O principal indicador da bolsa paulista chegou a subir 2% na máxima do dia, mas as preocupações com o setor de crédito imobiliário de risco nos Estados Unidos acabaram pesando no fim do pregão, ofuscando balanços e dados econômicos positivos divulgados pela manhã.
- O mercado estava negativo até sexta-feira e ontem virou alta. Os fundos fecham pelos médios, e não pelo fechamento. Os médios de hoje estão bem acima do que está o mercado agora. O mercado hoje já não precisa se esforçar tanto - disse Carlos Alberto Ribeiro, diretor da Novação Distribuidora, pouco antes de o mercado entrar no vermelho. Na segunda-feira a alta foi de mais de 3%.
O mercado acompanhou de perto o sobe-e-desce de Wall Street, onde Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq caíram mais de 1% cada. O S&P teve o pior mês desde 2004.
- Do nosso ponto de vista, o mercado acionário ainda não entendeu completamente o possível impacto que o custo maior de crédito das últimas semanas terá nos lucros e nos preços das ações - disse David Rosenberg, economista para América do Norte da Merrill Lynch, em Nova York.
Aqui foi o segundo mês de perdas do ano. Em fevereiro, o Ibovespa tinha caído 1,68%.
Fonte: JB Online
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