opção vai ganhar 5 pontos de delta. Diferente do delta, o gama é maior nas opções ATM, e diminuiu tanto nas OTM e ITM. As opções ATM são as mais explosivas, por terem maior gama, quanto mais gama, mais volátil é a opção, e mais ela pode variar de preço para ambos os lados com velocidade, pois o gama atua como um acelerador do delta.

Theta: está relacionada ao tempo, então é o efeito da passagem do tempo sobre a opção, é expresso em centavos negativos. Um theta de menos 5 (-0,05) significa que a opção irá perder 5 centavos de VE com a passagem de um dia, o Theta só influencia no VE, nunca VI. O theta é maior nas opções com mais VE, e ele não existe nas opções que não possuem VE, ou seja, que possuem apenas VI. As opções ATM são as que possuem maior VE, portanto o theta tende a ser maior nelas, e são as que perderam mais valor em termos absolutos. As opções muito ITM praticamente não tem VE, então o theta é menor. As opções muito OTM, também possuem pouco VE, mas são compostas apenas por VE, e apesar de em termos absolutos o theta ser mais baixo, essas opções são as que proporcionalmente irão perder mais valor pela passagem do tempo. Portanto, quanto mais tempo faltar para o exercício, mais VE a opção terá, e conforme o tempo for passando e o exercício se aproximando, o tempo irá corroendo o VE da opção.

Resumindo, podemos dizer que uma opção:
ATM: possui delta proximo a 50 e um alto gama.
ITM: possui um alto delta, que tende a 100, e um baixo gama.
OTM: possui baixo delta, que tende a 0, e um baixo gama.

Por enquanto ficamos por aqui, e em breve falaremos sobre as operações com opções (venda coberta, travas, operações alvo, compra ou venda de volatilidade) e também falaremos sobre operações baseadas nas gregas.

Rapidinhas: Bovespa, câmbio e inflação

A medida do Banco Central contra a valorização do Real em relação ao Dólar já mostrou algum resultado: a moeda norte-americana fechou o dia com alta de quase 0,8%.
Em nota, o FMI aprovou a medida do Banco Central para a contenção da alta do Real.

Alexandre Tombini, presidente do Banco Central, disse ontem que a melhor forma de manter a inflação baixa e controlada é com o regime de metas de inflação, criada em 1999...
A poupança confirmou as previsões e fechou 2010 com recorde de captação de recursos, totalizando mais de R$ 38 bilhões neste ano.

A Agrenco continua com sua batalha para levantar a suspensão da negociação dos seus BDRs na bolsa brasileira. A companhia entregou ontem os balanços referentes ao segundo e terceiro trimestre de 2010, ficando assim em dia com suas obrigações.

A BM&F Bovespa divulgou o balanço de suas operações em 2010 mostrando que o volume financeiro total no segmento Bovespa atingiu o recorde de R$ 1,6 trilhão.
Cresceu também o número de investidores individuais no mercado de ações totalizando 610.915 em 2010, alta de 10% em relação a 2009.
E o valor de mercado (capitalização bursátil) de todas as 381 empresas com ações negociadas na bolsa atingiu o valor recorde de R$ 2,56 trilhões no ano passado.

A Venezuela registrou inflação oficial de 27% em 2010, maior valor registrado nos países latino-americanos pesquisados no ano passado.

Fonte; Advfn

Nos EUA hoje: Veja o assunto que irá mexer com os mercados

Hoje investidores, analistas e economistas de todo mundo se voltam para os Estados Unidos, na esperança de boas novas. Por lá sairão diversos indicadores voltados ao mercado de trabalho norte-americano. O Departamento do Trabalho divulga a Taxa de Desemprego, Remuneração por Hora Trabalhada, Horas Trabalhadas por Semana e Números de Postos de Trabalho Criados. Talvez o dado mais importante seja o nível da Taxa de Desemprego, indicador acompanhado de perto pelo banco central dos EUA para definição de sua atual política monetária. Agora pelo início da manhã as bolsas européias e futuros dos índices norte-americanos abrem em queda, aguardando os dados norte-americanos que serão divulgados às 11h30 (horário de Brasília).

Fonte: Advfn

06/01/2011

BC Cria compulsório de 60% na posição vendida em dólar

O Banco Central informou há pouco que está adotando medida para redimensionar as posições de câmbio
das instituições financeiras. Circular que será publicada hoje no Sisbacen determina que os bancos deverão recolher ao
BC, sob a forma de depósito compulsório, 60% sobre o valor da posição de câmbio vendida que exceder o menor dos
seguintes valores: US$ 3 bilhões ou o patrimônio de referência (PR). Esse depósito compulsório será recolhido em
espécie e não será remunerado.

As instituições financeiras terão 90 dias para se adequar a nova regra. A nota do BC, divulgada há pouco, informa que a
diretoria do BC decidiu adotar essa medida de caráter prudencial. Segundo a autoridade monetária, a medida aperfeiçoa
os instrumentos de regulação existentes e contribui para manter a estabilidade do sistema financeiro nacional.

Com a medida o BC, destaca a nota, visa melhorar o funcionamento do mercado de câmbio à vista e reduzir as posições
vendidas do sistema, que em dezembro de 2010 alcançavam um valor de US$ 16,8 bilhões. (Adriana Fernandes, Fabio
Graner e Fernando Nakagawa)

Fonte: AE Broadcast

Rapidinhas: Economia dos USA

O índice ISM voltado ao setor não industrial nos EUA subiu 3,8% no mês de dezembro, uma forte alta para o índice, ainda mais quando o mercado esperava uma alta tímida.
Os estoques de petróleo nos EUA tiveram uma boa retração segundo os dados da semana passada. A queda de 4,2 milhões de barris de petróleo representa 1,2% do total de reservas do país.
O relatório de emprego de dezembro produzido pela ADP nos EUA mostrou um crescimento nas contratações três vezes maior que o medido em novembro. Os dados surpreenderam os economistas.

Fonte: Advfn

BC ataca o Dólar: Novas regras de câmbio afetam os mercados hoje?

O Banco Central deixou os investidores nervosos ontem ao marcar uma reunião logo cedo nesta manhã de quinta-feira sem especificar o motivo. Mas a maioria dos analistas já previa o assunto. A Diretoria do Banco Central baixou uma medida de caráter prudencial com o intuito de diminuir a posição de câmbio vendida das instituições financeiras. A instituição acredita que dessa forma irá aliviar a pressão sobre o mercado de câmbio à vista. Agora as instituições financeiras deverão recolher ao Banco Central 60% do valor da posição de câmbio vendida que exceder US$ 3 bilhões ou o patrimônio de referência. Esse depósito compulsório será recolhido em espécie e não será remunerado. O mercado de câmbio já dava sinais de que esperava novas medidas, com as recentes altas seguidas na cotação do Dólar. Segundo alguns analistas o mercado de câmbio já pode ter precificado essas alterações. As instituições ainda terão 90 dias para se adequar à nova regra o que irá facilitar o processo e não causar choques nos mercados.

Fonte: Advfn

04/01/2011

Vale: Forte alta pode continuar hoje. Entenda o motivo

As ações da mineradora Vale foram destaque de valorização do Ibovespa na primeira sessão do ano de 2011. Seus papéis tiveram alta de quase 3% no dia, um dos maiores ganhos das ações que compõem a carteira do índice Ibovespa. A principal razão é a inundação que atingiu parte da Austrália, grande exportadora de minérios. Com as mineradoras da região paradas por conta do desastre, os preços das commodities dispararam no mercado internacional. O movimento pode continuar hoje segundo os analistas. Na Europa as grandes mineradoras registram fortes altas logo no início das negociações o que poderia indicar um dia de novos ganhos à mineradora nacional.

Fonte: Advfn

03/01/2011

E começa 2011...

Terminou o ano de 2010, e o ibovespa fechou em 69.304 pontos, uma pontuação diferente da estimada pela imensa maioria dos analistas no início de 2010.
Agora, é o momento que aparecerão diversas previsões sobre a pontuação que o ibov fechará em 2011, e provavelmente, a maioria vai errar novamente, portanto, fiquemos atentos e não podemos nos deixar influenciar por elas.

Hoje teremos o primeiro pregão do ano, após um final de ano animado para o indice e principalmente para as petrolíferas Petro e OGX, que tiveram boa alta nos últimos pregões, enquanto a Vale sentiu a barreira dos 50,00 e cedeu para baixo.
O ano de 2011 começa animado lá fora, Asia fechando no verde em sua maioria, e a Europa quase inteira no verde também.

Vamos ver como o ibov iniciará, e torcer para ser um bom ano para todos nós termos ganhos no mercado, e acelerar a busca pela independência financeira.

Um bom 2011 para todos, e que comece o jogo!!!

30/12/2010

Expectativa: Como será hoje o último pregão do ano?

Depois de tantos altos e baixos neste ano, chegou o dia que definirá qual será o efetivo rendimento da bolsa em 2010. Até ontem o índice Ibovespa marcava uma leve valorização de 0,5% no ano. E o que podemos esperar nas negociações hoje? Primeiramente o dia terá um volume muito baixo de operações possivelmente. A maioria dos investidores, tanto os individuais como os profissionais, já entrou de férias e acabam derrubando parte da liquidez do sistema. Em termos de valorização, segundo os analistas, é possível uma continuação do movimento altista e esperar uma leve valorização, com o índice Ibovespa tentando fechar o ano pelo menos acima dos 69 mil pontos. Existe uma leve resistência de preços por volta de 69.200 pontos, o que poderia levar a bolsa a subir em torno de 0,4% no dia. Mesmo assim os analistas de mercado não excluem uma queda, até mesmo mais acentuada, por conta da realização de lucros, movimento corretivo da alta vista desde o começo da semana. Alguns investidores não gostam de ficar posicionados na virada do ano e o baixo volume somente poderá contribuir para uma maior volatilidade no dia.

Fonte: Advfn

20/12/2010

Caixa lança cartão para substituir fiador nos contratos de locação residencial

A Caixa Econômica Federal lançou nesta segunda-feira o Cartão Aluguel, uma alternativa na locação de imóveis residenciais ao fiador, ao depósito caução e ao seguro-fiança.
O projeto piloto começa nesta semana em quatro imobiliárias de Goiás e de São Paulo. A previsão é chegar a todo o Brasil em fevereiro.
O inquilino que optar pelo produto vai receber um cartão de crédito para quitar o aluguel todos os meses. Se atrasar o pagamento, não haverá transtornos para o proprietário da moradia já que o valor será repassado pelo banco e depois cobrado com juros ao locatário.
O cartão será oferecido nas bandeiras Mastercard e Visa e o cliente terá dois limites, sendo um exclusivamente para o aluguel e, o outro, do rotativo, para o pagamento de compras em estabelecimentos comerciais. O produto será comercializado exclusivamente nas imobiliárias credenciadas pela Caixa e também nas redes de agências do banco em todo o país.
A instituição financeira inicia nesta semana o cadastramento das imobiliárias que receberão o cartão aluguel.
EM EXPANSÃO
O seguro-fiança vem ganhando espaço no mercado de locação, mas ainda esbarra no valor alto. A despesa extra em um ano pode ultrapassar o valor do aluguel de um mês, dependendo da cobertura contratada, que pode englobar também danos ao imóvel e pintura. Há inquilinos que não conseguem encontrar um fiador e locadores que não consideram o depósito caução vantajoso porque cobre apenas três meses de atraso no pagamento do aluguel.
O mercado de locação residencial segue aquecido. Na capital paulista, os contratos novos assinados em novembro tiveram aumento médio de 1,6% em relação aos valores negociados em outubro. No acumulado dos últimos 12 meses, o acréscimo atinge 12,9%, segundo os dados do Secovi (Sindicato da Habitação) de São Paulo divulgados nesta segunda-feira.

Fonte: Folha

Hypermarcas compra Mantecorp por R$2,5 bilhões

A empresa de bens de consumo Hypermarcas reforçou sua presença no setor de medicamentos com o anúncio da compra do laboratório Mantecorp por 2,5 bilhões de reais em dinheiro e ações.
A companhia anunciou no final do domingo a aquisição. Com a operação, a empresa soma mais de 4 bilhões de reais investidos em novos ativos e marcas estratégicas em 2010.
A compra da Mantecorp eleva a posição da Hypermarcas no Brasil de segundo para maior grupo nacional de medicamentos. A operação também faz a empresa crescer da quinta para a segunda posição no ranking geral da indústria farmacêutica.
A Hypermarcas vai pagar 600 milhões de reais à vista pela Mantecorp, dona de medicamentos como Polaramine, Quadriderm e Coristina. Além disso, a empresa emitirá cerca de 1,9 bilhão de novas ações, tornando a Mantecorp subsidiária integral.
A empresa emitirá 78.013.947 ações para comprar 76,23 por cento da Mantecorp e os 23,77 por cento restantes serão comprados pelos 600 milhões de reais.
Com a aquisição da Mantecorp, a Hypermarcas ingressa no mercado de dermocosméticos com produtos na área de proteção solar e hidratante. A empresa, que em cerca de 9 anos de operação contabiliza mais de 30 aquisições, torna-se também principal fornecedor para farmácias do país.
Em 2010, a Mantecorp contabiliza receita líquida de 572 milhões de reais, com margem bruta de 65 por cento.
A Hypermarcas afirma que enxerga "múltiplas sinergias operacionais em várias frentes", mas não informou de imediato o valor das economias que pretende obter com a aquisição.
Em novembro, o grupo de bens de consumo anunciou três aquisições, totalizando 251,5 milhões de reais.

Fonte: Yahoo Noticias

Hypermarcas anuncia compra da Mantecorp por R$ 2,5 bilhões

A Hypermarcas anunciou nesta segunda-feira a compra de 100% das ações da Mantecorp, em um negócio avaliado em R$ 2,5 bilhões. A Mantecorp tem faturamento de R$ 600 milhões por ano. O pagamento do montante se dará em R$ 600 milhões à vista e R$ 1,9 bilhão em emissão de novas ações da Hypermarcas, transformando a Mantecorp em subsidiária integral da empresa.

Fonte: Terra

A Hypermarcas SA acertou a compra da Mantecorp Indústria Química e Farmacêutica SA por R$ 600 milhões, mais ações. A Hypermarcas pagará R$ 600 milhões por uma participação de até 24 por cento e emitirá 78 milhões de novas ações aos acionistas da Mantecorp em troca dos 76 por cento restantes, disse a empresa brasileira de bens de consumo em um comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários ontem à noite.

Fonte: Exame

Fique atento: Hoje o mercado brasileiro deve ficar volátil

Na sexta-feira que passou o índice Ibovespa tentou mostrar um sinal de virada. Faltam apenas duas semanas para a bolsa fechar o mês de dezembro no azul. Com a alta do último pregão os investidores acumulam um ganho modesto de 0,4% no mês. Entretanto hoje pode ser um dia difícil. No Brasil acontece o vencimento das opções sobre ações no mercado Bovespa. Dias como o de hoje geralmente trazem mais volatilidade do que o normal às negociações na bolsa, principalmente por causa da necessidade de certos investidores em fechar suas operações, sejam elas vendidas ou compradas. Alguns analistas afirmam que a alta vista na sexta-feira já foi um movimento conjunto dos comprados para forçar uma alta nas cotações e terem suas opções de compras exercidas ao final desta manhã.

16/12/2010

Cotação Online de Ações

A partir de hoje, o blog passa a contar com um painel de cotações com alguns papéis do ibovespa.
O painel ficará ao lado direito, na parte superior do blog.
As cotações serão atualizadas automaticamente de 5 em 5 segundos, e o melhor de tudo, não tem delay de 15 minutos, são cotações em tempo real.
Aceito sugestões de quais papéis devem ser colocados no painel.
E em breve, a página de obter cotações que já existe aqui, deixará de ter o delay de 15 minutos, e passará a ser tempo real também. E penso em colocá-las aqui na página inicial do blog, na barra lateral também.

Em breve mais novidades que todos vão gostar, aqui e no Futuro Financeiro (www.futurofinanceiro.org).

Agrenco: Volta das negociações já tem resultado

Os investidores da Agrenco precisam ter uma saúde de ferro. A empresa afirmou em comunicado que a decisão sobre a suspensão das negociações dos papéis na bolsa já foi tomada, mas a CVM ainda não irá divulgar o resultado. A autarquia afirma que são necessárias a confecção, aprovação e assinatura da Ata de Julgamento, trâmite sem prazo para conclusão. A Empresa ainda afirmou que já entregou a documentação referente ao primeiro trimestre de 2010, considerado o mais trabalhoso de produzir. No mais fica para próxima terça-feira a decisão da Corte Holandesa sobre a apelação contra a decretação de falência da companhia. Desta vez resta aos minoritários esperar que as boas notícias venham embaladas em presente para o natal.

Fonte: Advfn

15/12/2010

Apreensão nos mercados: Espanha com problemas

O mercado amanheceu hoje apreensivo: a agência de classificação de riscos Moodys decidiu colocar a nota de crédito da Espanha em revisão para rebaixamento. Os investidores reagiram mal à notícia. As principais bolsas européias e futuros norte-americanos abrem o dia em baixa acentuada. A Espanha precisa refinanciar sua dívida em 2011 e tudo indica que o governo somente conseguirá pagando taxas de juros mais altas aos seus títulos de dívida. A Moodys afirmou que não acredita em um calote da dívida pública espanhola, mas a estrutura de gastos do governo, somada a necessidade de capitalização do setor bancário deve pressionar bastante os gastos públicos. 

Fonte: Advfn

Mini-curso: Opções - Introdução

Vou colocar aqui um mini-curso sobre opções, através de uma série de posts, onde pretendo mostrar varias formas de operações, que servem como proteção, como remuneração de uma carteira, e também as especulativas de alto risco.
Começaremos com uma introdução ao assunto.

O que são opções?
São derivativos, ou seja, são produtos que derivam de outros ativos. No nosso caso, trataremos somente de opções de compra de ações, que nada mais são do que o direito de comprar uma ação a um determinado preço até uma data de vencimento, essas opções são conhecidas como "call". Para que todo direito possa ser utilizado, é necessário que alguém se comprometa com um dever, portanto, toda opção envolve 2 partes, o comprador da opção, que é quem possui o direito de comprar a ação caso deseje, e o vendedor da opção, que é a pessoa que possui o dever de vender a ação ao preço combinado, caso o comprador da opção queira.
Existem também as opções de venda (conhecidas por "put"), porém sua liquidez no Brasil é muito pequena, e para o investidor pessoa física não são interessantes.

Exemplo: uma opção PETRL26 significa "o direito de comprar uma ação PETR4 até a 3ª segunda feira de dezembro, pelo preço de R$ 26,00", não importa qual o valor da PETR4 até essa data, o detentor da opção, terá o direito de comprá-la por R$ 26,00, e o vendedor da opção, terá a obrigação de vendê-la à esse preço.

Decodificando o nome das opções
PETRD30:
PETR = Esta opção diz respeito à ações da PETR4
D = vencimento no mês de abril (janeiro = A, fevereiro = B, março = C, ..., novembro = K, dezembro = L)
30 = preço de exercício

Importante: nem sempre o número depois da letra do mês representa exatamente o valor de exercício. Uma PETRI50 pode ter preço de exercício um pouco diferente de 50 (pode ser 49,60 por exemplo) se houver distribuição de dividendos ou JCP. Sempre que houver a distribuição de dividendos ou JCP, o preço da ação é ajustado, e consequentemente o preço de exercício da opção também sofre o mesmo ajuste.

Exemplo: VALEB50, é uma opção de compra de VALE5 com vencimento em fevereiro e preço de exercicio de 50,00 reais. Se após a criação da opção, a Vale distribuir R$ 0,50 por ação em dividendos, então, o novo preço de exercicio da VALEB50 será de R$ 49,50, e não mais de R$ 50,00.

Portanto, sempre verifique isso antes de negociar uma opção.



Preço de exercício: é o valor em que o vendedor da opção é obrigado a vender as ações caso seja exercido pelo comprador da opção.

Data de Vencimento: é a data limite para aqueles que compraram opções exercerem seu direito. Se não exercerem, a opção expira sem valor (mica, vira pó). No Brasil, temos vencimentos de opções mensais, e a data de vencimento cai sempre na 3ª segunda-feira do mês. Se for feriado, cai no 1º dia útil após a 3ª segunda-feira.

É possível exercer a opção antes da data de vencimento?
Existem 2 tipos de opções, as americanas e as do tipo europeu. A opção do tipo americana permite que o comprador da opção exerça o seu direito a qualquer momento até a data de vencimento. Já a opção do tipo europeu, só permite que o comprador exerça seu direito no dia do exercício.
No Brasil, todas as "calls" (opções de compra) são do tipo americano. E todas as "puts" (opções de venda) são do tipo europeu.
Mesmo nas opções americanas é extremamente raro ser exercido antes do prazo.

O que significa esse direito?
Levando em consideração a call PETRH40, o comprador da opção PETRH40 comprou o direito de comprar ações PETR4 a R$ 40,00 até a data de vencimento (pois se trata de uma opção no estilo americano).
Se o comprador da opção exercer o direito, o vendedor da opção é obrigado a vender as PETR4 pelo preço combinado.
Já o comprador não é obrigado a nada; ele é que opta por exercer o direito ou não. Quem exerce uma opção de compra é sempre o comprador, nunca o vendedor.
Resumindo, o comprador tem o direito, e o vendedor tem o dever.

Por enquanto ficamos por aqui, em breve falarei sobre o valor das opções, explicando o que é valor intrinseco e valor extrinseco.

10/12/2010

Entrada de sócio chinês na nova Brasil Ecodiesel é iminente

Após incorporação da Maeda, fundo levará 11,35% da companhia a R$ 1,80 por ação

A entrada de um sócio chinês no capital da nova Brasil Ecodiesel (ECOD3) é iminente e deve acontecer nas próximas semanas. Segundo apurou a Exame.com, um fundo chinês irá aportar R$ 250 milhões na empresa a um valor estimado de R$ 1,80 por ação. A negociação, que já era discutida no projeto conhecido como MDED pelos envolvidos no processo, é vista como o último passo da reestruturação da empresa iniciada com a incorporação da Maeda.

Executivos das duas empresas estiveram em Hong Kong em novembro para acertar os últimos detalhes da operação. Considerando o valor de R$ 1,80 por ação, resultado do valuation calculado pelo Credit Suisse, e o montante de ações ordinárias após a fusão da Ecodiesel com a Maeda (1.084.190.282 ações ordinárias), o capital da companhia subiria para R$ 1,950 bilhão. Desta forma, os R$ 250 milhões a serem aportados por meio de aumento de capital resultarão em uma participação de 11,35% para os chineses.

O valor de R$ 1,80 por ação, aproximadamente 80% acima do valor negociado atualmente em bolsa, foi definido após a avaliação dos múltiplos (Valor da empresa/Área plantada) da SLC Agrícola e BrasilAgro. O desconto identificado na relação com a média das outras companhias, também negociadas na BM&FBovespa, foi de 44%. O anúncio da entrada deverá ser feito semanas após a aprovação da incorporação da Maeda em Assembleia a ser realizada em 23 de dezembro.

O objetivo da nova companhia é o de se tornar uma das maiores empresas do agronegócio no país com uma área plantada total de 300 mil hectares em até três anos.

Fonte: EXAME.com

08/12/2010

Ecodiesel, boa notícia: Empresa anuncia negócio estratégico

A Brasil Ecodiesel, que nos últimos dias vinha apresentando ganhos excelentes em suas ações, confirmou a incorporação da Maeda Agroindustrial como subsidiária da companhia, em uma operação envolvendo troca de ações e aumento de capital da Ecodiesel. O negócio, que no final de outubro obrigou a empresa a fazer esclarecimentos devido a fortes especulações no mercado financeiro, deve ser estratégico à companhia. A associação com a Maeda deve diversificar os negócios da Ecodiesel, dependente da produção de biodiesel, expandindo a outros setores da agroindústria, alavancando o conhecimento da Maeda na área. Alguns analistas avaliam que as ações ainda têm um grande potencial de valorização no curto prazo. O mercado reagiu bem aos termos do negócio e as ações da companhia subiram 2,75% no dia.

Fonte; Advfn

03/12/2010

BC altera regras para concessão de crédito por parte dos bancos

O Banco Central e o Conselho Monetário Nacional divulgaram nesta sexta-feira (3) novas regras para operações de crédito a pessoas físicas com prazos superiores a 24 meses.
Segundo as medidas, o requerimento de capital das instituições financeiras aumentará dos atuais 11% para 16,5% do valor da operação, devido ao aumento do FPR (Fator de Ponderação de Risco) de 100% para 150%.
Em linhas gerais, a correção pode diminuir a oferta de crédito. A regra também se aplica ao crédito consignado, porém para financiamentos com prazos superiores a 36 meses.
Financiamento de veículos
O aumento do requerimento de capital das instituições financeiras incidirá sobre as operações de financiamento de veículos ou arrendamento mercantil de veículos nas seguintes situações.
  • Prazo entre 24 e 36 meses: quando o valor da entrada for inferior a 20% do valor do bem.
  • Prazo entre 36 e 48 meses: quando o valor da entrada for inferior a 30% do valor do bem.
  • Prazo entre 48 e 60 meses: quando o valor da entrada for inferior a 40% do valor do bem.
Outras operações de crédito
De acordo com o BC, o aumento do fator de risco não se aplica às operações de crédito rural, às operações de crédito habitacional e ao financiamento ou arrendamento mercantil de veículos de carga.

Fonte: InfoMoney

Banco Central anuncia elevação dos compulsórios e altera limites do FGC

O Banco Central anunciou na manhã desta sexta-feira (3) alterações do compulsório e aumento do limite de garantia do FGC (Fundo Garantidor de Créditos), além de também estabelecer um cronograma para extinção do DPGE (Depósito a Prazo com Garantia Especial do FGC).

Segundo a nota da autoridade monetária, o adicional de compulsório sobre depósitos à vista e a prazo será elevado de 8% para 12%, enquanto o compulsório sobre depósitos a prazo aumentará de 15% para 20%.
Ademais, o BC estabeleceu um cronograma de redução gradual do volume de depósitos que as instituições financeiras podem emitir com a garantia especial concedida pelo FGC, além de aumentar o limite de garantia dos depósitos e créditos protegidos pelo FGC de R$ 60 mil para R$ 70 mil.

Fonte: InfoMoney

02/12/2010

Rapidinhas: Dados Americanos

O relatório de emprego norte-americano publicado pela ADP mostrou um grande avanço nas contratações do setor privado em novembro. É o segundo mês que os dados mostram forte crescimento na criação de empregos.
O Livro Bege divulgado pelo banco central norte-americano reafirmou que a economia dos EUA no geral continua melhorando.
O índice ISM apontou leve recuou na atividade industrial dos Estados Unidos no mês de novembro.
Os gastos com construção nos EUA subiram novamente em novembro, superando a previsão de queda dos analistas.

01/12/2010

CVM multa Credit Suisse em R$ 26 mi por uso de informação privilegiada

A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) multou o Credit Suisse em R$ 26,4 milhões por uso de informação privilegiada. O caso envolve a venda do controle da empresa de transmissão de energia Terna Participações para a Cemig em 2009.
As instituições multadas foram o Credit International, em R$ 22,72 milhões e o fundo de investimento em ações Credit Carteira Própria (R$ 3,69 milhões).
Em abril do ano passado, o Credit Europa foi contratado pela Terna Itália para emitir um laudo sobre a venda da controlada, Terna Participações, para a Cemig.
Dois integrantes do banco de investimentos no Brasil participaram de reuniões no escritório da Terna Brasil com representantes da Terna Itália para discutir o laudo.
Dois dias depois, o fundo, controlado pelo banco, começou a comprar units (certificado de ações) da Terna Brasil junto com o Credit International.
No dia 23 de abril, a Terna Brasil divulgou ao mercado a compra de seu controle pela Cemig, o que daria direito à parte do prêmio pago ao controlador na operação aos acionistas remanescentes. A multa aplicada pela CVM corresponde ao triplo dos ganhos auferidos na operação pelas instituições.
OUTRO LADO
A defesa, representada pelo ex-diretor da CVM Luiz Antonio de Sampaio Campos, alegou que havia divisão entre as áreas e que não devem ser tratadas como uma única pessoa jurídica.
Ele afirmou ainda que o processo não tinha provas de que os gestores e administradores tivessem acesso à informação. Argumentou ainda que notícias publicadas antes já indicavam a intenção de venda do controle.
O relator do processo, Alexsandro Lopes avaliou que não se pode comparar o nível de informação do noticiário com o de uma entidade contratada para dar parecer sobre a operação. Lopes afirmou ainda que o banco deveria ter apresentado provas da separação entre as áreas e não apenas as medidas presentes em seu manual de procedimentos.
Em nota, o Credit Suisse informou que vai recorrer da decisão ao Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional. O banco afirmou ainda que "atua sempre em conformidade com a legislação local e os mais altos princípios legais e éticos".

Fonte: Folha.com
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Comentário: A explicação da Credit Suisse e o ocorrido é no mínimo suspeito. Todos nós sabemos que apesar dos esforços da CVM, os insiders existem e se aproveitam de informações privilegiadas para auferir lucro fácil e alto, e muitos casos são dificeis de serem descobertos, enquanto outros, como o citado acima, ficam muito suspeitos e podem ser descobertos. Ou alguém acha por exemplo que ninguém ficou sabendo da fusão do Unibanco com o Itaú antes de ser avisado ao mercado? Ou do anuncio do pré-sal? Fusão das Casas Bahia com o Pão de Açúcar? Fraude no banco Panamericano?

Rombo contábil no Carrefour do Brasil passa de R$ 1 bilhão

O Carrefour informou nesta terça-feira que as perdas com erros contábeis no Brasil neste ano vão ser de € 550 milhões (R$ 1,23 bilhão), e não € 180 milhões (R$ 402,2 milhões), conforme anunciado há pouco mais de um mês. O valor foi recalculado após conclusão de auditorias interna e externa realizadas pela rede varejista no país.
O problema ocorreu por causa de descontos não recebidos pela empresa, em negociações comerciais com a indústria, e pela necessidade de realizar baixas de estoques. Além disso, há disputas sobre cobranças de impostos.
Quando o problema foi detectado, o então presidente do Carrefour no Brasil, o francês Jean Marc Pueyo, responsável pelo comando da empresa até o início da auditoria, foi substituído em agosto por outro executivo da rede, o brasileiro Luiz Fazzio. Além de Pueyo, outros três executivos do grupo deixaram a empresa desde julho.
No primeiro semestre, o grupo varejista francês teve impacto negativo de € 69 milhões no resultado por causa da operação brasileira.
"Para não alterar o valor previsto do lucro operacional e considerando o montante não-recorrente e excepcional desses encargos, eles serão totalmente reconhecidos como receita não-operacional", afirmou o grupo francês em comunicado.
O grupo acrescentou que "investigações estão ocorrendo e irão determinar a existência de possíveis responsabilidades".
Com a ampliação dos encargos, somada ao impacto de € 50 milhões decorrente da venda e operações na Tailândia, desempenho abaixo do esperado dos hipermercados brasileiros e um ambiente desafiador na Europa, o Carrefour estima encerrar 2010 com lucro operacional de € 3 bilhões, cerca de € 130 milhões abaixo do previsto anteriormente.

Fonte: Uol Economia
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Comentário: Mais um rombo contábil bilionário... impressionante. Fica a pergunta, quem será o próximo?

30/11/2010

Agrenco: Pedido de falência é aceito e investidores reagem

Mais uma pedra no caminho para os investidores da Agrenco pularem. Ontem, na justiça holandesa, foi aceito o pedido de liquidação judicial solicitado pelos credores desde o ano passado. A empresa terá até semana que vem para entrar com recurso. Os investidores das BDRs da empresa no Brasil ficam a cada dia com as mãos mais atadas, primeiramente vendo seu capital ficar preso sem poder negociar suas ações desde o início deste ano e agora com a possibilidade de perderem tudo. Os investidores minoritários da empresa contribuem de forma excepcional nesse processo todo, animando uns aos outros e os dirigentes da empresa, contando até mesmo com Edgard Mansur Salomão, ativo acionista minoritário, na presidência do conselho de administração. Cabe agora aos acionistas dos papéis negociados no Brasil segurarem as pontas. É possível que a CVM volte a liberar as negociações dos BDRs em breve e notícias como essa certamente pressionarão a cotação dos papéis para baixo, mas a empresa demonstra real interesse em voltar a ser operacional e caso isso ocorra os acionistas que se mantiveram firmes devem finalmente ser recompensados.

Fonte: Advfn
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Comentário: a coisa ta bem feia pra Agrenco e para seus acionistas.

26/11/2010

Black Friday: Bolsas caem forte. EUA irá antecipar fechamento dos mercados

Nos EUA hoje é o famoso Black Friday, dia do ano que as lojas fazem promoções e oferecem descontos excepcionais aos seus clientes com o intuito de antecipar as compras para o Natal. Geralmente é registrado o maior volume de vendas do ano nesse único dia. Por conta deste episódio as bolsas norte-americanas fecharão mais cedo hoje e provavelmente provocarão novamente uma sessão de volume inexpressivo no Brasil. Nos EUA os futuros dos principais índices do mercado abrem em forte baixa agora pela manhã. As bolsas européias acompanham a queda avaliando o cenário pessimista que se formou ao redor das nações da região com problemas fiscais. Analistas afirmam que o problema irlandês irá contagiar as nações européias economicamente mais fracas exigindo uma coordenação maior entre as autoridades do continente no resgate financeiro desses países.

Fonte: Advfn

24/11/2010

Tensão: Ibovespa perde suporte, analistas avaliam até onde pode ir a queda

Os analistas começam a desacreditar em novas altas pelo menos no futuro próximo. Apesar de encontrar algum suporte por volta dos 67.750 pontos, para eles a perda dos 68 mil pontos do índice Ibovespa é um forte sinal de queda, que poderia lançar o índice à procura dos 66 mil pontos ou, num cenário mais pessimista, 64 mil pontos. O maior problema no momento é a crise que permeia os países mais fracos economicamente da Europa. A Irlanda hoje teve seu rating rebaixado pelas agências de classificação de risco em não um, mas dois níveis e com perspectiva de novas reavaliações. Investidores e analistas, nem bem resolvidos os problemas do Tigre Celta, já começam a voltar a atenção à Portugal e Espanha. A aposta agora é prever qual dos dois países cai primeiro.

Fonte: Advfn

AT: BBAS3 - Diário

Segue abaixo uma análise do gráfico de BBAS3 (Banco do Brasil) no tempo diário.
Podemos observar uma clara indicação de venda do papel, trazendo oportunidade de uma venda à descoberto, ou para os comprados, de sair da posição.
Temos ADX indicando entrada de tendência, uma agulhada no Didi, que indica que devemos fazer a venda, as bandas de bollinger com boa abertura, mostrando que o movimento deve ter força, além de um topo duplo formado recentemente, que nos indica uma possível reversão da tendência de alta que vinha seguindo.
Vamos à imagem:
Lembrando que as análises do blog não são indicação de compra ou venda de um ativo, e possuem apenas papel informativo e fins de estudo.

22/11/2010

FMI salva Irlanda: Qual será o impacto na bolsa hoje

É apenas mais um passo de um processo que deve se apresentar difícil, mas a Irlanda, com a ajuda do FMI e União Européia, receberá um pacote de até US$ 120 bilhões para sanear de vez o sistema bancário do país em crise desde o final de 2008. Os valores envolvidos no resgate são bem menores que os concedidos à Grécia devido à Irlanda ser melhor estruturada financeiramente. O que derrubou o Tigre Celta foram mesmo os bancos. A União Européia queria este acordo o mais rápido possível para por fim à pressão à moeda da região, o Euro. As principais bolsas mundiais reagiram ao anuncio do acordo abrindo em alta no começo do dia. Nos EUA os investidores também receberam bem a noticia e os futuros dos índices norte-americanos indicam uma abertura em alta. Segundo os analistas a bolsa brasileira deve acompanhar o bom humor dos mercados externos hoje.

Fonte: Advfn

17/11/2010

Entenda a razão da bolsa cair tanto nos últimos dias

Após mostrar força e se preparar para romper o topo histórico atingido pelo índice Ibovespa em maio de 2008, a bolsa desde a semana passada e até o momento vem somente registrando perdas. Ao que podemos creditar o esvaziamento do tom positivo? Duas respostas: Europa e China. Na Europa o problema volta a ser principalmente Irlanda e Portugal. A Irlanda não tem mais saída. Ontem os ministros de finanças da União Européia se reuniram para definir como irão providenciar o resgate do sistema financeiro do país que pode chegar a 100 bilhões de euros. Portugal já mandou seu recado também: o Ministro das Finanças do país acredita que o país não escapa de um auxílio externo. Mas o maior problema não se encontra na Europa. Quem assusta mais agora é a China. No país asiático a inflação está saindo do controle e o governo já disse que tem a solução: alta na taxa de juros e aumento do compulsório bancário, ambas medidas que enfraquecerão o crescimento do país. Países exportadores de matérias-primas, como o Brasil, devem sentir mais de perto o impacto do arrefecimento da economia chinesa, o que faz os investidores desacreditarem momentaneamente numa subida da bolsa.

Fonte: Advfn

12/11/2010

11/11/2010

Crise no PanAmericano deve acabar em ação criminal, diz BC

O diretor de Fiscalização do Banco Central, Alvir Hoffmann, afirmou nesta quarta-feira, em relação ao banco PanAmericano, que "tudo indica que a investigação vai redundar em algo para o Ministério Público", em referência à Lei do Colarinho Branco. Por enquanto, as investigações estão na esfera administrativa, mas deve migrar para a criminal.
O Grupo Silvio Santos fez um aporte de R$ 2,5 bilhões junto ao PanAmericano, após empréstimo do FGC (Fundo Garantidor de Créditos), para sanar os problemas do banco, do qual é o maior acionista. O FGC é um fundo administrado pelos bancos brasileiros para cobrir perdas de correntistas em caso de quebra de alguma instituição.

Além de contabilizar no seu balanço carteiras de crédito já vendidas para outros bancos, alguns desses negócios foram registrados com valores incorretos pelo PanAmericano, segundo o BC.
Há também sinais de que a mesma carteira tenha sido vendida mais de uma vez. Apesar dos indícios, Hoffmann disse que ainda não é possível dizer se o erro foi intencional e qual a motivação dos envolvidos.

A instituição citou a possibilidade de que o problema já viesse ocorrendo nos últimos quatro anos, período em que o PanAmericano realizou várias dessas vendas.
Além de investigar operadores do banco, o BC verificará se auditores que avaliaram os balanços cumpriram a obrigação de fazer o cruzamento com dados de outros bancos que negociavam com o PanAmericano.
No caso de quebra do banco, segundo ele, o prejuízo recairia também sobre os demais sócios, incluindo Caixa Econômica Federal, e sobre credores, principalmente fundos de investimento, fundos de pensão e outros bancos que possuem depósitos financeiros e obrigações nas cessões de crédito.
Da forma como foi feita a operação, segundo Hoffmann, "o único que perde é o dono do banco".
Ainda de acordo com ele, se a liquidação do PanAmericano fosse declarada, o "rombo" seria de R$ 900 milhões, já que o patrimônio líquido da instituição atualmente é de R$ 1,6 bilhão. Ou seja, seriam deduzidos da conta as irregularidades que somam R$ 2,5 bilhões, valor coberto pelo aporte.
 
FISCALIZAÇÃO
O diretor afirmou que não há evidência de problemas da mesma espécie nos demais bancos, mas que o BC pode rever normas de fiscalização para ajudar a prevenir novas fraudes desse tipo.
"Não temos evidências de que isso esteja se repetindo em outros bancos. Mas isso vai levar a um estudo interno para ver se a forma como os bancos negociam pode ser melhorada para evitar essa possibilidade", disse.
 
CAIXA
Hoffmann informou ainda que não havia iniciado essa verificação quando aprovou a venda de parte do banco para a Caixa Econômica Federal e que, por questões de sigilo, não poderia alertar a instituição sobre o problema.
Em novembro de 2009, a Caixa Econômica Federal anunciou a aquisição de 35,54% do capital do banco PanAmericano, de propriedade de Silvio Santos Participações Ltda. A operação foi contabilizada em R$ 739,2 milhões e envolve a aquisição da participação acionária representativa de 49% do capital social votante e de 20,69% das ações preferenciais do PanAmericano.
A negociação foi aprovada pelo Banco Central em julho deste ano, no último passo para a finalização da operação.
 
IRREGULARIDADE
O Banco Central descobriu que o PanAmericano vendeu carteiras de crédito para outras instituições financeiras, mas continuou contabilizando esses recursos como parte do seu patrimônio. O problema foi detectado há poucos meses e houve uma negociação para evitar a quebra da instituição, já que o rombo era bilionário.
O empresário Silvio Santos deu como garantia para obter empréstimo praticamente todo seu patrimônio empresarial. Para conseguir os R$ 2,5 bilhões do FGC, entraram 44 empresas subordinadas à holding SS Participações, entre elas o SBT, sua participação no banco PanAmericano, a Jequiti, a Liderança Capitalização e o Baú da Felicidade. O valor contábil de todas as empresas é de R$ 2,7 bilhões.
 
ENTENDA
O PanAmericano atua, principalmente, em operações de crédito consignado e veículos. Os recursos para empréstimos não vem de depósitos feitos por correntistas, mas da venda dessas carteiras de crédito para grandes bancos.
O banco havia vendido carteiras de crédito para cerca de dez grandes instituições bancárias, mas não havia contabilizado parte dessas operações no seu balanço. Ou seja, vendeu um bem, usou o dinheiro, mas continuou contabilizando esse bem no seu patrimônio.
O Banco Central detectou há poucos meses que as informações prestadas pelos bancos compradores não batiam com o divulgado pelo PanAmericano. Em determinado ponto da investigação, o banco admitiu os problemas na contabilidade.
Chamado pelo BC, o controlador do Panamericano (Grupo Silvio Santos) informou que não sabia do problema até então. Disse que estava disposto a cobrir o prejuízo sozinho e que já estava em negociações com o FGC para obter os recursos. Fechada a negociação, o socorro foi anunciado ontem pelo PanAmericano.

10/11/2010

AT: BPNM4 - diario

Segue uma análise do papel BPNM4 (Banco Panamericano), que ontem e hoje está sofrendo uma queda muito brusca, motivada pela notícia de um aporte de 2,5 bilhões feitos a partir de emprestimo do FGC (Fundo Garantidor de Crédito) para cobrir um rombo contábil, conforme post anterior nesse blog.
O objetivo é mostrar que o preço desconta tudo, e com a Análise Técnica é possível aproveitar esses grandes movimentos sem necessidade de saber da notícia antes de todo mundo.
Separei a análise em 2 imagens, a primeira mostra um indicação de venda quase um mês antes da notícia, e o interessante é que essa indicação de venda, não teve até hoje, indicação de encerramento da tendencia de baixa e um motivo pra compra, ou seja, o trade permaneceria aberto, aproveitando a baixa do papel.
Detalhes do sinal de venda são explicados no gráfico.


No segundo gráfico, mostro um novo sinal de venda, para aqueles que não teriam feito a entrada no primeiro momento, ou que pudessem ter feito a entrada, mas fechado o trade após atingir um objetivo de lucro. E nesse 2º gráfico que vemos o poder da AT, indicando a venda do papel 1 dia antes de sair a fatídica notícia, e essa indicação mostra que o movimento de queda seria muito forte, e de fato, é o que acontece, veja o GAP de baixa que é feito, com o papel caindo mais de 30% em 2 dias.


Operar na ponta vendida, apesar de poder representar um risco ligeiramente superior que operar na ponta comprada, pode trazer resultados excelentes, e te permite ganhar na alta e na baixa da bolsa.
Como dizem, o mercado sobe de escada, mas desce se jogando pela janela!

Rapidinhas: Petrobras

Após a abertura em alta ontem (09/11/2010), as ações da Petrobras inverteram o sinal e fecharam no negativo, junto com grande parte do ibovespa, a queda se acentuou após declarações do presidente da empresa, José Sérgio Gabrielli, de que a empresa deverá  ir a mercado para adquirir US$ 32 bilhões em dívida nova, visando cumprir seu plano de negócios.

Lucro da BM&F Bovespa avança 15% no trimestre e chega a R$ 389,2 milhões

Com crescimento de 15% no lucro líquido ajustado, a BM&F Bovespa (BVMF3) revelou nesta terça-feira (9) seu resultado do terceiro trimestre de 2010. Os ganhos da companhia chegaram a R$ 389,2 milhões entre julho e setembro deste ano frente aos R$ 338,4 milhões atingidos em igual período do ano passado.

"No 3T10, celebramos a oferta da Petrobras (PETR3, PETR4), de R$ 120 bilhões", destacou o diretor presidente da Bolsa, Edemir Pinto. Segundo ele, a capitalização da estatal trouxe um volume recorde de recursos para o Brasil, sendo que uma nova onda de investimentos foi criada. "Na Bolsa, veremos novas aberturas de capital e nosso valor está ligado ao potencial de crescimento das empresas brasileiras", completou.
Por sua vez, o Ebitda (geração operacional de caixa) de R$ 336,3 milhões auferido pela companhia no trimestre é 28,4% maior do que na comparação com os mesmos três meses de 2009. Já a receita operacional líquida subiu 27,1% frente ao mesmo período do ano anterior, ao totalizar R$ 486,87 milhões no terceiro quarto de 2010. Assim, a Margem Ebitda avançou 0,7 ponto percentual e chegou a 69,1%.
O lucro veio melhor do que as estimativas médias compiladas pela InfoMoney, com base nas projeções de Itaú Securities, HSBC, Banco Fator Corretora, Ativa e Ágora. Contudo, a receita e o Ebitda, na média, ficaram abaixo das estimativas. Estava previsto que a Bolsa apresentasse receita líquida de R$ 469,7 milhões, lucro líquido de R$ 290,3 milhões e Ebitda de R$ 323,4 milhões.
Acumulado do ano
Em conjunto com os números trimestrais, a BM&F Bovespa também divulgou seu balanço dos primeiros nove meses deste ano, o qual mostrou um lucro líquido de R$ 1,21 bilhão, receita operacional líquida de R$ 1,41 bilhão e Ebitda de R$ 1,01 bilhão. As cifras representam aumentos de, respectivamente, 33,9%, 31,7% e 44,9%.

Fonte: InfoMoney

Grupo Silvio Santos injeta R$ 2,5 bilhões no PanAmericano

O Grupo Silvio Santos fará um aporte de R$ 2,5 bilhões no Banco PanAmericano, segundo fato relevante divulgado há pouco pela instituição financeira.

Os recursos serão obtidos mediante uma operação financeira contratada com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e integralmente garantida por bens do patrimônio empresarial do grupo. O aporte será feito por meio de crédito na conta "Depósito de Acionista".

Segundo o comunicado, o banco firmou um "Termo de Comparecimento" com o Banco Central após terem sido encontradas "inconsistências contábeis" nos balanços, que não estariam refletindo adequadamente a situação patrimonial do banco.

Desta forma, o aporte destina-se a "restabelecer o pleno equilíbrio patrimonial e ampliar a liquidez operacional da instituição, de modo a preservar o atual nível de capitalização", diz o banco.

"Assim, os ajustes que estão sendo realizados nesta data não resultarão em perda patrimonial, vez que estão sendo cobertos integralmente pelo citado aporte", acrescenta o PanAmericano.

O fato relevante informa ainda que o Conselho de Administração do banco elegeu hoje uma nova diretoria: Celso Antunes da Costa Ivan Dumont Silva (presidente), José Alfredo Lattaro, José Henrique Marques da Cruz, Raphael Rezende Neto, Celso Zanin, Eliel Teixeira de Almeida e Mário Ferreira Neto.

O banco diz ainda que vai convocar uma assembléia de acionistas para indicar novos membros para o Conselho de Administração, em função do Acordo de Acionistas firmado recentemente entre o Grupo Silvio Santos e a Caixa Participações (Caixapar), que adquiriu 49% do capital votante do PanAmericano. O fato relevante é assinado pelo presidente do Conselho, Luiz Sebastião Sandoval.

Fonte: UOL Economia

Caixa Econômica e BC farão intervenção 'branca' no PanAmericano

A Caixa Econômica Federal anuncia amanhã (10/11/2010), em uma ação conjunta com o Banco Central, uma espécie de intervenção "branca" no PanAmericano, segundo a Folha apurou. O banco informou hoje que receberá do Grupo Silvio Santos aporte de R$ 2,5 bilhões, após a constatação de "inconsistências contábeis que não permitem que as demonstrações financeiras reflitam a real situação patrimonial da entidade".
A Caixa comprou 35,54% do capital social do PanAmericano em novembro de 2009, em uma operação de R$ 739,2 milhões. A negociação foi aprovada pelo Banco Central em julho deste ano, no último passo para a finalização da operação.
Com 49% do capital votante e 20,69% das ações preferenciais, a Caixa tem o direito de indicar igual número de membros para o Conselho de Administração do banco que a holding Silvio Santos, sócia majoritária da instituição financeira. Pelo acordo de acionistas, a presidência do Conselho seria alternada anualmente com a indicação da CaixaPar (Caixa Participações) e do grupo pertencente ao apresentador de TV.
Além desses direitos, a Caixa deverá colocar funcionários em cargos executivos na direção do Panamericano, segundo informações de pessoas próximas à operação.
APORTE
De acordo com comunicado do banco ao mercado, o aporte de R$ 2,5 bi será feito mediante crédito na conta "Depósito de Acionista", e obtido mediante operação financeira contratada com o FGC (Fundo Garantidor de Créditos).
O FGC, por definição, presta garantia de crédito em duas hipóteses: "decretação da intervenção, liquidação extrajudicial ou falência da associada"; ou "reconhecimento, pelo Banco Central do Brasil, do estado de insolvência da associada".
Criado em 1995, o FGC é um órgão independente do governo. As receitas do fundo vêm dos bancos, que são obrigados a contribuir com um percentual mensal do total das contas garantidas. Todas as instituições financeiras e associações de poupança e empréstimo são associadas obrigatoriamente ao FGC.
O banco afirmou ainda que a quantia está "integralmente garantida por bens do patrimônio empresarial do Grupo [SS]" para "estabelecer o pleno equilíbrio patrimonial" e ressalta: "sem qualquer alteração no capital social ou no patrimônio líquido da instituição.
"O aporte destina-se a restabelecer o pleno equilíbrio patrimonial e ampliar a liquidez operacional da instituição, de modo a preservar o atual nível de capitalização, em virtude de terem sido constatadas inconsistências contábeis que não permitem que as demonstrações financeiras reflitam a real situação patrimonial da entidade. Assim, os ajustes que estão sendo realizados nesta data não resultarão em perda patrimonial, vez que estão sendo cobertos integralmente pelo citado aporte", informou o banco.
O PanAmericano destacou ainda que "a decisão reflete o compromisso do controlador com a higidez da instituição, sua responsabilidade com o mercado e com a preservação dos interesses dos seus clientes, depositantes, fornecedores e colaboradores, além de preservar a integridade da atual participação dos demais acionistas".
DIRETORIA
Também nesta quarta-feira, o banco informou que o conselho de administração elegeu uma nova diretoria. Celso Antunes da Costa é o novo diretor superintendente do banco. Em 2009, ele assumiu a diretoria de gestão da integração da Nossa Caixa com o Banco do Brasil. Costa já participou de outros quatro processos de integração, como ex-diretor do Banco Real.

Fonte: Folha.com

04/11/2010

Mesmo abaixo das projeções, anúncio do QE2 é avaliado de forma positiva por analistas

O anúncio de unovo pacote de compra de títulos pelo Federal Reserve trouxe uma reação positiva aos mercados na última quarta-feira (3) e, apesar do valor do programa - US$ 600 bilhões - ter sido inferior ao US$ 1 trilhão especulado inicialmente, o posicionamento da autarquia traz certo alento.
“O tamanho do QE2 foi bom o bastante para o mercado”, comenta a analista do Société Générale Aneta Markowska, em relatório. “É um pouco abaixo das expectativas, mas a disposição do Fed em comprometer-se a oito meses de compras produziu um montante total que o mercado queria ver”.
Do mesmo modo que o Société, a Rosenberg & Associados avalia que o comprometimento do banco a "regularmente rever o ritmo das compras de títulos e o tamanho total do programa de aquisição de ativos à luz de novas informações" tranquiliza investidores. Desta forma, o Fed compromete-se a adaptar o projeto de acordo com as necessidades de emprego e de consumo do país.
No entanto, Aneta avalia que os oito meses de compromissos da autoridade monetária norte-americana sinaliza que pode ter havido uma deterioração em suas projeções macroeconômicas. “Isto sugere que as projeções econômica do Fed para 2011 devem ter sido revisadas para baixo significativamente e que não deve ser esperado um crescimento superior a 2,5% nos próximos três trimestres”.
Ainda é cedo
Já o economista-chefe da Interbolsa, Júlio Hegedus, acredita que ainda é "cedo para tirar conclusões", embora também destaque a declaração após a reunião de dois dias. A medida adotada pelo banco central norte-americano visa dar fôlego à economia norte-americana, estimulando o consumo e a expectativa de inflação, com o aumento da liquidez doméstica.

Fonte: InfoMoney

Petrolífera Qgep entra com pedido de análise de IPO junto à CVM

Valores Mobiliários) na última segunda-feira (1), com a emissão de ações em oferta primária primária e com a possibilidade de oferta secundária em lote adicional, correspondendo a até 20% das ações inicialmente ofertadas. O acionista vendedor, neste caso, será o grupo Queiroz Galvão.
Conforme a minuta do prospecto preliminar, a empresa pretende realizar a oferta no Brasil, com esforços de colocação no exterior. O banco Itaú será o coordenador líder da oferta, enquanto o Banco Merrill Lynch e o BTG Pactual atuarão como coordenadores.
Com os recursos obtidos na oferta, a companhia pretende destinar os recursos para adquirir e explorar novos blocos e ativos, especialmente nas bacias do Espírito Santo, de Campos e de Santos, além de investir em exploração no portfolio já existente.
Saiba mais sobre a empresaA Qgep é uma empresa recém criada, a qual surgiu em setembro deste ano, de uma reestruturação societária do grupo Queiroz Galvão, de modo a segregar as atividades em duas frentes: prestação de serviços e exploração e produção, sendo esta última a principal atividade da Qgep.
De acordo com a empresa, as operações de exploração e produção consistem em direitos de concessão sobre dois campos de petróleo e oito blocos exploratórios, sendo quatro deles na Bacia de Santos, três na bacia de Camamu e um na bacia de Jequitinhonha, sendo esta a única com 100% dos direitos de exploração.

Fonte: InfoMoney

03/11/2010

Na volta do feriado, veja o que é importante saber

Hoje o evento mais importante sem dúvida se encontra nos EUA. O FED, banco central norte-americano irá decidir, ao final da tarde, se implantará novas medidas de estímulo ou não no país. A maioria dos economistas acredita que o governo dos EUA não escapa de uma nova rodada de estímulos, com o desemprego em patamares tão altos e queda na taxa de crescimento econômico. Apesar de os últimos dados do PIB norte-americano mostrarem que no terceiro trimestre a economia teve uma leve aceleração em relação ao período anterior, o crescimento anualizado de 2% é bem abaixo dos históricos 3% anuais. De qualquer forma a decisão do FED positiva ou negativa deverá mexer com os mercados hoje. Se as bolsas internacionais e futuros norte-americanos são algum indicativo, elas abrem em leve alta hoje na expectativa pela autoridade monetária da maior economia do mundo.

Fonte: Advfn

Governo Lula deixa 'conta' para Dilma

Embalado para garantir mais um recorde de investimentos em ano de eleição, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva reserva uma conta amarga para o primeiro ano de mandato da presidente eleita Dilma Rousseff. A menos de dois meses da troca de comando no Planalto, há contas a pagar de mais de R$ 52 bilhões só em investimentos bancados com dinheiro dos tributos.
O valor é impossível de ser quitado até 31 de dezembro, mesmo que o governo bloqueie novos gastos nessa área. Essa provável herança indigesta será tema de análise do grupo de transição, que começa a funcionar na próxima segunda-feira.
A ela se somam pressões para aumentos de gastos, como a proposta de reajuste dos salários do Poder Judiciário e do Ministério Público da União, cujo peso extra em 2011 ultrapassa R$ 6 bilhões, segundo cálculos da consultoria de Orçamento da Câmara. Há, também, o compromisso de conceder aumento acima da inflação para o salário mínimo e as aposentadorias.
O cenário adverso reforça a pressão por um ajuste nas contas públicas, ainda que Dilma Rousseff não seja entusiasta do aperto fiscal. A eventual redução nas metas de inflação - defendida por interlocutores da presidente eleita - só aumentaria a necessidade de um ajuste.
Investimentos. Dados pesquisados pelo Estado no Siafi (sistema de acompanhamento de gastos federais) mostram que o governo acumula pagamentos pendentes de R$ 29,5 bilhões de investimentos autorizados em anos anteriores, além de R$ 22,8 bilhões de investimentos comprometidos até meados de outubro que precisam ser quitados.
Para uma medida de comparação, a soma equivale a quatro vezes o custo do programa Bolsa-Família. Também representa 60% a mais do que o governo pagou em investimentos de janeiro até as vésperas do segundo turno das eleições.
Mais importante: as contas pendentes em investimentos superam o valor previsto para esse tipo de gasto em 2011, primeiro ano de mandato de Dilma. O projeto de lei orçamentária encaminhada pelo governo ao Congresso prevê investimentos de R$ 51,4 bilhões no ano que vem.
A previsão de investimentos com dinheiro dos impostos está concentrada em projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), sobretudo nas áreas de habitação e recuperação de rodovias. Mas os gastos de investimento de 2010 ainda não pagos criam uma competição com os futuros projetos e obrigam o futuro governo a fazer uma escolha: ou paga as contas pendentes ou faz investimentos.
Cancelamento. Uma das alternativas a serem consideradas é o cancelamento de compromissos de gastos, os chamados 'empenhos', no jargão orçamentário. Não seria uma medida inédita. Foi o que ocorreu em 2002, na transição do governo Fernando Henrique Cardoso para o primeiro mandato de Lula. Na época, FHC cancelou, por decreto, parte das despesas não quitadas.
Isso levou a suspensão de obras e atraiu prefeitos e lobistas em Brasília contra o que chamaram de 'calote'. Depois disso, o governo Lula voltou a acumular grandes volumes de contas não pagas, transferindo gastos de um ano a outro. O Tribunal de Contas da União (TCU) tem feito reiteradas críticas ao fenômeno, desde 2006. Embora os chamados 'restos a pagar' sejam muitas vezes impostos pelo ritmo das obras, o acúmulo de despesas não pagas desorganiza a administração das contas públicas, avalia o tribunal.
Em 2007, Lula vetou mudança na Lei de Diretrizes Orçamentárias que impunha limite para as contas pendentes. Temia prejuízos ao andamento do PAC.
Cenário
R$ 52 bilhões
é o tamanho da conta que Dilma deve herdar. Desse total, R$ 29,5 bilhões são de investimentos autorizados em anos anteriores e R$ 22,8 bilhões de investimentos comprometidos até outubro
R$ 6 bilhões
é o peso extra da fatura se a proposta de reajuste dos salários do Poder Judiciário e do Ministério Público da União for aprovada

Fonte: Estadão

SolFinancial - Nova versão disponível

Nova versão do simulador/calculadora disponível para download.
Nesta nova versão temos como principal novidade a opção de calcular trades feitos pelo mercado a termo, e a correção de alguns bugs que tinham.

Para download, clicar aqui.

Em breve, novidades muito interessantes.

Dilma terá poder de fogo restrito para ampliar estatais

Com pouco dinheiro em caixa, a presidente eleita Dilma Rousseff não terá a mesma facilidade que seu antecessor para bancar a expansão de empresas públicas.
BNDES, Banco do Brasil, Caixa Econômica e Petrobras iniciarão o governo com mais presença na economia, mas precisarão de recursos para seguir crescendo.
Além disso, a próxima gestão herdará a área econômica dividida, com um Ministério da Fazenda que tenta centralizar as decisões de política econômica, escanteando o Banco Central.
Aberta a temporada de montagem da nova equipe de governo, as dúvidas no mercado financeiro são muitas: vão desde a dúvida sobre Dilma manter o perfil de aparelhamento das instituições até sua postura fiscal. O primeiro sinal aguardado é se ela assumirá a obrigação de promover redução de gastos.
Principal instrumento do governo para financiar obras grandes, o BNDES recebeu o aporte mais significativo da gestão Lula: mais de R$ 180 bilhões. Mas não terá fôlego para sustentar sozinho os investimentos necessários.
Com recursos oficiais limitados, aliados de Dilma já frisam a necessidade de contar com a iniciativa privada.
O economista João Augusto Salles, da consultoria Lopes Filho, diz que os bancos públicos não devem manter o ritmo de crescimento dos últimos dois anos. A expansão, lembra, foi patrocinada por injeção de recursos do Tesouro Nacional, o que deteriorou as contas públicas.
A Petrobras tem pela frente o desafio de entregar a prometida riqueza do pré-sal. Para isso, a capitalização que movimentou mais de R$ 120 bilhões não será suficiente. A empresa precisará de mais US$ 33 bilhões (R$ 56 bi).
Para o diretor do CBIE (Centro Brasileiro de Infraestrutura), Adriano Pires, com um plano de investimentos de R$ 200 bilhões até 2014, os cargos da Petrobras devem ser muito disputados: "A tendência no governo Dilma é ter uma gestão tão politizada quanto a atual ou até mais".
Bancos
Já o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal também ficaram maiores e contaram com ajuda de recursos públicos sob Lula.
Totalmente controlada pelo governo, a Caixa reduziu a transparência à medida que aumentou sua atuação. O perfil de banco comercial deu lugar ao de braço financeiro do governo para políticas sociais. Hoje, é alvo da cobiça de aliados.
O Banco do Brasil se firmou como a maior instituição financeira do país. Mesmo não sendo controlado integralmente pelo governo, foi loteado, e a disputa por cargos deve crescer.

Fonte: Folha.com