Resultados corporativos, dados de seguro desemprego, IPP e vendas no
varejo, e possível rebaixamento aos ratings dos EUA no foco dos
investidores.
Ásia
Apesar do composto da região mostra desvalorização de 0,19% no dia de
hoje (14), os mercados asiáticos seguem em direções divergentes. As
ações chinesas atingiram o maior nível em uma semana, sendo puxadas
principalmente pelos produtores de commodities, refletindo as altas
nas matérias primas, com destaque para o petróleo e para o cobre,
ainda refletindo o discurso de ontem (13) do presidente do Fed, Ben
Bernanke, afirmando que a economia norte-americana pode necessitar de
mais rodadas de estímulos (Bernanke volta a se pronunciar hoje no
Congresso americano). Apesar do desempenho positivo na China, no Japão
as ações caem em função de especulações de que o governo possa
intervir no mercado para conter a apreciação cambial, o que reduziu os
ganhos do iene contra o dólar.
Europa
Após o pregão positivo nas bolsas europeias ontem (13), onde o
composto da região subiu 0,66%, em função do otimismo trazido pelo
discurso do presidente do Federal Reserve juntamente com a divulgação
do crescimento anual da economia da China de 9,5%, valor superior às
expectativas do mercado de 9,3%, o composto europeu cai hoje 0,9%,
sendo influenciado principalmente pela ameaça da Moody's Investors
Service de rebaixar a dívida dos Estados Unidos. A nota dos EUA foi
colocada em revisão, pela primeira vez desde 1995 em função do impasse
sobre o aumento do teto de endividamento do governo, hoje (14) em
aproximadamente US$ 14,3 trilhões. O euro vem tendo seu segundo dia
consecutivo de alta frente ao dólar.
Fonte: Um Investimentos
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